Blog Ensino, Pesquisa e Extensão

Laboratório e Observatório sobre o Ensino em Administração e Comunicação Social

Terça-feira
09.02.2010

Qual é a estrutura desejada em uma organização que adota a ICN como uma ferramenta de gestão?

Para esta pergunta buscam-se respostas nos estudos de Rodrigues; Riccardi (2007).

Segundo os autores as organizações necessitam de quatro plataformas para implementar e viabilizar a ICN:

  • Plataforma de gestão do conhecimento,
  • Plataforma de aprendizagem organizacional,
  • Plataforma de inovação e
  • Plataforma de empreendedorismo corporativo. Além disso, é necessário possuir tecnologia de informação e sistemas especialistas de informação.

Leia artigo completo “O Papel da Inteligência Competitiva de Negócios Na Indústria Farmacêutica: O Estudo de Caso da Alcon Labs” apresentado no XII SEMEAD, escrito por Evandro Luiz Lopes, Eloisa de Moura Lopes, Benedita Hirene de França Heringer e Alfredo Passos da Silva. Orientação: Prof.Dr.Leonel Cezar Rodrigues ao clicar aqui.

Segunda-feira
08.02.2010

A principal base da Inteligência Competitiva de Negócios (ICN) é o uso da tecnologia de informação (TI), porém, por si só a TI não é responsável pelo aumento de competitividade de uma empresa, se não forem consideradas sua função contributiva para a estratégia corporativa e a percepção de seu papel pelos gerentes de TI (RODRIGUES, 2002).

Para Rodrigues; Riccardi (2007), “a construção de negócios inteligentes tem ocupado a mente e grande parte do tempo, de acadêmicos e executivos. A crescente capacidade de cumprir promessas de soluções a problemas de ordem administrativa e operacional, que a TI vem demonstrando, leva os executivos a conceberem seus negócios de forma cada vez mais inteligentes”.

A TI está cada vez mais proporcionando, a nível mundial, informações que abrangem mercados, produtos, serviços, políticas públicas, estatísticas, finanças e barreiras legais, sendo assim, as empresas podem, por meio de sua inteligência competitiva, monitorar e utilizar as melhores práticas para a atualização de suas estratégias empresariais.

A ICN é o resultado de um processo de análise e validação, por parte de especialistas, que transformam as informações em valores agregados aos negócios das organizações. Esse procedimento que relaciona o analítico com as informações geram e incorporam conhecimentos para tomada de decisões estratégicas e previsões que possam vir a causar impactos aos negócios empresariais (FULD, 1995).

Fuld (1995) afirma que a Inteligência Competitiva está fundamentada na informação formal e na informação estruturada por meio dos sistemas de informação. Ou seja, ICN é um processo formal, por meio do qual as informações são coletadas, processadas e disseminadas na empresa, nos níveis estratégico e tático, visando à definição e à execução de suas estratégias e à avaliação de sua efetividade.

Leia artigo completo “O Papel da Inteligência Competitiva de Negócios Na Indústria Farmacêutica: O Estudo de Caso da Alcon Labs” apresentado no XII SEMEAD, escrito por Evandro Luiz Lopes, Eloisa de Moura Lopes, Benedita Hirene de França Heringer e Alfredo Passos da Silva. Orientação: Prof.Dr.Leonel Cezar Rodrigues ao clicar aqui.

Inteligência Competitiva: Conceitos (2)

Sexta-feira
05.02.2010

A Inteligência Competitiva de Negócios é uma ferramenta que proporciona um fluxo contínuo de informações, no processo de avaliação das decisões que afetam a estratégia.

Tyson (1998) a conceitua como o “processo sistemático que transforma partículas e pedaços de dados desconexos em conhecimento estratégico”.

É uma série de eventos que se sucedem e são ligados por relações de causa e efeito que identificam e disponibilizam informações para a melhor tomada de decisão gerencial para os negócios empresariais inteligentes.

