Uma empresa da Islândia está produzindo próteses para os membros inferiores (pernas e pés) que se movimentam com a ajuda de inteligência artificial. Computadores instalados dentro da articulação mecânica analisam o terreno, a pressão sobre a prótese e a velocidade dos movimentos para permitir que amputados consigam andar.
O sistema faz as análises matemáticas para calibrar os movimentos mil vezes por segundo, numa rapidez que rivaliza com a do cérebro humano. O resultado é um movimento natural, suave, o mais próximo possível da perfeição.
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