Laboratório e Observatório sobre Educação por Sandra Maria Martini e Alfredo Passos

Mês: 06.2008


Informações Mercadológicas

30.06.2008 Autor: Sandra Maria Martini e Alfredo Passos | Em: Livros

Marcia P., me escreve contando as dificuldades que está enfrentando em sua organização, pela quantidade de reuniões, somadas as longas apresentações, todas com apoio áudio-visual, mas sempre “PowerPoint e arquivos entre 120 e 180 slides.

Claro que o problema não é o PowerPoint, mas sim a forma com que está sendo sua utilização, pois a falta de preparo para apresentações, ou os chamados “ensaios” antes das apresentações, não para decorar, mas para compreender e melhor comunicar o que se está pensando, conforme ensina meu Mestre Reinaldo Polito, hoje já não acontecem em algumas organizações.

Então o slide “PowerPoint” não fica com a síntese, com o mais importante a ser apresentado, mas com o conteúdo que o apresentador precisa se lembrar. Ou seja, em vez de apresentação, torna-se um exercício de leitura.

“Muita nuca” do apresentador e “pouco rosto”, ou seja, um dos grandes pecados, o de ficar de costas ou de lado para platéia (audiência), porque se faz necessário ficar “de cara” para o slide”. Se faltar energia elétrica…ah D´us, não haverá apresentação, pois “tudo” está no arquivo e não na “cabeça” do apresentador.

Mas, Marcia, conforme fui lendo sua mensagem, lembrei-me das dicas contidas em um bom livro para “tirar este stress” atual e com isso, você poder enxergar muita luz no final do túnel.

Trata-se de Obrigado Pela Informação que Você não Me Deu! - Relevância, Concisão e Simplicidade na Comunicação Empresarial, de Normann Kestenbaum, publicado pela Editora Campus - Elsevier em 2007.

Em síntese, a qualidade da informação e a clareza de raciocínio podem determinar o sucesso ou fracasso de um negócio. Ou de uma idéia. Ou de uma proposta à diretoria ou de uma recomendação ao Conselho de Administração.

Com vasta experiência no assunto, Normann Kestenbaum nos ensina aqui o quanto uma boa gestão deve estar atenta aos problemas que acometem todos os executivos na atualidade: o excesso de informação, a falta de tempo e a dispersão típica da atual geração multitarefa.

Abrindo mão do palavreado redundante e sem sentido, muito comum no meio empresarial, Normann vai direto ao ponto ao nos ensinar do que é feita uma apresentação que possa ser compreendida por todos, sem exceção e, sobretudo, que atinja os seus objetivos iniciais.

Para tanto, o autor coloca o PowerPoint em seu devido lugar, como um simples veículo para transportar um conteúdo de qualidade e de idéias frutos de raciocínio.

Especialista em Expressão de Idéias, em Obrigado pela informação que você não me deu!, Normann Kestenbaum dá todas as dicas, com exemplos práticos, aponta os erros mais freqüentes na apresentação de uma idéia, e ainda responde a questões como: O que não se deve fazer nunca?

O que se deve fazer sempre? Afinal, ele se apóia em erros e acertos colecionados durante muitos anos na estruturação de raciocínios, na formulação da lógica de conteúdos e na conseqüente exposição das idéias junto à direção de grandes empresas no Brasil e ao redor do mundo, nas mais diversas situações corporativas.

Normann define assim: “uma apresentação é um exercício organizado de sustentação de uma proposta colocada logo nos primeiros momentos”. E alerta – “a qualidade da estruturação e expressão das nossas propostas de valor será um grande diferencial competitivo da atualidade”.

Mostra-nos ainda como praticar e adotar, sem temor, concisão e simplicidade, princípios indispensáveis em comunicação. Reforça a importância do exercício da reflexão e uso do conhecimento como fatores-chave na geração de conteúdo de qualidade.

Neste livro o autor explica toda a sua metodologia de trabalho desenvolvida ao longo das últimas décadas, e que ajuda enormemente a melhorar a qualidade da tomada de decisão, provocando um melhor discernimento sobre o assunto. “Sobretudo quando a diretoria lhe conceder apenas 20 minutos para convencê-la a investir 20 milhões na sua idéia. E precisa mais tempo? Quem ler este livro vai descobrir que não”, garante Paulo C. Novis, ao prefaciar este trabalho.

E para finalizar este post, as palavras de José Carlos Grubisich, Presidente da Braskem:

Normann participou dos principais momentos da trajetória da Braskem, um case empresarial de sucesso, sempre com uma contribuição importante apoiando nossos líderes de negócios a se focarem no conteúdo, na síntese da mensagem, separando o que é relevante do que é acessório e dispensável. Conquistou, dessa maneira, a admiração e o respeito de todas as equipes da empresa. Neste livro, compartilha, o conhecimento, experiência e o valioso ativo intangível que acumulou ao longo da sua bem-sucedida carreira profissional no tema de comunicação.
É importante refletir sobre a provocação que Norman propõe neste livro, a respeito da necessidade de desenvolvermos uma capacidade de síntese que nos permita condensar a visão do que é importante e estratégico em um só slide. A assimilação desses conceitos certamente permitirá uma evolução notável nos resultados obtidos nesse processo de comunicação.”