Canongia et al (2004) define inteligência como “informação analisada, que auxilia a tomada de decisão estratégica e tática.

A palavra ‘competitiva’ relaciona-se à aquisição de informações públicas e acessíveis sobre os concorrentes”. Neste ponto, o autor deixa transparecer o caráter ético que a ICN recomenda para a coleta dos dados concorrenciais.

Para Prescott; Miller, (2002) a ICN nas empresas “se beneficiou grandemente de práticas e conhecimentos da inteligência militar e governamental. Muitos dos pioneiros da comunidade de inteligência empresarial são originários de várias organizações governamentais. Eles trouxeram consigo um conjunto de conceitos e visões decantadas ao longo de séculos”.

A inteligência competitiva está fortemente correlacionada a capacidade das empresas em monitorar informações ambientais para ter respostas aos crescentes desafios e oportunidades que acontecem diariamente.

Pode-se dizer que a ICN busca, em primeiro lugar, modelar o comportamento adaptativo à organização, permitindo que estas façam mudanças em seus negócios (TARAPANOFF; ARAÚJO JÚNIOR; CORMIER, 2000).

Autores como Miller (2000), Passos (2005), Prencipe (2000) e Rodrigues (2002) definem ICN como o processo que visa a subsidiar a tomada de decisão para atingir as metas estratégicas da empresa por meio de coleta, tratamento, análise e disseminação da informação sobre atividades dos concorrentes, tecnologias e tendências gerais dos negócios.

Rodrigues (2002) coloca ainda que a ICN é um integrador organizacional e como tal assume as características de um sistema de inteligência competitiva.

A força da ICN vem da alta gerência e é distribuída para a organização inteira. O objetivo da ICN é coordenar as ações organizacionais de reação ou antecipação às mudanças de mercado.

Rodrigues (2002) ainda salienta que a importância da ICN reside na construção de plataformas de inovação a base para a excelência e liderança, a inovação e desenvolvimento, e o desempenho e crescimento do negócio.

Para a Associação Brasileira de Analistas de Inteligência Competitiva (ABRAIC, 2008), a ICN é um processo de informações para tomada de decisão, com a intenção de preservar ou criar vantagens competitivas para uma organização.

É um processo que visa as forças que regem os negócios, reduzir o risco e conduzir o gerenciamento agir antecipando o futuro, bem como proteger o conhecimento gerado com o intuito de dar continuidade aos negócios.

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Leia artigo completo “O Papel da Inteligência Competitiva de Negócios Na Indústria Farmacêutica: O Estudo de Caso da Alcon Labs” apresentado no XII SEMEAD, escrito por Evandro Luiz Lopes, Eloisa de Moura Lopes, Benedita Hirene de França Heringer e Alfredo Passos da Silva. Orientação: Prof.Dr.Leonel Cezar Rodrigues ao clicar aqui.

Quinta-feira
04.02.2010

A indústria farmacêutica brasileira, com faturamento atingindo a marca de US$ 5,2 bilhões em 2002, ao longo dos últimos anos, vem experimentando alterações profundas em seu ambiente que contribuíram para acirrar a sua competitividade: a abertura econômica e a liberação dos preços dos medicamentos; a aprovação da Lei de Patentes em 1996; a criação da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA) em 1999 e, principalmente, a promulgação da Lei dos Genéricos regulamentada em agosto de 1999.

Além disso, nenhuma empresa isoladamente possui parcela expressiva de mercado, não sendo forte o suficiente para influenciar de maneira significativa o resultado da indústria como um todo.

Diante disto, este artigo busca identificar o papel da Inteligência Competitiva de Negócios na indústria farmacêutica brasileira.

Para tanto, realizou-se um estudo de caso na Alcon Labs do Brasil, empresa do segmento químico-farmacêutico que figura entre as 50 maiores empresas do segmento.

