Blog Educação Século XXI
Laboratório e Observatório sobre Educação por Sandra Maria Martini e Alfredo Passos

Inteligência Competitiva + Alfredo Passos: Cursos de Férias ESPM 2008

18.07.2008 por Sandra Maria Martini e Alfredo Passos

Inteligência Competitiva

Nada de espionagem. Não é preciso praticar uma atividade ilícita para saber o que a concorrência está tramando e aproveitar as oportunidades que possam aparecer no mercado. Com conhecimentos de inteligência competitiva, que incluem a desconstrução e análise de casos reais, é possível antever tendências e negócios.

“Wargaming: fundamentos para sua empresa pensar seus concorrentes” e “Sinergia entre Inteligência Competitiva e Planejamento Estratégico” são alguns dos tópicos do programa dirigidos a essa meta.

Conceito de inteligência competitiva

Inteligência Competitiva, segundo Kahaner (1996), citado pelo Professor Jerry Miller em O Milênio da Inteligência Competitiva, Bookman, 2002, é um imperativo devido a fatores como a velocidade dos processos de negócios, a sobrecarga de informações, o crescimento global do processo competitivo com o surgimento de novos participantes, a concorrência cada vez mais agressiva, as rápidas mudanças tecnológicas e as transformações acarretadas pela entrada em cena global de entidades como a União Européia (UE) e o Acordo de Livre Comércio da América do Norte (Nafta).

A inteligência estratégica, por exemplo, põe em relevo seu relacionamento com a tomada de decisões estratégicas e com a comercialização e ou desenvolvimento dos produtos.

A inteligência do mundo dos negócios incorpora a monitoração de uma ampla gama de fatos novos ao longo do ambiente ou mercados externos de uma organização e seus negócios.

A inteligência competitiva concentra-se nas perspectivas atuais e potenciais quanto a pontos fortes, fracos e nas atividades de organizações que tenham produtos ou serviços similares dentro de um setor da economia.

A inteligência concorrente serve para desenhar o perfil de uma organização específica. Qualquer que seja o seu foco, o processo de inteligência passa por fases como:

  • A identificação dos responsáveis pelas principais decisões e suas necessidades em matéria de inteligência;
  • A coleta de informações;
  • A análise da informação e sua transformação em inteligência;
  • A disseminação da inteligência entre os responsáveis pelas decisões.

A situação atual da inteligência como profissão

No livro citado acima e fonte deste texto, Professor Miller pergunta: “que empresas estão usando e fazendo inteligência?”

Sua resposta publicada no livro orginal em 2000, é exatamente a situação que vivemos no Brasil neste início de século XXI, ou seja, em 2008. Ainda a maioria dos gerentes reúne informação, e alguns a analisam. Empresas de setores altamente competitivos tendem a estabelecer um processo mais formal de inteligência. Companhias que desenvolvem novos mercados, produtos, serviços e/ou processos de negócios baseiam seus movimentos num volume muito grande de inteligência.

Na maioria dos casos, as empresas que mantiveram sua fatia de mercado e seu desempenho ao longo da última década foram aquelas que agiram com inteligência - embora não seja esta uma regra sem exceções, afirma o Prof. Miller.

Maiores informações sobre o curso de férias inteligência competitiva na ESPM São Paulo, clique aqui.

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Ler na língua inglesa

16.07.2008 por Sandra Maria Martini e Alfredo Passos

Vanderlei M., envia uma mensagem com uma excelente dica:

Se você sabe inglês, uma dica para “aprender a ler” é o livro de MORTIMER J. ADLER, “How to Read a Book”, que pode ser lido online ao clicar aqui.

How to Read a Book: The Art of Getting a Liberal Education

Book by Mortimer J. Adler; Simon and Schuster, 1967. 404 pgs.

Title Page

Preface

Table of Contents

Part I: The Activity of Reading

Chapter One: To the Average Reader

Chapter Two: The Reading of “Reading”

Chapter Three: Reading Is Learning

Chapter Four: Teachers, Dead or Alive

Chapter Five: The Defeat of the Schools

Chapter Six: On Self-Help

Part II: The Rules

Chapter Seven: From Many Rules to One Habit

Chapter Eight: Catching on from the Title

Chapter Nine: Seeing the Skeleton

Chapter Ten: Coming to Terms

Chapter Eleven: What’s the Proposition and Why

Chapter Twelve: The Etiquette of Talking Back

Chapter Thirteen: The Things the Reader Can Say

Chapter Fourteen: And Still More Rules

Part III: The Rest of the Reader’s Life

Chapter Fifteen: The Other Half

Chapter Sixteen: The Great Books

Chapter Seventeen: Free Minds and Free Men

Appendix: A List of the Great Books

Publisher’s Note

Index

Observação: A tradução em português está esgotada.