Fonte: Editora Campus - Elsevier

Da competição entre países para a competição entre cidades

30.06.2008 Autor: Sandra Maria Martini e Alfredo Passos | Em: Sustentabilidade

Neste século XXI a competição por investimentos, ocorrerá além das fronteiras dos países, para suas respectivas cidades.

Melina Costa, em SetePerguntas, Exame, 2 de Julho de 2008 (pg. 154) pergunta a Michael Charlton, presidente da agência de investimentos Think London, por que nesta disputa global, Londres é a mais bem-sucedida.

Exame - O seu trabalho é vender a cidade de Londres mundo afora. Quem são hoje os seus principais concorrentes?

MC - Tradicionalmente, competíamos com outras cidades européias, como Paris e Munique. Hoje o importante para as companhias é encontrar talento e as melhores condições para fazer negócios, onde quer que estejam. Por isso, nos últimos três anos, entraram na lista algumas metrópoles do mundo emergente.

Exame - Quais metrópoles do mundo emergente se destacam?

MC - Já concorremos com cidades como Xangai, na China, e Mumbai, na Índia, para atrair algumas empresas. Mas devo dizer que, até agora, nunca competimos com São Paulo. A cidade ainda é um centro regional para a América Latina, e não um centro global.

Exame - O que São Paulo precisa fazer para tornar-se um destino mais atraente para os empresários estrangeiros?

MC - O governo tem de permitir que os negócios aconteçam mais facilmente, o que significa menos regras e regulamentações. Para ter uma idéia, é possível abrir uma empresa em Londres em apenas um dia. Mas acho que o próprio crescimento da economia brasileira vai ajudar a mudar o status de São Paulo. Fizemos um estudo e constatamos que nos próximos dez anos a metrópole deve estar entre os nossos grandes concorrentes.

Para leitura completa, clique aqui.

Portal do Professor

29.06.2008 Autor: Sandra Maria Martini e Alfredo Passos | Em: Educação

Cada vez mais são disponibilizados recursos didáticos para professores, especialmente pela Internet.

Um website de consulta obrigatória é o Portal do Professor, desenvolvido pelo Ministério da Educação.

Em breve apresentação sobre os recursos encontra-se:

“Professor(a), os recursos multimídia publicados aqui são de acesso público e estão disponíveis para enriquecer a sua aula e a aprendizagem de seus alunos. Além de poder ser baixado para sua máquina, CD-ROM ou pendrive cada material publicado nesse Portal pode ser comentado e classificado.

Nesse momento, há 411 recursos publicados e muitos outros aguardando autorização dos autores para publicação. Diariamente, novos recursos estarão sendo inseridos no Portal.”

Visite o site ao clicar aqui.

Produção de frango cresce 12% nos primeiros 3 meses de 2008

28.06.2008 Autor: Sandra Maria Martini e Alfredo Passos | Em: Sustentabilidade

O Brasil registrou nos três primeiros meses de 2008, aumento na produção de frango, suínos, leite e ovos, segundo dados trimestrais da pesquisa Estatística da Produção Pecuária do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), divulgada nesta sexta-feira (27).

A carne de frango foi o destaque do período, com um incremento de 12,2% no abate. A exportação do produto, por sua vez, apresentou crescimento de 12,6%, em comparação aos três primeiros meses de 2007. Já o faturamento passou de US$ 1.192 para US$ 1.233. A produção de ovos de galinha também cresceu. Entre janeiro e março deste ano, foram registradas 570,5 mil dúzias de ovos, representando aumento de 8,2%

O setor leiteiro também avançou na produção. No período pesquisado, foram industrializados 4,88 bilhões de litros de leite. O volume indica 9,3% a mais que igual período do ano anterior. O leite in natura comercializado no mercado externo registrou um aumento de 10,8% e o custo do produto subiu de US$ 1.283, nos três primeiros meses de 2007, para US$ 1.733, no mesmo período deste ano. No entanto, o leite em pó lidera a balança de lácteos ao apresentar um crescimento de 25,6% no volume e de 140,3% no faturamento.

A carne suína teve elevação de 2,7%, com abate de 6,824 milhões de animais, entre janeiro e março deste ano. A venda do produto para países estrangeiros caiu 6,9%, mas o faturamento alcançou 16,9%, elevando o preço médio da tonelada. Nos períodos em comparados o faturamento saiu de US$ 1.940 (2007) para US$ 2.466 (2008).

Uma queda de 10,1% se verificou na produção de bovinos. No primeiro trimestre de 2008, foram abatidas 7,154 mil cabeças. O volume exportado caiu 27,6%, se comparado aos meses iniciais de 2007. O faturamento, por sua vez, compensou a queda do volume comercializado, crescendo 5,2%. O preço médio da tonelada bovina foi de US$ 3.528, no período, contra US$ 2.426, em 2007.

