Laboratório e Observatório sobre Educação por Sandra Maria Martini e Alfredo Passos

25.07.2008 Autor: Sandra Maria Martini e Alfredo Passos | Em: Educação

Como Criar um Planejamento de Comunicação Institucional -

O processo de globalização trouxe como importante conseqüência a criação de um novo cenário para o mundo corporativo. As distâncias cada vez menores entre os países tornaram mais amplas as dimensões do planeta, transformando-o em um enorme campo para a atuação empresarial. A competitividade agora vai muito além das relações mercadológicas e da qualidade dos bens produzidos. Neste novo contexto, reputação e visibilidade empresarial adquirem um precioso ”valor de troca”. A imagem pública positiva torna-se um poderoso capital, onde a marca corporativa se transforma em fator de sucesso nos negócios.

Criar e manter canais de relacionamento com os públicos de interesse da empresa, representados por imprensa, funcionários, acionistas, fornecedores, governo, comunidade, etc, torna-se, assim, uma prática estratégica para as organizações.

O curso ”Como Criar um Planejamento de Comunicação Institucional” visa discutir o papel do gestor da imagem pública da empresa e as condições para o desenvolvimento de um trabalho planejado, dois requisitos essenciais para a conquista de resultados positivos nesta área nevrálgica das organizações.

Objetivos gerais - apresentar os diferentes conceitos de comunicação praticados nas empresas, selecionando as aplicações mais corretas;

- desenvolver raciocínio estratégico focado na comunicação institucional;

- compreender o universo do planejamento de comunicação objetivando resultados;

- solidificar conhecimentos sobre comunicação institucional.

Programa

- localização do ambiente de negócios
- análise da função estratégica da comunicação
- debate sobre a importância da imagem pública para as empresas
- discussão a respeito da postura ética empresarial
- planejamento da comunicação institucional:
- formulando conceitos e metodologia de trabalho
- definindo objetivos gerais e específicos
- selecionando públicos e ações
- estabelecendo cronograma operacional
- determinando indicadores de resultados

Benefícios

Ao final do curso, o participante estará habilitado a definir os objetivos mais corretos, a reconhecer a estratégia mais adequada e a escolher as ações mais produtivas para um planejamento de comunicação institucional.

Público-alvo

- Profissionais que já atuam na área de comunicação institucional ou corporativa, independente de suas formações acadêmicas;
- Profissionais que desejam desenvolver novas competências no campo da comunicação institucional.

Izolda Cremonine
Jornalista, relações públicas e publicitária, formada pela Cásper Libero e ESPM. Consultora em Comunicação e Marketing, Diretora da C&M Comunicações, empresa fundada em 1981, tendo atendido clientes como Avon, Gessy Lever, Johnson & Johnson, Natura, Petrobras, entre outros. Ganhou os Prêmios ABERJE em 2003 e 1985 por trabalhos realizados para a Multibras e Goodyear, respectivamente. É professora da ESPM e FGV, e Mestre em Comunicação e Mercado (stricto-sensu).

Mais informações: (11) 3662-3990 ou cursos@aberje.com.br

Data(s)/
Horário :
19/8/2008 - 9:00 às 18:00 horas
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Gestão de Marketing

24.07.2008 Autor: Sandra Maria Martini e Alfredo Passos | Em: Livros

mitsuru.jpgNem conjunto de teorias, nem ferramenta para atender às demandas do mercado. A importância do marketing hoje está além do preconizado até então.Organizado pelo professor Mitsuru Higushi Yanaze, da Universidade de São Paulo, Gestão de Marketing: Avanços & Aplicações traz aos leitores uma nova visão do marketing, colocando como um princípio de trabalho eficaz, que envolve não somente o mercado externo, mas todos os níveis hierárquicos de uma empresa.

O livro apresenta os principais conceitos e modelos de marketing e comunicação, orientando sua aplicação prática de uma forma dedicada à busca constante do conhecimento e do equilíbrio de dois potenciais: o potencial operacional e de oferta da empresa, e o potencial de demanda e de capacidade aquisitiva dos segmentos de mercado almejados.