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Ensinamentos budistas para crianças

15.07.2008 por Sandra Maria Martini e Alfredo Passos

Estimular a calma, a confiança e ensinar as crianças alguns valores com preceitos budistas pode parecer uma proposta inusitada. Mas se a idéia for abordada com criatividade, propiciará grandes benefícios para os pequenos e futuros leitores.

budista-livro.jpgCom histórias para ler na hora de dormir, o livro Noites Encantadas, da Publifolha, apresenta 20 adaptações de contos budistas que contribuem para o desenvolvimento da imaginação, incentivam as crianças a seguirem o caminho do bem, como ser mais tolerante com as outras pessoas.

Os preceitos budistas, reunidos no livro e selecionados pelo autor Dhamachari Nagaraja, professor de budismo, estão centrados na paz, na compaixão e no altruísmo. Esses fundamentos oferecem o subsídio ideal para auxiliar os pequenos a lidar com os desafios do mundo moderno com mais segurança. Além disso, fornecem a eles um sólido conteúdo moral que os acompanhará a vida toda.

Ricamente ilustrado, cada fábula, retirada dos contos de Jataka - antigas narrativas atribuídas ao próprio Buda sobre as lições que ele aprendeu - traz uma mensagem do budismo para inspirar conversas e reflexões que aproximam pais e filhos sobre virtudes de como pensar antes de falar, responsabilidade, respeito e perdão.

Noites Encantadas conta ainda com uma seção de meditação passo a passo especialmente adaptada para as crianças, que irá ajudá-los a crescerem mais seguros e felizes.

Noites Encantadas
Autor: Dharmachari Nagaraja
144 páginas
R$ 39,00

Pode ser adquirido nas principais livrarias do país, pelo televendas 0800-140090 ou pelo site, clique aqui.

Sobre autor

Dharmachari Nagaraja pratica o budismo desde 1988, foi ordenado na Ordem Budista Ocidental em 1993, e passou a ensinar no Covent Garden Meditation Centre, também dirigido por ele. Nascido na Escócia, trabalhou no Glasgow Buddhist Centre como psicoterapeuta. É comentarista do programa Terry Wogan Show, na Rádio BBC 2, de Londres, no qual usou contos da tradição budista para transmitir os ensinamentos de Buda a uma audiência de 7,7 milhões de ouvintes britânicos.

Sobre a Publifolha

Criada em 1995, a Publifolha é hoje uma das principais editoras do Brasil. Tem forte atuação nas áreas de guias turísticos, informação e entretenimento. Com um catálogo diversificado, as publicações auxiliam o leitor a conquistar objetivos de estudo, trabalho, bem-estar e lazer. Seus títulos estão distribuídos em 20 áreas, como turismo, desenvolvimento profissional, referência, literatura (brasileira e estrangeira), artes, saúde, puericultura, comportamento, infantil e culinária.

Fonte: Unic Building

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Deficientes produzem papel ecológico

14.07.2008 por Sandra Maria Martini e Alfredo Passos

No momento em que responsabilidade social e desenvolvimento sustentável fazem cada vez mais parte do cotidiano das empresas e das pessoas, um programa realizado em Guarulhos, na região metropolitana de São Paulo, procura unir as duas questões.

O Projeto Tear – Oficinas de Trabalho, Terapia e Arte, desenvolvido em parceria por iniciativa privada, terceiro setor e poder público local, ensina portadores de deficiência mental a como produzir papel ecologicamente correto, que após ser utilizado é cultivado na terra e se transforma em uma planta.

A responsável pela idéia foi a socióloga Rosemeire de Almeida, que é monitora das oficinas de papel do Projeto Tear. A proposta de confeccionar o material surgiu para atender à solicitação de uma grande rede de supermercados, presente em vários estados brasileiros — ela e o grupo de deficientes que participam da oficina realizaram uma série de experiências até chegar ao papel 100% ecológico.

O produto, que tem entre seus ingredientes sementes de grama, apresenta um tempo curto de decomposição. Ele se desfaz na terra em 10 a 12 dias. “Plantamos papel e daí nasce a grama. Isso ocorre porque o papel é recheado com sementes de grama, que permanecem vivas durante a fabricação e o uso do material”, relata a monitora. Além disso, a confecção não passa por nenhum processo químico, diferentemente dos modelos elaborados pelo Tear a partir de fibras retiradas de folhas de alface, cascas de cebola, tronco de bananeira, coco verde e de talos de beterraba e de couve-flor.

O “papel que vira planta” tem mesmo custo do material feito com fibras: cerca de R$ 0,90 por folha. “O que fazemos é uma prova viva de que as pessoas precisam aprender a reciclar os materiais usados no dia-a-dia. Afinal, se cuidarmos do meio ambiente, a natureza sempre responderá positivamente”, afirma Rosemeire de Almeida.