A aquisição de couro cru chegou a 9,694 milhões de peças, sinalizando uma queda de 10,6%, em relação ao ano passado. O couro curtido ficou em 9,770 milhões de unidades, registrando também queda de 10,4%.

Fonte: Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento.

 

Brasil deve ter eucalipto transgênico até 2011

27.06.2008 Autor: Sandra Maria Martini e Alfredo Passos | Em: RSE, Sustentabilidade, Trendspot

A Comissão Técnica Nacional de Biossegurança (CTNBio) já liberou 12 experimentos de campo com variedades transgênicas de eucalipto. A liberação planejada no ambiente é a última etapa da pesquisa antes do pedido de liberação comercial. “Considerando estágio atual das pesquisas, podemos prever que o Brasil terá eucalipto transgênico aprovado comercialmente dentro de dois a três anos”, afirma o farmacêutico e Ph.D. em Biologia Molecular Giancarlo Pasquali, da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS).

Com isso, o País poderia ampliar os ganhos que já obtém com o setor florestal, que atualmente, movimenta US$ 28 bilhões, ou 3,5% do PIB (Produto Interno Bruto); emprega 4,6 milhões de pessoas, ou 4,4% da população economicamente ativa; e gera um superávit comercial de US$ 4,7 bilhões, ou 8,4% do superávit total do Brasil. Os bons números são atribuídos às nossas condições climáticas e à tecnologia desenvolvida pelas empresas e instituições de pesquisa do País. Enquanto nos Estados Unidos o custo de produção de uma tonelada de celulose é de US$ 304, no Brasil este valor é de US$ 157, ou seja, quase metade.

“As variedades transgênicas de eucalipto buscam aumentar a qualidade da madeira, seja pelo aumento da quantidade de celulose, seja pela alteração ou redução do teor de lignina”, diz Pasquali. A lignina é o principal complicador da extração de celulose de um eucalipto convencional. A substância funciona como uma cola entre as fibras vegetais e tem que ser removida para garantir a qualidade do produto final. O problema é que essa remoção é complexa, envolve processos químicos, alto gasto de energia e provoca perdas de celulose.

Pasquali explica que, ao apresentar maior teor de celulose ou diminuir as perdas dessa substância, os eucaliptos geneticamente modificados (GM) aumentam a produtividade das florestas, já que a mesma área plantada passa a render uma quantidade maior de celulose.

A tecnologia possibilita também a obtenção de árvores com crescimento mais rápido, resistentes a pragas e a doenças e tolerantes a diversos tipos de estresse, como a seca e o frio. Além disso, não existem espécies nativas de eucalipto no Brasil, motivo pelo qual não há risco de cruzamento com árvores GM.

A biotecnologia também proporcionará oportunidades ambientais significativas, não apenas pelo menor emprego de recursos químicos e enérgicos nos processos industriais como também pela redução das emissões de efluentes e da produção de resíduos.

Essas e outras informações podem ser encontradas no Guia do Eucalipto, uma publicação que está sendo lançada pelo Conselho de Informações sobre Biotecnologia (CIB). “Nosso objetivo é permitir que a população conheça a importância do setor florestal brasileiro e as contribuições que a biotecnologia está trazendo para a produção do eucalipto”, diz a Diretora- Executiva do CIB, Alda Lerayer. O material pode ser solicitado gratuitamente pelo site, clique aqui.

Fonte: Edelman

ESPM e ABRAIC, convidam para a apresentação de Robson Alberoni, sobre os resultados de recente estudo do Instituto Brasileiro de Inteligência de Mercado - Ibramerc.

Entre os tópicos a serem abordados estão:

  • Foco da área de IM e as principais ferramentas utilizadas;
  • Número médio de profissionais destinados às ações de IM e empresas que possuem ao menos um profissional;
  • Metodologias de análise mais praticadas;
  • Principais benefícios da área enxergados pelas empresas.

Após a palestra, será lançado com exclusividade para os presentes, o livro “Inteligência Competitiva para Pequenas e Médias Empresas - Como superar a Concorrência e Desenvolver um Plano de Marketing para sua Empresa”, de autoria do Prof.M.Alfredo Passos da ESPM com Prefácio de autoria do Prof.Dr.Alexandre Gracioso, Diretor Nacional de Graduação da ESPM, capa de Aline Annunciato Ikeda, publicado pela LCTE Editora.”

Sobre o palestrante: Robson Alberoni

Atuou na Klabin desde 1998, ocupando o cargo de Gerente de Desenvolvimento de Mercado, sendo responsável pelo desenvolvimento e implementação do SKIM – Sistema Klabin de Inteligência de Mercado – considerado pela Microsoft como uma das três melhores aplicações em inovação do mundo e a melhor solução “MBS (Microsoft Business Solution) na categoria Inovação Tecnológica de 2005” para a América Latina. O projeto também foi vencedor do prêmio “Padrão de Qualidade – Gestão do Conhecimento pela revista B2B Magazine em 2006. Hoje, Robson é gerente de Inteligência de Mercado e Informações Gerenciais da Distribuidora Automotiva. É responsável pelo desenvolvimento de ferramentas de gestão, planejamento de mercado, análise de tendências, melhoria da eficiência e eficácia comercial.