Por meio de atividades propostas, os leitores poderão simular a prática do marketing em situações reais e incorporar os paradigmas de marketing efetivamente. Professores e profissionais de comunicação também encontram no livro uma excelente fonte das principais teorias sobre o assunto.

Sobre o autor: Mitsuru Higuchi Yanaze

Livre-Docente e Doutor em Ciências da Comunicação pela Escola de Comunicações e Artes da USP.Master of Business Administration (MBA) pela Michigan State University. Especialista em Administração de Empresas pela EAESP da Fundação Getulio Vargas. Bacharel em Publicidade e Propaganda pela ECA/USP. Professor dos cursos de graduação e de pós-graduação (Stricto sensu e Lato sensu) da ECA/USP. Coordenador dos cursos de especialização em Gestão de Marketing e Comunicação da ECA/USP. Coordenador Geral do Centro de Estudos de Avaliação e Mensuração em Marketing e Comunicação — CEACOM–ECA/USP. Consultor de Empresas.

GESTÃO DE MARKETING E COMUNICAÇÃO AVANÇOS E APLICAÇÕES

Mitsuru Higuchi Yanaze

1 Edição | 2007 | Brochura 215p. | Cód.: 1642359 | ISBN: 978850206189

Esta obra atende às seguintes disciplinas: COMUNICAÇÃO | Marketing

Saraiva S/A Livreiros Editores

Ciclo Vestibular e Literatura no CCSP

23.07.2008 Autor: Sandra Maria Martini e Alfredo Passos | Em: Educação

O ciclo Vestibular e Literatura, promovido pela Biblioteca Mário de Andrade, apresenta, dia 2 de agosto, sua segunda edição do ano, agora na Sala Jardel Filho, no Centro Cultural São Paulo

Professores da PUC-SP, especializados em literatura, ministrarão aulas sobre as obras solicitadas pelos vestibulares da Unicamp, PUC e USP.

Com coordenação da professora Sandra Marz, do Departamento de Arte da PUC-SP, o programa abre, dia 2, às 10h30, com os Poemas Completos de Alberto Caeiro, heterônimo de Fernando Pessoa.

Entre os meses de agosto e setembro, serão estudados os livros de Guimarães Rosa, Carlos Drummond de Andrade, Manuel Antônio de Almeida, José de Alencar, Gil Vicente, Eça de Queirós, Machado de Assis e Graciliano Ramos.

Os interessados deverão chegar com meia hora de antecedência no local. Não é necessário fazer inscrição.

Programação:

Dia 2/8
Poemas Completos de Alberto Caeiro - Fernando Pessoa.
Prof. Fernando Segolin.

Dia 9/8
Memórias de um sargento de milícias – M. A Almeida.
Prof. Edilene Dias Matos.

Dia 16/8
Sagarana – Guimarães Rosa.
Prof. Erson Martins de Oliveira.

Dia 23/8
A rosa do povo – Carlos Drummond de Andrade.
Prof. Ana Maria S. S. Mariano.

Dia 30/8
Iracema – José de Alencar.
Prof. Carlos Eduardo S. F. de Souza.

Dia 6/9
Auto da barca do inferno – Gil Vicente.
Prof. Fernando Segolin.

Dia 13/9
A cidade e as serras – Eça de Queirós.
Prof. Vera Lucia Bastazin.

Dia 20/9
Vidas secas – Graciliano Ramos.
Prof. Carlos Eduardo S. F. de Souza.

Dia 27/9
Dom Casmurro – Machado de Assis.
Prof. Maria Aparecida Junqueira.

Sempre a partir das 10h30.

Serviço: Centro Cultural São Paulo – sala Jardel Filho. Rua Vergueiro, 1000. Próximo ao metrô Vergueiro. Tel.: 3241-3459 ou 3256-5270 r: 206 (Ana Elisa ou Edélcio). E-mail: difusao@prefeitura.sp.gov.br. Grátis

Para maiores informações acesse o site, clique aqui.