O papel ecologicamente correto, assim como outros produtos confeccionados pelos portadores de deficiência mental, pode ser adquirido de segunda à sexta-feira, das 7h às 17h, na sede do Projeto Tear (Rua Silvestre Vasconcelos Calmon, 92, Vila Moreira, Guarulhos/SP).

O programa, criado em 2003, é uma parceria entre o Laboratório Pfizer, a Associação Cornélia Vlieg e a prefeitura de Guarulhos.

A iniciativa atende a cerca de 100 deficientes mentais por meio de terapia ocupacional e oferece apoio familiar. O objetivo é promover a inclusão social dos pacientes por meio de oficinas profissionalizantes.

Fonte: Ex-Libris Comunicação Integrada

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O Diário de Dang Thuy Tram

12.07.2008 por Sandra Maria Martini e Alfredo Passos

a-noite-passada-sonhei.JPGDang Thuy Tram tinha apenas 24 anos quando, em dezembro de 1966, deixou a casa dos pais – uma remediada família de Hanói – rumo ao sul do país, até a pequena aldeia de Quang Ngai, para trabalhar como médica voluntária durante a Guerra do Vietnã.

Quatro anos depois, a jovem foi morta, com um tiro na testa, por soldados norte-americanos durante uma das inúmeras ofensivas à inóspita região, conhecida como baluarte da guerrilha comunista.

Junto ao corpo, foi encontrado um rádio, um registro contábil de arroz, anotações sobre os ferimentos que tratou, frascos de remédio e ataduras, poemas e um diário. Escrito ao longo de dois anos, de 1968 a 1970, o caderno sobreviveu à guerra pelas mãos de um funcionário do governo americano e permaneceu inédito por mais de 40 anos. É esta história de amor incondicional de uma jovem idealista à pátria, à família e à vida que vem à tona agora, com o lançamento de A noite passada sonhei com a paz.

O livro começa um ano depois de Thuy chegar ao hospital de campanha da Frente de Libertação Nacional – o diário com as anotações sobre os doze primeiros meses da jovem no sul se perdeu.

Lá, em meio a aldeias arrasadas por intensos bombardeios, Thuy era a única responsável por gerenciar a clínica, tratar dos feridos e dar aulas aos aspirantes à medicina, ainda mais jovens que ela, a quem tratava como irmãos.

Ela também participava ativamente das reuniões do partido comunista, do qual aspirava se tornar uma líder ativa. As anotações do diário foram feitas nos intervalos entre as diversas atividades da jovem médica, em enfermarias, trincheiras e abrigos subterrâneos.

A questão pública e a aspiração pessoal da jovem Thuy Tram se misturam a cada página de seu diário. Ela confessa que partiu para Quang Ngai “atendendo ao chamado do país e do amor”.

Profundamente idealista, muitas vezes ingênua, a jovem afirma que se alistou como voluntária para ficar mais próxima de sua grande paixão – o jovem M., de quem não se sabe o nome, seis anos mais velho que ela, chefe de um grupo responsável pela instalação de minas. Os passos de M. serviram de modelo para a escolha política de Thuy ela se esforçou para fazer parte do Partido Comunista e viver de forma patriótica, até o fim de sua curta vida.

Em seu diário, Thuy salta da análise política para observações pessoais, da confissão para a reflexão. O tom e o ritmo da narrativa acompanham suas mudanças de ânimo e humores.

Ela usa belas metáforas para descrever a dor da perda em meio à guerra – “a vida se estende diante de mim em mil pedaços de amor, esperança e inveja”. Faz avaliações duras, muitas vezes injustas, sobre suas próprias fraquezas: - ‘ah, Thuy, sua garotinha! Você ainda é uma criança, você deixa que os sentimentos se sobreponham à razão’. Logo depois, ela tenta se animar e escreve palavras de encorajamento para ela própria: – “permaneça calma e firme sabendo que está certa” .

Com o acirramento dos conflitos, em abril de 1969, o tom dos relatos se torna ainda mais emocionado. A morte se aproxima por todos os lados. As perdas humanas aumentam. Thuy, a equipe e os pacientes são obrigados a deixar a clínica.

A partir daí, ela e seus companheiros de trabalho passam a se deslocar com freqüência, sem encontrar um local seguro para instalar o hospital de campanha. Em 2 de junho de 1970, a clínica provisória montada nas montanhas é bombardeada.

Todos deixam o local no dia seguinte, exceto Thuy, três enfermeiras e cinco pacientes gravemente feridos. A partir daí, começa a contagem regressiva para a salvação, que mais parece um devaneio, de tão improvável. A vida de Thuy dura apenas mais alguns dias.

Dang Thuy Tram

Nascida em Hanói, Dang Thuy Tram era uma médica vietnamita que tratava de civis bem como de soldados vietcongues. Ela morreu em 1970, aos vinte e sete anos. Para saber mais sobre Dang Thuy Tram e como o seu diário – A noite passada sonhei com a paz veio a ser publicado, clique aqui.