Robson Alberoni é formado em Engenharia pela Universidade Federal de Lavras com MBA em Marketing pela USP / FIA e MBA em e-Management pela FGV / EPGE. Possui especialização em Marketing pela ESPM, especialização em CRM pela ITCom e extensão em Administração de Marketing pela FGV / EAESP.

Informações sobre o evento:

Data: 26 de Junho de 2008 (quinta-feira)

Horário: 19h30 às 21h00

Local: ESPM - Campus Profº Francisco Gracioso - Auditório Philip Kotler

Rua: Dr. Álvaro Alvim, 123 - Vila Mariana - São Paulo - SP (Estacionamento no local)

Entrada Franca - Vagas limitadas

Inscrições pelo telefone (11) 5085-4600 ou pelo e-mail centralinfo@espm.br com os seguintes dados:

• Seu nome completo:

• Empresa / Faculdade:

• Cargo / Semestre:

• Telefone:

• E-mail:

Você receberá a confirmação de sua presença em seu e-mail. Imprima esta confirmação e apresente na entrada do evento.

Realização: ESPM

Apoio: ABRAIC. Visite o website da Associação Brasileira dos Analistas de Inteligência Competitiva, clique aqui.

Facilidade no preenchimento, na recuperação de dados de publicações e citações de artigos, além de versão em inglês para a entrada e recuperação dos currículos são algumas das novidades que o Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq/MCT) vai incorporar na Plataforma Lattes. A nova versão será lançada, no dia 25 de junho (quarta-feira), em conjunto com a Editora Elsevier, e contará com a presença do ministro da Ciência e Tecnologia, Sergio Rezende.

A Plataforma Lattes é um sistema desenvolvido e implantado pelo CNPq, que disponibiliza hoje em sua base de dados 1,14 milhão de currículos de pesquisadores, tecnólogos e estudantes das mais diversas áreas do conhecimento que atuam em ciência, tecnologia e inovação. Desse total, 9 % são doutores, 15 % mestres e 8% alunos de pós-graduação.

Parceria
Segundo o presidente do CNPq, Marco Antonio Zago, uma parceria firmada entre o Conselho e a Elsevier permitirá à Plataforma Lattes o acesso às citações dos artigos registrados pelos pesquisadores no Lattes nos mais de 16 mil periódicos científicos que compõem a base Scopus, uma extensa base de resumos e citações de literatura científica.

O novo sistema permitirá a recuperação do número de citações dos artigos registrados no Lattes e exibi-lo ao lado da referência do artigo, juntamente com link para os artigos que o citaram na Scopus. Caso a busca esteja sendo feita em instituição com acesso ao Portal de periódicos da CAPES, o usuário terá acesso ao conteúdo do artigo.

Para o diretor para América Latina da Elsevier, Dante Cid, o acordo com o CNPq fortalece o acesso à informação científica no país e reedita parcerias que a editora estabeleceu com entidades de outros países. “No ano passado, um acordo feito com universidades da Espanha possibilitou a criação do SCImago Journal & Country Rank, que se tornou um dos mais reconhecidos indicadores de ciência do mundo”, observa. “Hoje, fazer parte dessa nova fase da Plataforma Lattes, que é referência no mundo todo, mostra que realmente estamos no caminho certo”, complementa.

Qualidade
A nova versão da Plataforma Lattes possui funcionalidade que permite o acesso à base de dados da organização Crossref, responsável por manter o registro do Identificador Digital (DOI) e de seus metadados de mais de 32 milhões de publicações científicas. Desta forma, o pesquisador poderá recuperar todos os dados de sua publicação apenas fornecendo o DOI da mesma, facilitando o preenchimento e garantindo a qualidade da informação na Plataforma Lattes.

Além da versão em inglês para a entrada e a recuperação dos currículos, o Lattes contará, também, com um novo motor de buscas para acesso mais rápido às informações, mesmo naquelas mais complexas e com palavras-chave altamente citadas nos currículos. A busca passa, ainda, a exibir a freqüência com que as palavras-chave informadas aparecem nos currículos recuperados, com ordenação por campo.

Patrimônio brasileiro
A abrangência da Plataforma Lattes superou o que originalmente foi planejado e programado, ultrapassando as fronteiras do Brasil. Hoje, por meio de permissão de uso concedida pelo CNPq, é utilizada por oito países da América do Sul e África, o que transformou a Plataforma em verdadeiro patrimônio público brasileiro, reconhecido também pelos países desenvolvidos.