Grandes Pensadores nas bancas

22.07.2008 Autor: Sandra Maria Martini e Alfredo Passos | Em: Educação

A democracia de amanhã se prepara na democracia da escola” - Célestin Freinet

Nas bancas de jornais e revistas uma edição especial da Revista Nova Escola, “Grandes Pensadores”. Trata-se da compilação de dois especiais da revista publicados em dezembro de 2004 e agosto de 2006.

São 41 pensadores para ajudar a refletir cada vez mais sobre o educar em seu dia-a-dia.

Entre os pensadores, destaque hoje para Célestin Freinet, educador francês que desenvolveu atividades hoje comuns, como as aulas-passeio e o jornal de classe, e criou um projeto de escola popular, moderna e democrática.

freinet-2008.JPGFreinet criou uma pedagogia do trabalho. A atividade é o que orienta a prática escolar e o objetivo final da educação é formar cidadãos para o trabalho livre e criativo, capaz de dominar e transformar o meio e emancipar quem o exerce.

Para Freinet, um dos deveres do professor, é criar uma atmosfera laboriosa na escola, de modo a estimular as crianças a fazer experiências, procurar respostas para suas necessidades e inquietações, ajudando e sendo ajudadas por seus colegas e buscando no professor alguém que organize o trabalho.

Outra função primordial do professor, segundo Freinet, é colaborar ao máximo para o êxito de todos os alunos. Diferentemente da maioria dos pedagogos modernos, o educador francês não via valor didático no erro.

Freinet acreditava que o fracasso desequilibra e desmotiva o aluno, por isso o professor deve ajudá-lo a superar o erro.

Técnicas desenvolvidas por Freinet

  • Aula das descobertas: aulas de campo, voltadas para os interesses do estudantes
  • Auto-avaliação: fichas criadas por Freinet, preenchidas pelos alunos, como forma de registrar a própria aprendizagem
  • Auto-correção: modalidade de correção de textos feita pelos próprios autores, no caso os alunos, sob a orientação do educador
  • Correspondência Interescolar: atividade largamente utilizada por Freinet, na qual os alunos se comunicavam com outros estudantes de escolas diferentes
  • Fichário de consulta: fichas criadas por alunos e professores, para suprir as lacunas deixadas pelos livros didáticos convencionais
  • Imprensa escolar: os textos escritos pelos alunos tinham uma função social real, já que não serviam meramente como forma avaliativa, já que eram publicados e lidos pelos colegas
  • Livro da vida: caderno no qual os alunos registram suas impressões, sentimentos, pensamentos em formas variadas, o qual fica como um registro de todo o ano escolar de cada classe
  • Plano de trabalho: atividade realizada em pequenos grupos que sob a orientação do educador, com base em um dado tema, desenvolvem um plano a ser realizado num certo intervalo de tempo

Célestin Freinet (1896 - 1966), francês de Gars, região da Provença, sul da França:

O mestre do trabalho e do bom senso
Fonte: Texto Técnicas desenvolvidas por Freinet: Wikipédia, a enciclopédia livre.

Fonte: Revista Nova Escola - Grandes Pensadores, Edição Especial número 19, para maiores informações, clique aqui.

O que é Inteligência Competitiva?

21.07.2008 Autor: Sandra Maria Martini e Alfredo Passos | Em: Educação

Inteligência Competitiva, segundo Kahaner (1996), citado pelo Professor Jerry Miller em O Milênio da Inteligência Competitiva, Bookman, 2002, é um imperativo devido a fatores como a velocidade dos processos de negócios, a sobrecarga de informações, o crescimento global do processo competitivo com o surgimento de novos participantes, a concorrência cada vez mais agressiva, as rápidas mudanças tecnológicas e as transformações acarretadas pela entrada em cena global de entidades como a União Européia (UE) e o Acordo de Livre Comércio da América do Norte (Nafta).

seurat-georges-seine-grande-jatte-2602499.jpg

Leonard Fuld em Inteligência Competitiva, Editora Campus, Elsevier, 2007, escreve que não existe melhor maneira de compreender a perspectiva competitiva do que visitar um museu de arte.

Fuld afirma que a escola dos impressionistas, conhecida como pontilhismo, vigorosa no final do século XIX, reproduz cenas completas com milhares de pontos coloridos em vez de linhas contínuas.