Livro: A Noite Passada Sonhei com a Paz, Sub-Título: O Diário de Dang Thuy Tram,

Autor: Dang Thuy Tram, Editora: Rocco, Tradução: Léa Viveiros de Castro,

ISBN: 9788532523372. 

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Palácio Boa Vista em novo livro

11.07.2008 por Sandra Maria Martini e Alfredo Passos

Cartão postal de Campos do Jordão, cenário da estréia do Festival de Inverno e abrigo de um dos mais ricos acervos de arte brasileira, o Palácio Boa Vista ganha livro editado pela Imprensa Oficial do Estado de São Paulo e escrito pela curadora do acervo dos palácios do Governo do Estado, Ana Cristina Barreto.

 

boa-vista-livro.jpgNo alto da Serra da Mantiqueira e cercado por bosques de quaresmeira e mata nativa, o Palácio Boa Vista abriga uma das mais ricas coleções de arte do Brasil, com quadros de Anita Malfatti, Tarsila do Amaral e Vicente do Rego Monteiro, escultura de Victor Brecheret e muito mais. Sua história, seus personagens e reproduções do acervo construído cuidadosamente ao longo dos anos são tema do livro “Palácio Boa Vista – Um palácio-museu e suas preciosidades”, de Ana Cristina Barreto, curadora do acervo dos palácios do Governo do Estado, que a Imprensa Oficial do Estado de São Paulo lança em julho.

Antigo cenário de saraus, concertos e recitais que deram origem ao Festival de Inverno de Campos do Jordão, o palácio foi idealizado em 1938 por Adhemar de Barros para ser a residência de verão do governador do Estado. Inspirado pelos castelos europeus, ele contratou o arquiteto polonês radicado no Brasil George Przirembel, que o projetou no estilo neogótico inglês com referências à dinastia Tudor (1485-1558).

Durante 25 anos a construção foi abandonada por questões econômicas e políticas e em 1964, quando Adhemar de Barros estava novamente no poder como governador, o palácio foi concluído e inaugurado no dia 21 de julho. O Boa Vista é um dos quatro palácios do Governo do Estado e foi transformado em Monumento de Visitação Pública em 1970.

“Conseguimos reunir no livro reproduções de algumas das mais importantes obras brasileiras e contar a história do Palácio Boa Vista. Assim, levamos aos leitores de todo o Brasil um pouco do espírito desse lugar tão especial e deixamos um convite para que todos o conheçam pessoalmente”, diz Hubert Alquéres, presidente da Imprensa Oficial do Estado de São Paulo.

No livro, Ana Cristina faz uma retrospectiva histórica da construção e das funções do palácio. Busca mostrar, através de texto e imagens, algumas das mais importantes obras do acervo e a rica contribuição do palácio à história do turismo e do lazer em Campos do Jordão.

A autora resgata a fundamental ação de Luis Arrobas Martins, então secretário de Fazenda do estado de São Paulo, a partir dos anos 70, na formação do precioso acervo, que inclui peças significativas do mobiliário artístico português e brasileiro dos séculos XVII, XVIII e IX e outras feitas no século XX pelo Liceu de Artes e Ofícios.

Ela dedica um capítulo ao projeto arquitetônico do palácio, detalhando espaços e cômodos. Depois, sugere um roteiro de visita no qual explica o que o visitante poderá encontrar. Em outro capítulo, fala sobre a capela modernista de Paulo Mendes da Rocha construída em 1988. Uma linha do tempo com início em 1938, ano em que foi lançada a pedra fundamental do palácio, mostra os eventos mais significativos ocorridos lá.

Os artistas do acervo

Dos artistas brasileiros ou naturalizados e reconhecidos no Brasil que estão representados no acervo de artes plásticas do Palácio Boa Vista, destacam-se Alberto da Veiga Guinard, Alfredo Volpi, Anita Malfatti, Antônio Gonçalves Gomide, Emiliano Di Cavalcanti, Francisco Rebolo Gonçalves, Tarsila do Amaral, Victor Brecheret, Vicente do Rego Monteiro, entre outros. A autora mostra e explica a importância de algumas obras ícones do palácio como “Auto-retrato” de Tarsila do Amaral, um dos mais famosos da pintura moderna brasileira, “Maternidade”, óleo sobre tela pintado por Vicente do Rego Monteiro em 1924, e “Bailarina”, escultura em bronze de Brecheret, de 1920.

Festival de Inverno de Campos do Jordão e o Palácio

Vale lembrar que o Festival de Inverno de Campos do Jordão nasceu nos salões do palácio. Para justificar a idéia de um centro cultural, foram organizados saraus, concertos e recitais inspirados no Festival de Salzburgo. Assim, com importantes nomes da música como Magdalena Tagliaferro, Turíbio Santos, Edmar Ferreti entre outros, iniciou-se o primeiro Concerto de Inverno de Campos do Jordão.