Para aperfeiçoar o sistema, evitando e corrigindo falhas, e fortalecendo a sua credibilidade, o Conselho Deliberativo do CNPq criou uma comissão de acompanhamento para verificar a consistência e confiabilidade dos dados inseridos nos currículos.

Fonte: Assessoria de Comunicação Social do CNPq. Mais informações, acesse o site, clique aqui.

O Encontro de Presidentes “RSE e Direitos Humanos”, promovido pela Secretaria Especial dos Direitos Humanos – SEDH – e o Instituto Ethos, foi realizado nesta manhã e contou com as presenças do presidente da República Luis Inácio Lula da Silva, dos ministros Paulo Vannuchi (Secretário Especial dos Direitos Humanos), Nilcéia Freire (Secretária Especial de Políticas paras as Mulheres), Edson Santos (Ministro-Chefe da Secretaria Especial de Políticas de Promoção da Igualdade Racial), Carlos Lupi (Ministro de Estado do Trabalho e do Emprego), do governador José Serra e do prefeito Gilberto Kassab, bem como de Ricardo Young (presidente do Instituto Ethos), de Oded Grajew (presidente do conselho deliberativo do Instituto Ethos) e de mais de 250 presidentes de empresas como HP, Banco Real, Banco Itaú, Vale, Grupo Telefônica, Dupont, Wal Mart, CEF e Alcoa, entre outras.

A plenária foi iniciada por Paulo Vannuchi que, em seu discurso, realçou quatro fatores da importância do evento: a celebração do aniversário dos 60 anos da criação da Declaração dos Direitos Humanos e que, coincide com os 10 anos do Instituto Ethos, além dos 20 anos de democracia plena no País; a articulação da sociedade civil organizada e de órgãos de governo que propiciaram uma confluência inédita de interesses da iniciativa privada e do setor público na definição de compromissos para o avanço dos direitos humanos na empresa e na sociedade; a divulgação desta agenda, que promove a discussão do tema fora do âmbito da criminalidade e da violência; e a qualidade do compromisso que o encontro sugere. “É no diálogo entre sociedade civil organizada e poderes republicanos que acontece o avanço nos direitos humanos “afirmou o ministro Vannuchi. “Estamos aqui para aprender uns com os outros”, finalizou ele.

Para o presidente do Instituto Ethos, Ricardo Young, este encontro é emblemático, porque põe a discussão dos direitos humanos no cotidiano das empresas. “De hoje em diante, não será mais um tema ‘de fora’, circunscrito a especialistas ou militantes das causas sociais”, comentou Young. “Direitos Humanos é assunto estratégico, que precisa avançar no mesmo ritmo dos negócios e do crescimento do país”, enfatizou ele, citando os dados da pesquisa do IPEA – Instituto de Pesquisas Econômicas Aplicadas, divulgada hoje, e a pesquisa Ethos-Ibope sobre o perfil social, racial e de gênero das 500 maiores empresas do país.

O estudo do Ipea demonstra que, nos últimos oito anos, houve um aumento da renda da parcela mais pobre da população; no entanto, o panorama geral ainda é desolador, principalmente em relação à infância. A pesquisa Ethos - Ibope divulgada em dezembro de 2007 traz um recorte sobre o quadro funcional e executivo das 500 maiores empresas do país dos últimos sete anos.

Por meio dele, constata-se que não houve mudanças significativas em relação à equidade de raça e gênero, de oportunidade para jovens e profissionais com mais de 50 anos, bem como inclusão de pessoas com deficiência. Apenas 11% dos cargos executivos são ocupados por mulheres, 3,5% por negros e 0,3% dos deficientes ocupam cargos de supervisão.

“Por que as empresas acabam reproduzindo os padrões de recrutamento e seleção voltados à contratação de um homem branco com 25 anos?”, questionou o presidente do Instituto Ethos. Ainda segundo ele, os inúmeros projetos sociais mantidos pelas empresas têm importância, mas não resolvem as desigualdades apontadas, porque elas ocorrem “da porta pra dentro” da empresa. “Se não houver vontade política e estratégias deliberadas para enfrentar a situação, dificilmente promoveremos mudanças no perfil funcional”, ressalta Young.

O presidente do Conselho Deliberativo do Instituto Ethos, Oded Grajew, foi mais longe e afirmou que as ações afirmativas empresarias em prol de maior diversidade da força de trabalho é item fundamental no processo de ampliação dos direitos humanos para todos os segmentos da sociedade.

“A empresa precisa se conscientizar de que a decisão de contratar esta ou aquela pessoa tem um impacto profundo da vida dos cidadãos e da comunidade”, alerta Grajew. Para ele, este encontro representa a hora da verdade para as políticas de RH adotadas até hoje. “O empresário precisa sair desta reunião e, junto com seus executivos, verificar se a companhia está mesmo realizando um trabalho que melhora a vida de todos”.