Ao olhar de perto, somente pontos. Ao afastar-se, pode-se ver um campo de flores, pessoas passeando, entre outras.

Como lição preferida, Fuld, cita The Seine at the Grande Jatte, de Georges Seurat (acima). Perto não se vê a imagem do barco a vela movendo-se lentamente pela água, Ao afastar-se é possível ver a imagem.

Na opinião de Leonard Fuld, desenvolver inteligencia competitiva é semelhante a criar uma pintura pontilhada.

Seu objetivo não é criar uma imagem perfeita, mas uma imagem representativa da realidade (como Seurat fez ao criar sua cena serena com o mínimo de pontilhados).

Inteligencia é usar informação de forma eficiente e tomar decisões com uma imagem menos do que perfeita. É ver claramente sua concorrência, compreender a estratégia e agir antecipadamente com esse conhecimento.

Se você é o primeiro a ver a imagem claramente, você percebe que está à frente no mercado e de sua concorrência. Com isso, você obtém vantagem competitiva.

Inteligência - como um insight a respeito das condições competitivas ou uma previsão sobre novas oportunidades de mercado - é produto de uma mente perceptiva.

É ver o quanto for possível da imagem, o mais rápido possível, e agir antes que a imagem perfeita se forme.

Inteligência é tomar decisões críticas com conhecimento imperfeito, mas razoável, e com um grau de risco, afirma Fuld.

Inteligência Competitiva + Alfredo Passos: Cursos de Férias ESPM 2008

18.07.2008 Autor: Sandra Maria Martini e Alfredo Passos | Em: Educação

Inteligência Competitiva

Nada de espionagem. Não é preciso praticar uma atividade ilícita para saber o que a concorrência está tramando e aproveitar as oportunidades que possam aparecer no mercado. Com conhecimentos de inteligência competitiva, que incluem a desconstrução e análise de casos reais, é possível antever tendências e negócios.

“Wargaming: fundamentos para sua empresa pensar seus concorrentes” e “Sinergia entre Inteligência Competitiva e Planejamento Estratégico” são alguns dos tópicos do programa dirigidos a essa meta.

Conceito de inteligência competitiva

Inteligência Competitiva, segundo Kahaner (1996), citado pelo Professor Jerry Miller em O Milênio da Inteligência Competitiva, Bookman, 2002, é um imperativo devido a fatores como a velocidade dos processos de negócios, a sobrecarga de informações, o crescimento global do processo competitivo com o surgimento de novos participantes, a concorrência cada vez mais agressiva, as rápidas mudanças tecnológicas e as transformações acarretadas pela entrada em cena global de entidades como a União Européia (UE) e o Acordo de Livre Comércio da América do Norte (Nafta).

A inteligência estratégica, por exemplo, põe em relevo seu relacionamento com a tomada de decisões estratégicas e com a comercialização e ou desenvolvimento dos produtos.

A inteligência do mundo dos negócios incorpora a monitoração de uma ampla gama de fatos novos ao longo do ambiente ou mercados externos de uma organização e seus negócios.

A inteligência competitiva concentra-se nas perspectivas atuais e potenciais quanto a pontos fortes, fracos e nas atividades de organizações que tenham produtos ou serviços similares dentro de um setor da economia.

A inteligência concorrente serve para desenhar o perfil de uma organização específica. Qualquer que seja o seu foco, o processo de inteligência passa por fases como:

  • A identificação dos responsáveis pelas principais decisões e suas necessidades em matéria de inteligência;
  • A coleta de informações;
  • A análise da informação e sua transformação em inteligência;
  • A disseminação da inteligência entre os responsáveis pelas decisões.

A situação atual da inteligência como profissão

No livro citado acima e fonte deste texto, Professor Miller pergunta: “que empresas estão usando e fazendo inteligência?”