Serviço

Palácio Boa Vista

Um palácio-museu e suas preciosidades

Edição bilíngüe

Imprensa Oficial do Estado de São Paulo

136 páginas

R$ 50,00

Lançamento: julho/2008

Fonte: Lu Fernandes Escritório de Comunicação

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Educação em ambiente virtual

10.07.2008 por Sandra Maria Martini e Alfredo Passos

Em agosto o SEBRAE inaugura a Ilha do Empreendedor. A unidade só existe virtualmente no ambiente do Second Life o que permite visitar a qualquer hora do dia e do lugar. Este será um espaço que permitirá a realização de: feiras, encontros de negócios, estandes para a criação de lojas, palestras e aulas.

O número de visitantes mostra o acerto da iniciativa. Em agosto de 2007, o SEBRAE começou a atuar como um ponto de atendimento, mostrando produtos e serviços e encaminhando os interessados para o site da instituição. Sem qualquer divulgação, recebeu neste período 2.970 visitantes e, de maio para cá, com a Ilha do Empreendedor, foram registradas 1.164 visitas. Este período de experiência comprovou o interesse dos visitantes e as enormes possibilidades desta nova fronteira.

Para obter mais informações, o interessado tem atendimento personalizado de segunda à sexta-feira, das 8h às 20h. Rodrigo Gecelka, IEA (Instituto de Estudos Avançados, parceiro do SEBRAE) , responsável por este serviço, avisa que o SEBRAE oferece ainda um curso para os iniciantes interessados em aprender a se movimentar no Second Life. Todos os produtos e serviços oferecidos pelo SEBRAE são gratuitos.

Fonte: Mundo Sebrae, clique aqui para maiores informações. 

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Produção científica brasileira é a …

09.07.2008 por Sandra Maria Martini e Alfredo Passos

fernando-haddad.jpgO Brasil já está na 15ª colocação no ranking da produção científica mundial. Com 19.428 artigos publicados em 2007, o país responde por 2,02% do total da produção científica no mundo, superando a Suíça (1,89%) e a Suécia (1,81%) e aproximando-se da Holanda (2,55%) e da Rússia (2,66%).

Os números foram divulgados nesta terça-feira, 8, pelo ministro da Educação, Fernando Haddad, e pelo presidente da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes), Jorge Guimarães.

Entre os países latino-americanos, o Brasil é destaque. Em segundo lugar no continente vem o México, na 28ª posição mundial, com 7.469 artigos publicados no mesmo período, o que corresponde a 0,78% da produção no mundo. Quando combinados os fatores território (países com mais de quatro milhões de quilômetros quadrados), população (países com mais de 100 milhões de habitantes) e economia (países com PIB maior do que 400 milhões de dólares), o Brasil figura entre os quatro primeiros produtores científicos do mundo, junto com a Rússia, os Estados Unidos e a China.

No quesito qualidade, medido pela porcentagem de citações - quantidade de artigos citados em outras publicações - o Brasil está em 25º lugar na lista mundial, com 57,6% de artigos citados no período de 2003 a 2007. Em primeiro, está a Dinamarca, seguida pela Suíça. Nesse ranking, China e Rússia ficam atrás do Brasil.

“Continuamos uma trajetória consistente no aumento da produção científica brasileira”, afirma Haddad. “Nossa grande tarefa, agora, é traduzir esse acúmulo de conhecimento para a área do magistério, formando professores para a educação básica.” Segundo o ministro, outro passo importante a ser dado é transformar o potencial de produção científica em aplicação no trabalho. “A Lei de Incentivo à Pesquisa começa a sair do papel. Começam a chegar os primeiros projetos de pesquisa aplicada”, relata.

Para Jorge Guimarães, entre os motivos para a boa colocação do país estão os programas de iniciação científica, o fortalecimento da pós-graduação, a formação de grupos de pesquisa, as cooperações internacionais e, mais recentemente, o Portal de Periódicos da Capes. “O mundo dobrou a produção científica de 1981 a 2006. O Brasil aumentou em nove vezes”, exemplifica.

A área brasileira que se destaca no âmbito mundial em produção científica é a agricultura, com 4.139 artigos produzidos entre 2003 e 2007 - 4% da produção total em todo o mundo. Já dentro do país, o destaque vai para a medicina: 3.745 artigos publicados em 2007. Entre os artigos brasileiros citados nos últimos quatro anos, 71% são da área de neurociências. “Os artigos brasileiros sobre agricultura são pouco citados mundialmente porque a nossa agricultura é tropical; não interessa tanto para países com outro clima”, explica Guimarães.