Foram identificadas as principais características de um modelo de Inteligência Competitiva de Negócios, o posicionamento do departamento de inteligência dentro da estrutura empresarial e também os resultados que este departamento vem obtendo juntamente com a área comercial da organização estudada.

Leia artigo “O Papel da Inteligência Competitiva de Negócios Na Indústria Farmacêutica: O Estudo de Caso da Alcon Labs” apresentado no XII SEMEAD, escrito por Evandro Luiz Lopes, Eloisa de Moura Lopes, Benedita Hirene de França Heringer e Alfredo Passos da Silva. Orientação: Prof.Dr.Leonel Cezar Rodrigues ao clicar aqui.

Quarta-feira
03.02.2010

A Universidade de Queensland, na Austrália, oferece bolsas de 50% do valor das mensalidades na área de economia para estudantes brasileiros que queiram cursar graduação, com duração de três anos, ou mestrado, que dura dois anos.

O candidato deve ser formado ou estar cursando economia, administração ou contabilidade. Também precisa apresentar uma carta pessoal falando de seus interesses, uma cópia do passaporte e um currículo. Profissionais formados devem apresentar o diploma original em português, mais a tradução juramentada, além de uma carta de referência profissional. Já os alunos de graduação devem ter CR acima de 8,5. Todos os candidatos devem ainda ter a certificação TOEFL ou a IELTS (inglês).

A seleção será feita pela Latino Austrália Education. As inscrições vão até 16 de abril. Mais informações: http://www.latinoaustralia.com.br ou (21)2540-6067.

Fonte: Revista Ensino Superior. Assinantes podem ler mais ao clicar aqui.

Os filhos da revolução digital

Quarta-feira
03.02.2010

Entender as características de comportamento dos futuros estudantes é um desafio para as instituições de ensino superior.

É claro que a tarefa não é nova, mas a grande diferença que está posta, ao final da primeira década do terceiro milênio, é que a atual geração de adolescentes carrega  características absolutamente novas e peculiares, e, por isso mesmo, campo fértil para estudos e análises sob as mais variadas óticas.

Nunca esse grupo, de jovens entre 12 e 16 anos, teve tanta representatividade no espaço social, sendo um consumidor voraz e, por isso mesmo, alvo de diversas campanhas de marketing.Mas, apesar de ter se tornado tão necessário estabelecer um canal de comunicação com essa faixa etária, que entrará na universidade em breve, nunca se teve tanta dificuldade em desvendar como eles pensam.

Um importante ponto de partida para entender o comportamento dos adolescentes de hoje é o contexto social da revolução digital.

Citando o psicanalista francês Raymond Cahn, autor de diversos livros sobre a adolescência, a psicóloga especializada em orientação educacional Jaqueline Ferreira, define alguns dos principais conflitos dos jovens atualmente: liberdade cada vez maior nos costumes; exigências cada vez mais severas quanto às competências; estímulo ao consumismo e liberação da sexualidade, entre outros.

“No ambiente familiar, o jovem se depara com pais que têm dificuldade para impor limites. Estes pais da contemporaneidade muitas vezes compartilham com os adolescentes suas aflições, sentimentos de incerteza quanto ao futuro, de precariedade, desamparo material e questionamento às instituições”, afirma a psicóloga.

Fonte: Luciano Velleda, Revista Ensino Superior. Para ler mais, clique aqui.

Olheiros da limpeza

Terça-feira
02.02.2010

Grupo apoiado pela associação de moradores fiscaliza despejos irregulares, coleta de lixo atrasada e varrição das ruas

Com bloquinho na mão, moradores comunicam os problemas de limpeza da área à prefeitura, que diz apoiar a iniciativa

Em meio às discussões sobre lixo na rua e renovação dos contratos de varrição da Prefeitura de São Paulo, um grupo de idosos dos Jardins, capitaneados pela associação de moradores, montou um mutirão para tentar manter o bairro limpo.