Maria Fernanda Ramos Coelho, presidente da Caixa Econômica Federal, leu a Declaração do Encontro de Presidentes, na qual as empresas se comprometeram a reunir esforços na defesa e na garantia dos direitos humanos por meio da aplicação de planos de ação que levem à melhoria dos indicadores de responsabilidade social no que tangem à promoção da equidade de gênero e raça no local de trabalho, erradicação do trabalho escravo nas cadeias de valor, a inclusão de pessoas com deficiência, além do apoio à promoção dos direitos das crianças, jovens e adolescentes.

Treze empresas já são signatárias: Grupo Telefônica, Banco Real ABN Amro, Alcoa, Wal Mart, Banco HSBC, Petrobras, BNDES, Magazine Luiza, CEF, HP do Brasil, Instituto Bovespa, Dupont do Brasil e Banco Itaú.

É livre adesão de empresários a este compromisso sobre direitos humanos nas empresas; a declaração lida no evento estará disponível do site do Instituto Ethos (www.ethos.org.br) a partir da próxima semana.

Exploração sexual

José Serra, governador do Estado de São Paulo, enfatizou bastante a criação de medidas no combate a exploração sexual infantil como, por exemplo, o envolvimento dos setores de transporte e cargas nas políticas sociais públicas e privadas. “As associações de empresários, a meu ver, podem e devem capacitar seus membros e empregados em relação à formação de seus profissionais a respeito da diversidade”, sugeriu ele. O governador também, lembrou que o FUNCAD é um importante instrumento para alavancar esforços em políticas sociais.voltadas às crianças e adolescentes. “Por que as empresas e os cidadãos não o utilizam mais?”, perguntou José Serra.

Encerrando a plenária da manhã, o presidente da República Luiz Inácio Lula da Silva afirmou que várias mudanças significativas ocorreram nos últimos 30 anos em relação aos direitos humanos. ”O que é importante é que trabalhemos hoje para que nos próximos 15 ou 20 anos, possamos nos lembrar de uma reunião como esta e observar que aconteceram avanços, que a sociedade mudou para melhor”.

O presidente propôs um desafio para os empresários presentes e para o País: que daqui a quinze ou vinte anos, o Brasil já seja um país mais igual e não apresente um indicador tão vergonhoso como, entre outros, o de apenas uma em cada quatro mulheres negras ter emprego com carteira assinada. O presidente Lula deixou seu recado para os presidentes: “Movimentos sociais, intelectuais, cientistas, artistas, empresários e toda a cadeia produtiva, todos precisam estar engajados para vencer o desafio da promoção e do exercício pleno dos direitos humanos no Brasil”.

Sobre o Instituto Ethos

O Instituto Ethos de Empresas e Responsabilidade Social é uma organização não-governamental, sem fins lucrativos, criada com a missão de mobilizar, sensibilizar e ajudar as empresas a gerir seus negócios de forma socialmente responsável, tornando-as parceiras na construção de uma sociedade sustentável e justa.

Seus 1500 associados – empresas de diferentes setores e portes – têm faturamento anual correspondente a cerca de 30% do PIB brasileiro e empregam cerca de 1 milhão de pessoas, tendo como característica principal o interesse em estabelecer padrões éticos de relacionamento com funcionários, clientes, fornecedores, comunidade, acionistas, poder público e com o meio ambiente.

Idealizado por empresários e executivos oriundos do setor privado, o Instituto Ethos é um pólo de organização de conhecimento, troca de experiências e desenvolvimento de ferramentas que auxiliam as empresas a analisar suas práticas de gestão e aprofundar seus compromissos com a responsabilidade corporativa. É hoje uma referência internacional no assunto e desenvolve projetos em parceria com diversas entidades no mundo todo. Seu presidente é Ricardo Young.

Fontes: CDN/Ethos/Soma

ESPM e ABRAIC, convidam para a apresentação de Robson Alberoni, sobre os resultados de recente estudo do Instituto Brasileiro de Inteligência de Mercado - Ibramerc.

Entre os tópicos a serem abordados estão:

  • Foco da área de IM e as principais ferramentas utilizadas;

  • Número médio de profissionais destinados às ações de IM e empresas que possuem ao menos um profissional;

  • Metodologias de análise mais praticadas;

  • Principais benefícios da área enxergados pelas empresas.

Após a palestra, será lançado com exclusividade para os presentes, o livro “Inteligência Competitiva para Pequenas e Médias Empresas - Como superar a Concorrência e Desenvolver um Plano de Marketing para sua Empresa”, de autoria do Prof.M.Alfredo Passos da ESPM com Prefácio de autoria do Prof.Dr.Alexandre Gracioso, Diretor Nacional de Graduação da ESPM, capa de Aline Annunciato Ikeda, publicado pela LCTE Editora.”