Para o presidente da Capes, a expectativa para a produção científica brasileira em 2008 é grande. Até agora, o número de publicações é de 18.390. Destas, 14.961 são de artigos científicos. “É quase certo que ultrapassemos a marca de 2007″, comemora.

Fonte: MEC

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1932: IMAGENS DE UMA REVOLUÇÃO

08.07.2008 por Sandra Maria Martini e Alfredo Passos

capa-frente_baixa.jpg

No mês em que o Brasil lembra os 76 anos de seu maior conflito bélico do século XX, chega às livrarias o livro “1932: imagens de uma revolução”, do historiador e professor da Universidade Federal de São Carlos, Marco Antônio Villa, com edição pela Imprensa Oficial do Estado de São Paulo. O prefácio é do historiador Boris Fausto.

Ricamente ilustrado com imagens de armas, tanques de guerra, soldados no campo de batalha, recortes de jornal, mapa de São Paulo e cartazes de propaganda o livro resgata e dá a dimensão deste importante momento histórico, muitas vezes relegado a segundo plano, quando São Paulo tentou democratizar o País, derrubando o Governo Provisório de Getúlio Vargas, então uma ditadura, e iniciar um regime constitucional.

Boris Fausto, no prefácio, reforça a atualidade da obra: “A guerra paulista seria, então, a página virada de um velho folhetim? Nem de longe. Basta lembrar que a democracia, como valor básico, continua sendo um requisito essencial da vida na nossa sociedade – um valor que resiste às ameaças veladas ou abertas e que ganha, ao mesmo tempo, conteúdo cada vez mais pluralista, nos dias atuais. O texto de Marco Antonio Villa assume as contradições inerentes à Revolução de 1932, e dá um passo à frente, ao introduzir um novo olhar sobre o episódio”.

A obra tem como elemento central a questão democrática como a grande herança da Revolução Constitucionalista. Se os paulistas não saíram vitoriosos desse conflito que envolveu cerca de 85 mil combatentes – 55 mil das forças federais e 30 mil do exército constitucionalista – o resultado historicamente foi importante porque iniciou-se ali o processo de democratização: em maio do ano seguinte foram realizadas eleições para a Assembléia Nacional Constituinte e as mulheres votaram pela primeira vez. No livro, Marco Antônio Villa mostra o contexto da revolução e as tentativas fracassadas de ampliá-la a outros estados.

“Apesar de ficar restrito à São Paulo, este foi o maior conflito desde os primeiros anos da república e debater a Revolução Constitucionalista é uma necessidade histórica e política”, defende Marco Antonio Villa. “A democracia estava no centro da disputa travada em São Paulo, mas não devemos louvar a guerra. Se a tensão era política, ela não deveria ter sido resolvida no campo militar”, argumenta o historiador. Estima-se que 1.050 soldados federais e 634 constitucionalistas tenham morrido no conflito.

Pela primeira vez, a aviação foi usada em uma guerra civil brasileira. Eram 12 aviões do lado do governo federal e 6 do lado dos constitucionalistas (Unidades Aéreas Constitucionalistas - UAC). No início, os aviões eram armas de propaganda: nos dias 10 e 14 de julho, dois aviões constitucionalistas jogaram milhares de folhetos e cinco mil exemplares de A Gazeta e O Estado de S. Paulo sobre a capital federal. O mesmo fez a aviação federal em território paulista. Depois vieram os bombardeios em áreas civis, navios, fábricas e usinas elétricas.

Como em toda guerra, a primeira vítima é a verdade, e a censura foi marcante nos dois lados. Para os constitucionalistas, as manchetes eram sempre positivas – mesmo às vésperas da rendição. Por parte do governo, a censura impedia que se noticiassem manifestações contrárias a ele.

“Não podemos esquecer o que passamos durante esta guerra: a vontade de transformar o Brasil num país democrático, a coragem dos soldados e voluntários nos campos de batalha espalhados pelo interior do estado e, sobretudo, as transformações decorridas desse embate, que foi, felizmente, a última guerra brasileira. Esta é a razão de publicarmos esta obra”, diz Hubert Alquéres, presidente da Imprensa Oficial do Estado de São Paulo.

Villa trata também do percurso de alguns intelectuais como Oswald de Andrade e Cassiano Ricardo durante a Revolução e dedica um capítulo às artes desenvolvidas em 1932, com destaque para a música e a literatura. Ele mostra capa de títulos como “Diário de um Combatente desarmado”, de Sertorio de Castro; “S.Paulo Venceu!”, de Arnon de Mello; “São Paulo e sua guerra de seccessão”, de Almachio Diniz; “Chorando e rindo…”, de Cornélio Pires entre outros. Traz ainda partituras de músicas e hinos como “A São Paulo”, com poesia de Fagundes Varella e música de Francisco Mignone”; “O passo do soldado – Marcha da Liga de Defesa Paulista”, com letra do sonetista Guilherme de Almeida e música de Marcelo Tupinamba; “Ilha das Flores”, de Augusto Miranda e outras. Trechos de um discurso pouco conhecido de Carlos Drummond de Andrade chamado “O soldado do Túnel” também estão no livro.

