Blog Educação Século XXI
Laboratório e Observatório sobre Educação por Sandra Maria Martini e Alfredo Passos

Horário de Verão

30.10.2008 por Sandra Maria Martini e Alfredo Passos

O início e o fim do horário de verão podem ter efeitos sobre a saúde cardiovascular, de acordo com um estudo divulgado ontem pelo “New England Journal of Medicine”.

Com base em registros referentes a quase 20 anos (1987 a 2006), pesquisadores suecos descobriram que o número de ataques cardíacos aumenta na primeira semana do horário de verão -principalmente nos três primeiros dias após a mudança.

Quando o horário de verão acaba, e os relógios são atrasados em uma hora, ocorre o oposto: na segunda-feira seguinte à mudança, há menos infartos.

Acredita-se que a explicação para essa variação esteja na quantidade de sono -ao atrasar o relógio, as pessoas dormem por uma hora a mais, o que parece ter um efeito protetor para a saúde.

Fonte: Folha de S.Paulo, 30 de outubro de 2008, Saúde, assinantes clique aqui.

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Secretaria inicia preparação de professores para reforma ortográfica

29.10.2008 por Sandra Maria Martini e Alfredo Passos

A reforma ortográfica brasileira, que tem prazo para ser efetivada até o início de 2013, começa a alterar o dia-a-dia dos professores em São Paulo.

A Secretaria de Estado da Educação, que reúne cerca de 250 mil professores, supervisores e diretores de escola, iniciou nesta segunda quinzena de outubro um pacote de treinamento que irá abranger toda a rede.

Cerca de 17 mil professores e professores-coordenadores da rede estadual estão recebendo, por videoconferências, treinamento sobre as novas regras para a língua portuguesa.

Estes educadores, de diferentes disciplinas, terão a função de difundir conhecimento em suas respectivas unidades. Todos os professores agora capacitados são do Ensino Médio.

A Secretaria fará outras videoconferências, ainda este ano, para o Ensino Fundamental.

Outra medida já definida pela Secretaria é a criação de uma cartilha com todas as mudanças, a ser distribuída para os educadores da rede estadual.

Mais: a expectativa da pasta é lançar os cadernos dos professores de língua portuguesa (distribuídos a todos os docentes da disciplina a cada bimestre) respeitando as regras da nova ortografia.

“Temos prazo até o fim de 2012, mas já começamos a capacitar os professores. É um trabalho difícil, na maior rede do Brasil. Por isso o começo já em 2009″, afirma a secretária de Estado da Educação, Maria Helena Guimarães de Castro.

Fonte: Secretaria de Estado da Educação de São Paulo

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Joseph Stiglitz e a crise americana

28.10.2008 por Sandra Maria Martini e Alfredo Passos

O Prêmio Nobel de Economia, Joseph Stiglitz, é crítico severo do neoliberalismo. Ao analisar a crise americana,defende a redefinição de um sistema regulatório que, inclusive, impeça que os incentivos aos executivos de instituições financeiras premiem o que chama de “mau comportamento” e“pilhagem dos consumidores”.

“Os americanos perderam a fé não somente no governo, mas em sua filosofia econômica: um novo assistencialismo empresarial, que é mascarado por uma ideologia de livre-mercado”.Essa é apenas uma das inúmeras contundentes afirmações que Joseph Stiglitz, Prêmio Nobelde Economia de 2001 e palestrante da ExpoManagement 2008 da HSM, usa para avaliar o desempenho questionável das autoridades americanas diante da tsunami econômica que atingiu os Estados Unidos.

O Tio Sam está enfermo e o mundo todo está em guarda. “Há um tempo, nos disseram que estava tudo bem. Seis meses depois, que a economia estava melhorando. Agora, que o paciente precisa de uma grande transfusão. Mas todo mundo vê que o paciente sofre é de hemorragia interna”, disse Stiglitz em sua coluna de 1º de outubro no jornal inglês TheGuardian.