Sobre o palestrante: Robson Alberoni

Atuou na Klabin desde 1998, ocupando o cargo de Gerente de Desenvolvimento de Mercado, sendo responsável pelo desenvolvimento e implementação do SKIM – Sistema Klabin de Inteligência de Mercado – considerado pela Microsoft como uma das três melhores aplicações em inovação do mundo e a melhor solução “MBS (Microsoft Business Solution) na categoria Inovação Tecnológica de 2005” para a América Latina. O projeto também foi vencedor do prêmio “Padrão de Qualidade – Gestão do Conhecimento pela revista B2B Magazine em 2006. Hoje, Robson é gerente de Inteligência de Mercado e Informações Gerenciais da Distribuidora Automotiva. É responsável pelo desenvolvimento de ferramentas de gestão, planejamento de mercado, análise de tendências, melhoria da eficiência e eficácia comercial.

Robson Alberoni é formado em Engenharia pela Universidade Federal de Lavras com MBA em Marketing pela USP / FIA e MBA em e-Management pela FGV / EPGE. Possui especialização em Marketing pela ESPM, especialização em CRM pela ITCom e extensão em Administração de Marketing pela FGV / EAESP.

Informações sobre o evento:

Data: 26 de Junho de 2008 (quinta-feira)

Horário: 19h30 às 21h00

Local: ESPM - Campus Profº Francisco Gracioso - Auditório Philip Kotler

Rua: Dr. Álvaro Alvim, 123 - Vila Mariana - São Paulo - SP (Estacionamento no local)

Entrada Franca - Vagas limitadas

Inscrições pelo telefone (11) 5085-4600 ou pelo e-mail centralinfo@espm.br com os seguintes dados:

• Seu nome completo:

• Empresa / Faculdade:

• Cargo / Semestre:

• Telefone:

• E-mail:

Você receberá a confirmação de sua presença em seu e-mail. Imprima esta confirmação e apresente na entrada do evento.

Realização: ESPM

Bom dia e bom trabalho.

Voltei a estudar e agora? - Cursos de especialização pós-graduação Lato Sensu

23.06.2008 Autor: Sandra Maria Martini e Alfredo Passos | Em: Educação

Pedro M., me escreve perguntando o que fazer agora que entrou em um curso de pós-graduação Lato sensu, ou seja, um programa de especialização. Por estar há algum tempo longe da escola ainda não pegou o ritmo dos estudos, ou seja, das várias leituras e aulas que já está inserido.

Bom momento para retomar a definição do MEC e os instrumentos de trabalho para um curso.

Segundo o MEC, os cursos de especialização em nível de pós-graduação lato sensu são direcionados à área de exercício profissional, tanto do docente como de outros profissionais inseridos no mercado de trabalho, na perspectiva de educação continuada. Têm carga horária mínima de 360 horas, não computando o tempo de estudo individual ou em grupo sem assistência docente nem o tempo destinado à elaboração de monografia ou trabalho de conclusão de curso. Dependendo do objeto de estudo descrito no projeto pedagógico, o curso de especialização poderá ter carga horária bem maior do que 360 horas.

Nesta categoria estão os cursos de especialização e os cursos designados como MBA (Master Business Administration) ou equivalentes, oferecidos por instituições de ensino superior ou por instituições especialmente credenciadas pelo poder público para atuarem nesse nível educacional.

Os cursos de especialização em nível de pós-graduação lato sensu geralmente têm um formato semelhante ao dos cursos tradicionais, com aulas, seminários e conferência, ao lado de trabalhos de pesquisa sobre os temas concernentes ao curso. Todos os procedimentos pedagógicos, conteúdos, avaliação e demais requisitos devem estar previstos no projeto pedagógico detalhado, aprovado pelo conselho superior da instituição.

Tais cursos têm finalidades muito variadas, que podem incluir desde o aprofundamento da formação da graduação em determinada área - como as especializações dos profissionais da área de saúde - ou temas mais gerais que proporcionam um diferencial na formação acadêmica e profissional.

Embora já com experiência do curso de graduação, nem sempre os estudantes lembram da “Metodologia do Trabalho Científico”, que mesmo tendo um trabalho voltado ao mundo corporativo ou dos negócios, exige a utilização de instrumentos de trabalho, bem definidos.

Aprendizagem e os instrumentos de trabalho

Antônio Joaquim Severino, professor de Filosofia da Educação da USP, com longa e intensa experiência docência como professor de Filosofia e Filosofia da Educação em cursos de graduação, bem como de pós-graduação, pesquisa há muito, no âmbito da filosofia e da filosofia da educação, versando sobre temáticas relacionadas com a educação brasileira e com o pensamento filosófico e sua expressão na cultura brasileira, além de autor de um livro obrigatório para estudantes que voltam ao estudo, após alguns “anos longe da escola”.

Trata-se de Metologia do Trabalho Científico (Cortez, 2007), onde o Prof. Severino aponta caminhos para facilitar o estudo no período compreendido entre 12 e 24 meses.