Sobre o autor

Marco Antonio Villa é historiador com mestrado em Sociologia pela Universidade de São Paulo (1989) e doutorado em História Social pela Universidade de São Paulo (1993). Atualmente é professor da Universidade Federal de São Carlos. Tem experiência na área de História, com ênfase em História do Brasil Império e História do Brasil República. É coordenador da Coleção Paulista, editada pela Imprensa Oficial do Estado de São Paulo em parceira com a FUNDAP para recuperar documentos representativos do debate político paulista que repercutiram na cena política nacional.

Serviço:

1932: Imagens de uma revolução

Marco Antônio Villa

Imprensa Oficial do Estado de São Paulo

208 páginas

R$ 60,00

Lançamento: julho/2008

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Abertura de negócio próprio

07.07.2008 por Sandra Maria Martini e Alfredo Passos

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O brasileiro voltou a investir na abertura de novos negócios. Essa foi a principal mudança no cenário empreendedor brasileiro apontada pela nova pesquisa do Global Entrepreneurship Monitor (GEM), que mede as taxas de empreendedorismo mundial.

A taxa de empresas iniciais (TEA) cresceu de 11,6%, em 2006, para 12,72%, em 2007 (equivalente a 15 milhões de empreendimentos).A pesquisa foi apresentada pelo pesquisador do Instituto Brasileiro da Qualidade e Produtividade (IBQP), Paulo Bastos, e comentada pelo professor da FGV/RJ, Marcelo Néri, em março deste ano, na sede do Instituto de Mercado de Capitais (Ibmec), em São Paulo. Com apoio do Instituto Empreender Endeavor, o evento teve transmissão ao vivo através de webconferência. O Instituto Endeavor é uma organização sem fins lucrativos de apoio a empreendedores inovadores e do incentivo à cultura empreendedora.

Em 2007, no ranking mundial, o Brasil se aproximou mais dos principais países empreendedores do mundo, passando de 10º para 9º lugar. O valor da TEA para 2007 é muito semelhante à média dos últimos seis anos de participação do Brasil na pesquisa, que é de 12,8%. Ao se comparar esse valor à média da TEA dos países que participaram de todas as coletas de 2001 a 2007, pode-se observar que a taxa média brasileira permanece sistematicamente acima da média mundial, que é 9,07%, estimando 222 milhões de empreendedores iniciais no mundo.

Ranking mundial

A pesquisa mostra que o Brasil é o nono país com o maior número de pessoas que abrem negócios no mundo. São cerca de 15 milhões de empreendedores iniciais (que estão em fase de implantação do negócio ou que já o mantêm por até 42 meses).

Eles correspondem a 12,72% da população adulta de 118 milhões de brasileiros com 18 a 64 anos de idade.
Embora o Brasil tenha subido apenas uma colocação, esse crescimento é extremamente expressivo quando se observa que nesta edição houve a inserção de cinco novos países na pesquisa: Cazaquistão, Porto Rico, República Dominicana, Romênia e Sérvia.

Como a taxa de empreendedorismo de cada país é calculada individualmente, a inclusão de países na pesquisa GEM tende a alterar as posições dos países remanescentes no ranking mundial.

Nesta edição, a pesquisa GEM permaneceu trabalhando com duas categorias de ranking. Uma delas é a taxa de empreendedores em estágio inicial, medida a partir da pesquisa com a população adulta (18 a 64 anos) que está ativamente envolvida na criação de novos empreendimentos ou à frente de empreendimentos com até três anos e meio. A outra categoria é a de empresas estabelecidas há pelo menos três anos e meio (42 meses).

Na categoria de empreendedores iniciais, os países mais empreendedores são:

  1. Tailândia (26,87%),
  2. Peru (25,89%),
  3. Colômbia (22,72%),
  4. Venezuela (20,16%),
  5. República Dominicana (16,75%),
  6. China (16,43%),
  7. Argentina (14,43%) e
  8. Chile (13,43%).

Já os oito países menos empreendedores são Japão (4,34%), Suécia (4,15%), Romênia (4,02%), França (3,17%), Bélgica (3,15%), Porto Rico (3,06%), Rússia (2,67%) e Áustria (2,44%).

Na categoria de empresas estabelecidas, o Brasil ficou em 6º lugar (9,94%). A Tailândia (21,35%) e o Peru (15,25%) também lideram esta categoria, seguido da Grécia (13,31%), Colômbia (11,56%) e Argentina (9,96%).

