Uma empresa da Islândia está produzindo próteses para os membros inferiores (pernas e pés) que se movimentam com a ajuda de inteligência artificial. Computadores instalados dentro da articulação mecânica analisam o terreno, a pressão sobre a prótese e a velocidade dos movimentos para permitir que amputados consigam andar.
O sistema faz as análises matemáticas para calibrar os movimentos mil vezes por segundo, numa rapidez que rivaliza com a do cérebro humano. O resultado é um movimento natural, suave, o mais próximo possível da perfeição.
As articulações podem ser reguladas de acordo com a vontade da pessoa que as utiliza, por meio de um computador. Calibragens diferentes são usadas para subir uma ladeira, para correr e para outras funções.
A fábrica, que fica em Reykjavik, na Islândia, desenvolve próteses inteligentes para todos os tipos de atividade, inclusive atletismo. Elas são feitas de fibra de carbono, um material flexível e ao mesmo tempo resistente, ideal para dar impulso e velocidade.
Crianças que nasceram sem as duas pernas e até campeões paraolímpicos aprovaram o projeto. Já estão sendo testados também modelos para os braços e as mãos. O preço médio da prótese fica em torno de R$ 39 mil.