  1. Biblioteca pessoal - adquirir de forma paulatina os livros fundamentais para o desenvolvimento de seu estudo. Essa biblioteca deve ser especializada e qualificada;
  2. Textos básicos para o estudo de sua área específica, tais como um dicionário, um texto introdutório, um texto de história, algum possível tratado mais amplo, revistas especializadas, obras específicas à sua área de estudo e a áreas afins. Esses textos básicos na opinião do Prof. Antônio Joaquim Severino, têm por finalidade única criar um contexto, um quadro teórico geral a partir do qual se pode desenvolver a aprendizagem, assim como a maturação do próprio pensamento. Portanto, nada de restringir o estudo aos manuais, apostilas, (ou acrescento…slides em power point) ;
  3. Textos especializados - estudos monográficos resultantes das pesquisas elaboradas pelos vários especialistas com os quais o estudante deverá conviver por muito tempo;
  4. Revistas - a assinatura de periódicos especializados é hábito elementar para qualquer estudante exigente. Tais revistas mantém atualizada a informação sobre as pesquisas que se realizam nas várias áreas do saber, assim como sobre a bibliografia referente às mesmas. Em algumas áreas, acompanham essas revistas repertórios bibliográficos, outro indispensável instrumento do trabalho científico;
  5. Recursos eletrônicos - Internet, DVD´s.

O projeto de pesquisa

Em um curso de pós-graduação Lato Sensu, o trabalho de conclusão, é baseado em um roteiro fornecido pela Instituição de Ensino Superior, e voltado à especialização do curso.

No entanto, para melhor realizar este trabalho monográfico, seja ele didático ou científico, é necessário se inserir antes num “universo familiar de problemas”, afirma o Prof. Severino.

Para isso, o estudante tem muito a ganhar se desenvolver um projeto de pesquisa e assim poder estabelecer “um pensamento lógico” para seu trabalho.

Roteiro para projeto de pesquisa:

  1. Título do projeto
  2. Delimitação do tema e do problema
  3. Apresentação das hipóteses
  4. Explicitação do quadro teórico
  5. Indicação dos procedimentos metodológicos e técnicos
  6. Cronograma de desenvolvimento
  7. Referências bibliográficas

1. Título do projeto: trata-se de indicar, mediante um título, o assunto do trabalho.

2. Determinação e Delimitação do Tema e do Problema da Pesquisa: Trata-se do momento fundamental do projeto de pesquisa. É o momento de se caracterizar de maneira mais desdobrada o conteúdo da problemática que vai se pesquisar e estudar.

3. A Formulação das Hipóteses: a idéia central que o trabalho se propõe demonstrar.

4. Explicitação do Quadro Teórico: constitui o universo de princípios, categorias e conceitos, formando sistematicamente um conjunto logicamente coerente, dentro do qual o trabalho do pesquisador se fundamenta e se desenvolver.

5. Indicação dos procedimentos metodológicos e técnicos: o autor anuncia o tipo de pesquisa que desenvolverá. Explicitar se se trata de pesquisa empírica, com trabalho de campo ou de laboratório, de pesquisa teórica ou de pesquisa histórica.

6. Estabelecimento do Cronograma de Pesquisa: distribuição das tarefas nos períodos do calendário.

7. Indicação da Bibliografia: textos fundamentais, leituras, websites, livros.

O Prof. Severino, na conclusão, afirma que o objetivo do seu livro é apresentar diretrizes que ajudem o universitário a disciplinar o seu trabalho de estudo. Sem isso, o aproveitamento de seu estudo e de suas pesquisas ficará muito prejudicado.

O autor, ainda lembra que nas condições universitárias brasileiras, em que a grande maioria dos estudantes não dispõe de tempo integral para seus cursos, exige-se deles rígida organização de tempo integral para seus cursos, rígida organização do pouco tempo disponível para o estudo “em casa”, indispensável para um aproveitamento inteligente do curso para seqüência de seus estudos, como para o exercício de suas atividades profissionais.

Fonte texto sobre cursos de especialização: SESu - Secretaria de Educação Superior/Ministério da Educação, clique aqui.

Fonte texto estudo e projeto de pesquisa: Severino, Antônio Joaquim. Metodologia do trabalho científico. 23.ed.rev. e ampl. de acordo com a ABNT - São Paulo: Cortez, 2007. Maiores informações, clique aqui.

Sinopse deste livro:

Este livro tem por objetivo apresentar aos estudantes e universitários alguns subsídios teóricos e práticos para o enfrentamento das várias tarefas que lhes serão solicitadas ao longo do desenvolvimento do processo ensino/aprendizagem de sua formação acadêmica. Trata-se, pois, de uma iniciação teórica, metodológica e prática ao trabalho científico a ser desencadeado desde o início de sua vida universitária. Mas, pela sua própria natureza é também eficiente ferramenta para o trabalho docente em sua interface com a aprendizagem dos alunos, podendo configurar-se como um bom roteiro para a intervenção didático-pedagógica dos professores, quaisquer que sejam suas áreas ou matérias de ensino. Além dos elementos conceituais que definem e explicam a natureza do conhecimento científico, são apresentadas diretrizes para o entendimento e a aplicação das atividades lógicas e técnicas relacionadas com a prática científica.


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