Entre os países com menos empresas estabelecidas estão Porto Rico (2,40%), Israel (2,36%), França (1,74%), Rússia (1,68%) e Bélgica (1,40%).

Motivação x necessidade

Como nas edições passadas da pesquisa, o GEM também diferenciou os empreendedores em função de sua motivação para desenvolver um negócio próprio. O objetivo é verificar se as iniciativas empreendedoras decorrem de oportunidades de negócios, sobre esse aspecto está inserido também o espírito empreendedor, ou se estão relacionadas à falta de opções no mercado de trabalho. Tem-se, portanto, as taxas de empreendedorismo por oportunidade e por necessidade.

Quanto a essa classificação, no Brasil, os números demonstram que o empreendedorismo por oportunidade vem crescendo desde 2003, atingindo 57% (aproximadamente 8 milhões de iniciativas) da população de empreendedores iniciais.

Conseqüentemente houve, durante o mesmo período, uma diminuição na proporção de empreendedores por necessidade, representando 43% (aproximadamente 7 milhões de iniciativas) do total de empreendedores iniciais. Proporcionalmente, ainda é possível dizer que no Brasil, para cada indivíduo que empreende por oportunidade, existe outro que o faz por necessidade.

De acordo com o diretor-técnico do Sebrae Nacional, Luiz Carlos Barboza, esse aumento de novas empresas está diretamente ligado à saúde da economia brasileira, além do elevado espírito empreendedor dos brasileiros. “Depois de algumas décadas, o Brasil está experimentando um período de crescimento continuado, com diminuição das taxas de juros e aumento significado de crédito, especialmente para as pessoas físicas.

Barboza acredita que os pequenos negócios, notadamente aqueles nascentes, são muito susceptíveis às variações na economia. São os primeiros a sentir os efeitos de queda de consumo ou dificuldades de crédito. No entanto, quando a economia vai bem há uma maior sobrevivência dos negócios existentes, bem como estímulo ao surgimento de outros.

Com a implementação da Lei Geral da Micro e Pequena Empresa, é possível que esse número venha a crescer ainda mais nos próximos anos. Isso porque a lei traz um conjunto de normas que desburocratiza não só a arrecadação de impostos, com o Simples Nacional, como também o processo de abertura de empresa, por meio do Cadastro Sincronizado. “As medidas relativas à facilidade e agilidade na abertura das empresas ainda estão sendo gradativamente implementadas e, em breve, poderão contribuir para que o espírito empreendedor dos brasileiros possa encontrar um ambiente mais favorável e estimulador”, disse Barboza.

Cenário mundial

Além da análise das taxas de empresas iniciais (TEA) dos países, nesta edição, o GEM trouxe uma inovação metodológica. Trata-se do aprofundamento da comparação entre o Brasil com três grupos de países: G7 – grupo das sete nações mais ricas do mundo – Canadá, França, Grã-Bretanha, Alemanha, Estados Unidos, Itália, Japão; Bric – Brasil, Rússia, China, Hong Kong e Índia; e os países da América Latina.

Por essa análise, constatou-se que a taxa brasileira de 12,72% é representativa quando comparada com outros países que desempenham importante papel no cenário mundial. Outra constatação trata da relativa estabilidade da TEA ao longo do tempo, dos países que apresentam altas taxas. Países como Brasil, China e Peru, com taxas superiores a 10, têm mantido sua posição entre os mais dinâmicos do mundo em termos de atividade empreendedora.

Metodologia

Criado em 1999, o Global Entrepreneurship Monitor (GEM) é o maior estudo independente do mundo sobre a atividade empreendedora, cobrindo mais de 50 países consorciados, o que representa 95% do PIB e 2/3 da população mundial. O GEM é atualmente coordenado pela London Business School (Inglaterra) e Babson College (Estados Unidos).

No Brasil, desde 2000, o GEM vem se consolidando como uma importante referência nacional para as iniciativas relacionadas ao tema empreendedorismo. O projeto é liderado pelo Instituto Brasileiro da Qualidade e Produtividade (IBQP), entidade que coordena e executa o Projeto GEM, tendo como parceiros o Sebrae Nacional, a Federação das Indústrias do Estado do Paraná (Sistema Fiep), a Pontifícia Universidade Católica do Paraná (PUC/PR), Centro Universitário Positivo (Unicenp).

Para compor a pesquisa no Brasil, em 2007, foram entrevistados dois mil indivíduos de idade adulta, entre 18 e 64 anos, de todas as regiões brasileiras, selecionados por meio de amostra probabilística. A pesquisa que tem nível de confiança de 95% e erro amostral de 1,47% conta ainda com opiniões de 36 especialistas brasileiros. Entre os anos de 2000 a 2007 foram entrevistados no Brasil, 17.900 adultos.
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Fonte: Agência Sebrae de Notícias/Regina Xeyla/Foto: Divulgação

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