Sua resposta publicada no livro orginal em 2000, é exatamente a situação que vivemos no Brasil neste início de século XXI, ou seja, em 2008. Ainda a maioria dos gerentes reúne informação, e alguns a analisam. Empresas de setores altamente competitivos tendem a estabelecer um processo mais formal de inteligência. Companhias que desenvolvem novos mercados, produtos, serviços e/ou processos de negócios baseiam seus movimentos num volume muito grande de inteligência.

Na maioria dos casos, as empresas que mantiveram sua fatia de mercado e seu desempenho ao longo da última década foram aquelas que agiram com inteligência - embora não seja esta uma regra sem exceções, afirma o Prof. Miller.

Maiores informações sobre o curso de férias inteligência competitiva na ESPM São Paulo, clique aqui.

Ler na língua inglesa

16.07.2008 Autor: Sandra Maria Martini e Alfredo Passos | Em: Educação

Vanderlei M., envia uma mensagem com uma excelente dica:

Se você sabe inglês, uma dica para “aprender a ler” é o livro de MORTIMER J. ADLER, “How to Read a Book”, que pode ser lido online ao clicar aqui.

How to Read a Book: The Art of Getting a Liberal Education

Book by Mortimer J. Adler; Simon and Schuster, 1967. 404 pgs.

Title Page

Preface

Table of Contents

Part I: The Activity of Reading

Chapter One: To the Average Reader

Chapter Two: The Reading of “Reading”

Chapter Three: Reading Is Learning

Chapter Four: Teachers, Dead or Alive

Chapter Five: The Defeat of the Schools

Chapter Six: On Self-Help

Part II: The Rules

Chapter Seven: From Many Rules to One Habit

Chapter Eight: Catching on from the Title

Chapter Nine: Seeing the Skeleton

Chapter Ten: Coming to Terms

Chapter Eleven: What’s the Proposition and Why

Chapter Twelve: The Etiquette of Talking Back

Chapter Thirteen: The Things the Reader Can Say

Chapter Fourteen: And Still More Rules

Part III: The Rest of the Reader’s Life

Chapter Fifteen: The Other Half

Chapter Sixteen: The Great Books

Chapter Seventeen: Free Minds and Free Men

Appendix: A List of the Great Books

Publisher’s Note

Index

Observação: A tradução em português está esgotada.

Ensinamentos budistas para crianças

15.07.2008 Autor: Sandra Maria Martini e Alfredo Passos | Em: Livros

Estimular a calma, a confiança e ensinar as crianças alguns valores com preceitos budistas pode parecer uma proposta inusitada. Mas se a idéia for abordada com criatividade, propiciará grandes benefícios para os pequenos e futuros leitores.

budista-livro.jpgCom histórias para ler na hora de dormir, o livro Noites Encantadas, da Publifolha, apresenta 20 adaptações de contos budistas que contribuem para o desenvolvimento da imaginação, incentivam as crianças a seguirem o caminho do bem, como ser mais tolerante com as outras pessoas.

Os preceitos budistas, reunidos no livro e selecionados pelo autor Dhamachari Nagaraja, professor de budismo, estão centrados na paz, na compaixão e no altruísmo. Esses fundamentos oferecem o subsídio ideal para auxiliar os pequenos a lidar com os desafios do mundo moderno com mais segurança. Além disso, fornecem a eles um sólido conteúdo moral que os acompanhará a vida toda.

Ricamente ilustrado, cada fábula, retirada dos contos de Jataka - antigas narrativas atribuídas ao próprio Buda sobre as lições que ele aprendeu - traz uma mensagem do budismo para inspirar conversas e reflexões que aproximam pais e filhos sobre virtudes de como pensar antes de falar, responsabilidade, respeito e perdão.

Noites Encantadas conta ainda com uma seção de meditação passo a passo especialmente adaptada para as crianças, que irá ajudá-los a crescerem mais seguros e felizes.

Noites Encantadas
Autor: Dharmachari Nagaraja
144 páginas
R$ 39,00

Pode ser adquirido nas principais livrarias do país, pelo televendas 0800-140090 ou pelo site, clique aqui.