Com idade de até 86 anos, a turma já conseguiu alistar um “fiscal” por rua e coloca diariamente ao menos 50 olheiros em busca de despejos irregulares, coleta de lixo atrasada ou varrição ineficiente.

De bloquinho na mão para anotar tudo, o contador Arthur Verna, 75, afirma que comunica o local das pilhas de lixo à associação, que repassa as denúncias à subprefeitura e à Secretaria de Serviços.

“Ando para ver onde tem lixo e converso com os garis. Fico de olho em que joga sofás, colchões, televisores. Isso o caminhão da coleta não tem como levar”, relata Verna.

Fonte: Vinicius Queiroz Galvão, Folha de S. Paulo.

Para ler mais, clique aqui.

Segunda-feira
01.02.2010

Como pode uma empresa como a Starbucks vender café para uma nação cuja preferência nacional é o chá?

Como devem agir os profissionais de marketing quando à menção do termo “material de escritório” seguem-se olhares de perplexidade no exterior?

De que maneira podem as empresas tirar proveito do poder aquisitivo e dos desejos de uma população jovem em crescimento?

Estes foram alguns dos desafios discutidos em recente congresso realizado em Nova York cujo tema foi “O papel das marcas na China e na Índia: realidade e futuro.”

Leia mais, ao clicar aqui.

Fonte: Universia Knowledge@Wharton é um serviço gratuito do
Universia e da Wharton School da Universidade de Pensilvânia.

Domingo
31.01.2010

Em posts anteriores mencionei entrevistas da Dra. Ana Beatriz Barbosa Silva. Reitero aos interessados, que o site oficial da autora é o Medicina do Comportamento, clique aqui.

Contatos com a Dra. Ana Beatriz, veja o email indicado.

Médica graduada pela UERJ com pós-graduação em psiquiatria pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ). Professora Honoris Causa pela UniFMU (SP) e Presidente da AEDDA – Associação dos Estudos do Distúrio do Déficit de Atenção (SP). Diretora das clínicas Medicina do Comportamento no Rio de Janeiro e em São Paulo, onde faz atendimento aos pacientes e supervisão dos profissionais de sua equipe.

Escritora, realiza palestras, conferências, consultorias e entrevistas nos diversos meios de comunicação, sobre variados temas do comportamento humano. Autora dos livros: “Mentes Inquietas - TDAH: desatenção, hiperatividade e impulsividade” [Publicação revista e ampliada], “Mentes & Manias”, “Sorria, você está sendo filmado (em parceria com o publicitário Eduardo Mello), “Mentes Insaciáveis: anorexia, bulimia e compulsão alimentar”, “Mentes com Medo: da compreensão à superação” e “Mentes Perigosas: o psicopata mora ao lado”.

E-mail: anabeatriz@medicinadocomportamento.com.br

Sexta-feira
29.01.2010

O ex-primeiro-ministro do Reino Unido Tony Blair afirmou nesta sexta-feira, em depoimento no inquérito sobre a participação britânica na Guerra no Iraque, que o “cálculo do risco” representado pelo ditador iraquiano Saddam Hussein mudou após os ataques terroristas contra os Estados Unidos em 11 de setembro de 2001.

Ao ser perguntado sobre sua estratégia sobre o Iraque, Blair disse que, antes do 11 de Setembro, achava que Saddam Hussein podia ser controlado com uma “política de contenção” e através de sanções.

“O cálculo de risco mudou com os ataques nos EUA nos quais morreram mais de 3.000 pessoas. Se essa gente, inspirada por fanatismos religiosos, tivesse conseguido matar 30 mil, teriam feito, então cheguei à conclusão de que não se podia assumir riscos neste assunto”, afirmou Blair.

Blair ressaltou ainda que esta posição era britânica e não dos Estados Unidos.

Fonte: Folha Online, para ler mais, clique aqui.


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