Estratégia em organizações:Inteligência Competitiva (1)
- Em: Educação
04.02.2010
A indústria farmacêutica brasileira, com faturamento atingindo a marca de US$ 5,2 bilhões em 2002, ao longo dos últimos anos, vem experimentando alterações profundas em seu ambiente que contribuíram para acirrar a sua competitividade: a abertura econômica e a liberação dos preços dos medicamentos; a aprovação da Lei de Patentes em 1996; a criação da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA) em 1999 e, principalmente, a promulgação da Lei dos Genéricos regulamentada em agosto de 1999.
Além disso, nenhuma empresa isoladamente possui parcela expressiva de mercado, não sendo forte o suficiente para influenciar de maneira significativa o resultado da indústria como um todo.
Diante disto, este artigo busca identificar o papel da Inteligência Competitiva de Negócios na indústria farmacêutica brasileira.
Para tanto, realizou-se um estudo de caso na Alcon Labs do Brasil, empresa do segmento químico-farmacêutico que figura entre as 50 maiores empresas do segmento.
Foram identificadas as principais características de um modelo de Inteligência Competitiva de Negócios, o posicionamento do departamento de inteligência dentro da estrutura empresarial e também os resultados que este departamento vem obtendo juntamente com a área comercial da organização estudada.
Leia artigo “O Papel da Inteligência Competitiva de Negócios Na Indústria Farmacêutica: O Estudo de Caso da Alcon Labs” apresentado no XII SEMEAD, escrito por Evandro Luiz Lopes, Eloisa de Moura Lopes, Benedita Hirene de França Heringer e Alfredo Passos da Silva. Orientação: Prof.Dr.Leonel Cezar Rodrigues ao clicar aqui.
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