Sobre autor

Dharmachari Nagaraja pratica o budismo desde 1988, foi ordenado na Ordem Budista Ocidental em 1993, e passou a ensinar no Covent Garden Meditation Centre, também dirigido por ele. Nascido na Escócia, trabalhou no Glasgow Buddhist Centre como psicoterapeuta. É comentarista do programa Terry Wogan Show, na Rádio BBC 2, de Londres, no qual usou contos da tradição budista para transmitir os ensinamentos de Buda a uma audiência de 7,7 milhões de ouvintes britânicos.

Sobre a Publifolha

Criada em 1995, a Publifolha é hoje uma das principais editoras do Brasil. Tem forte atuação nas áreas de guias turísticos, informação e entretenimento. Com um catálogo diversificado, as publicações auxiliam o leitor a conquistar objetivos de estudo, trabalho, bem-estar e lazer. Seus títulos estão distribuídos em 20 áreas, como turismo, desenvolvimento profissional, referência, literatura (brasileira e estrangeira), artes, saúde, puericultura, comportamento, infantil e culinária.

Fonte: Unic Building

Deficientes produzem papel ecológico

14.07.2008 Autor: Sandra Maria Martini e Alfredo Passos | Em: RSE, Sustentabilidade

No momento em que responsabilidade social e desenvolvimento sustentável fazem cada vez mais parte do cotidiano das empresas e das pessoas, um programa realizado em Guarulhos, na região metropolitana de São Paulo, procura unir as duas questões.

O Projeto Tear – Oficinas de Trabalho, Terapia e Arte, desenvolvido em parceria por iniciativa privada, terceiro setor e poder público local, ensina portadores de deficiência mental a como produzir papel ecologicamente correto, que após ser utilizado é cultivado na terra e se transforma em uma planta.

A responsável pela idéia foi a socióloga Rosemeire de Almeida, que é monitora das oficinas de papel do Projeto Tear. A proposta de confeccionar o material surgiu para atender à solicitação de uma grande rede de supermercados, presente em vários estados brasileiros — ela e o grupo de deficientes que participam da oficina realizaram uma série de experiências até chegar ao papel 100% ecológico.

O produto, que tem entre seus ingredientes sementes de grama, apresenta um tempo curto de decomposição. Ele se desfaz na terra em 10 a 12 dias. “Plantamos papel e daí nasce a grama. Isso ocorre porque o papel é recheado com sementes de grama, que permanecem vivas durante a fabricação e o uso do material”, relata a monitora. Além disso, a confecção não passa por nenhum processo químico, diferentemente dos modelos elaborados pelo Tear a partir de fibras retiradas de folhas de alface, cascas de cebola, tronco de bananeira, coco verde e de talos de beterraba e de couve-flor.

O “papel que vira planta” tem mesmo custo do material feito com fibras: cerca de R$ 0,90 por folha. “O que fazemos é uma prova viva de que as pessoas precisam aprender a reciclar os materiais usados no dia-a-dia. Afinal, se cuidarmos do meio ambiente, a natureza sempre responderá positivamente”, afirma Rosemeire de Almeida.

O papel ecologicamente correto, assim como outros produtos confeccionados pelos portadores de deficiência mental, pode ser adquirido de segunda à sexta-feira, das 7h às 17h, na sede do Projeto Tear (Rua Silvestre Vasconcelos Calmon, 92, Vila Moreira, Guarulhos/SP).

O programa, criado em 2003, é uma parceria entre o Laboratório Pfizer, a Associação Cornélia Vlieg e a prefeitura de Guarulhos.

A iniciativa atende a cerca de 100 deficientes mentais por meio de terapia ocupacional e oferece apoio familiar. O objetivo é promover a inclusão social dos pacientes por meio de oficinas profissionalizantes.

Fonte: Ex-Libris Comunicação Integrada

O Diário de Dang Thuy Tram

12.07.2008 Autor: Sandra Maria Martini e Alfredo Passos | Em: Livros

a-noite-passada-sonhei.JPGDang Thuy Tram tinha apenas 24 anos quando, em dezembro de 1966, deixou a casa dos pais – uma remediada família de Hanói – rumo ao sul do país, até a pequena aldeia de Quang Ngai, para trabalhar como médica voluntária durante a Guerra do Vietnã.

Quatro anos depois, a jovem foi morta, com um tiro na testa, por soldados norte-americanos durante uma das inúmeras ofensivas à inóspita região, conhecida como baluarte da guerrilha comunista.

Junto ao corpo, foi encontrado um rádio, um registro contábil de arroz, anotações sobre os ferimentos que tratou, frascos de remédio e ataduras, poemas e um diário. Escrito ao longo de dois anos, de 1968 a 1970, o caderno sobreviveu à guerra pelas mãos de um funcionário do governo americano e permaneceu inédito por mais de 40 anos. É esta história de amor incondicional de uma jovem idealista à pátria, à família e à vida que vem à tona agora, com o lançamento de A noite passada sonhei com a paz.

O livro começa um ano depois de Thuy chegar ao hospital de campanha da Frente de Libertação Nacional – o diário com as anotações sobre os doze primeiros meses da jovem no sul se perdeu.

Lá, em meio a aldeias arrasadas por intensos bombardeios, Thuy era a única responsável por gerenciar a clínica, tratar dos feridos e dar aulas aos aspirantes à medicina, ainda mais jovens que ela, a quem tratava como irmãos.

Ela também participava ativamente das reuniões do partido comunista, do qual aspirava se tornar uma líder ativa. As anotações do diário foram feitas nos intervalos entre as diversas atividades da jovem médica, em enfermarias, trincheiras e abrigos subterrâneos.

A questão pública e a aspiração pessoal da jovem Thuy Tram se misturam a cada página de seu diário. Ela confessa que partiu para Quang Ngai “atendendo ao chamado do país e do amor”.

Profundamente idealista, muitas vezes ingênua, a jovem afirma que se alistou como voluntária para ficar mais próxima de sua grande paixão – o jovem M., de quem não se sabe o nome, seis anos mais velho que ela, chefe de um grupo responsável pela instalação de minas. Os passos de M. serviram de modelo para a escolha política de Thuy ela se esforçou para fazer parte do Partido Comunista e viver de forma patriótica, até o fim de sua curta vida.

Em seu diário, Thuy salta da análise política para observações pessoais, da confissão para a reflexão. O tom e o ritmo da narrativa acompanham suas mudanças de ânimo e humores.

Ela usa belas metáforas para descrever a dor da perda em meio à guerra – “a vida se estende diante de mim em mil pedaços de amor, esperança e inveja”. Faz avaliações duras, muitas vezes injustas, sobre suas próprias fraquezas: - ‘ah, Thuy, sua garotinha! Você ainda é uma criança, você deixa que os sentimentos se sobreponham à razão’. Logo depois, ela tenta se animar e escreve palavras de encorajamento para ela própria: – “permaneça calma e firme sabendo que está certa” .

Com o acirramento dos conflitos, em abril de 1969, o tom dos relatos se torna ainda mais emocionado. A morte se aproxima por todos os lados. As perdas humanas aumentam. Thuy, a equipe e os pacientes são obrigados a deixar a clínica.

A partir daí, ela e seus companheiros de trabalho passam a se deslocar com freqüência, sem encontrar um local seguro para instalar o hospital de campanha. Em 2 de junho de 1970, a clínica provisória montada nas montanhas é bombardeada.

Todos deixam o local no dia seguinte, exceto Thuy, três enfermeiras e cinco pacientes gravemente feridos. A partir daí, começa a contagem regressiva para a salvação, que mais parece um devaneio, de tão improvável. A vida de Thuy dura apenas mais alguns dias.

Dang Thuy Tram

Nascida em Hanói, Dang Thuy Tram era uma médica vietnamita que tratava de civis bem como de soldados vietcongues. Ela morreu em 1970, aos vinte e sete anos. Para saber mais sobre Dang Thuy Tram e como o seu diário – A noite passada sonhei com a paz veio a ser publicado, clique aqui.

Livro: A Noite Passada Sonhei com a Paz, Sub-Título: O Diário de Dang Thuy Tram,

Autor: Dang Thuy Tram, Editora: Rocco, Tradução: Léa Viveiros de Castro,

ISBN: 9788532523372. 


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