De fato, quase todo mundo vê. Não é à toa que 74% dos americanos rejeitam a política econômica de George Bush. Mas Stiglitz não é só mais um crítico implacável de uma situação evidentemente grave.

Ele também oferece sua receita de solução. Além disso, contrário ao fundamentalismo de livre-mercado, o economista foi um dos que anteviram o risco que osEstados Unidos corriam. E acertaram.

“Monstruoso.” Sem meias palavras, assim Stiglitz adjetiva o plano de socorro ao setor bancário, em entrevista concedida ao jornal Frankfurter Allgemeine Sonntagszeitung. Para ele, o plano que Bush tenta aprovar no congresso americano perversamente transfere o problema para o contribuinte americano.

Segundo Stiglitz, o filme é praticamente uma reprise. Há cercade dez anos, o Fundo Monetário Internacional (FMI) e o Tesouro americano tentaram ajudar o Brasil, a Argentina, a Coréia, a Tailândia, a Indonésia e a Rússia.

Embora Wall Street tenha se salvado, recebendo de volta quase tudo o que perdera, nós, os contribuintes desses países, pagamos pelos erros do mercado financeiro. Para o economista, agora a conta pode sobrar para o povo americano. É o que faz a diferença nessa peleja entre Bush e os parlamentares americanos.

Pela intervenção na economia

Stiglitz considera ser necessário um pacote de forte estímulo à economia, de modo a aumentar os benefícios aos desempregados e a ajuda aos estados, que correm o risco de ter que cortar gastos, o que pioraria a situação. “Precisamos de mais investimentos tanto no setor público quanto no privado”, diz no The Guardian.

O economista é conhecido mundialmente pelas severas críticas que faz à teoria do laissez faire(deixai fazer), o mote do liberalismo defendido por Adam Smith no século XIX.

O laissez faire virou fundamentalismo de livre-mercado na boca de George Soros, ou neoliberalismo.

Segundo Smith, a economia de mercado opera sob uma mão invisível, que promove o equilíbrio socioeconômico e orienta os indivíduos, em condições ideais.

Raro, contudo, é que as condições sejam ideais. À época em que recebeu o Prêmio Nobel, Stiglitz não se furtou a comentar que as doutrinas neoliberais baseavam-se em erros de interpretação das teorias econômicas.

Foi justamente derrubando Adam Smith que Stiglitz se fez merecedor do Nobel (veja mais detalhes ao final deste artigo).

JOSEPH STIGLITZ: SEM MEIAS PALAVRAS

Como a maioria dos republicanos conservadores, Bush é contrário às intervenções na economia. Teve que dar o braço a torcer, contudo. Ao apelar ao congresso, justificou-se:

“Eu tenho profunda crença nas trocas comerciais livres, por isso me oponho a qualquer intervenção do governo. Mas essas não são circunstâncias normais”.

Em entrevista ao jornal The Huffington Post, Stiglitz afirmou que a crise em Wall Street é para o fundamentalismo de mercado o que foi a queda do muro de Berlim para o comunismo: “Ela diz ao mundo que esta maneira de organização econômica não se sustenta. Este momento é um marco do fato de que as demandas pela liberalização do mercado financeiro foram equivocadas”.

A hora do mea culpa

Stiglitz considera que é relevante ir a fundo às causas da crise, de modo que se possa evitar ou amainar novas crises. Em sua opinião, falharam os reguladores federais, como o FederalReserve (Fed, o Banco Central americano), mas também os executivos das instituições financeiras estão no cerne do problema.

O Fed teria falhado como regulador e como condutor da política monetária.

“Seu excesso de liquidez (o dinheiro disponível para empréstimos a baixas taxas de juros) e os regulamentos frouxos levaram a uma bolha da habitação. Quando a bolha estourou, os empréstimos excessivamente alavancados e feitos em cima de ativos superavaliados, se deterioram”,explica Stiglitz.

Historicamente, a expansão acelerada dos empréstimos tem sido responsável por uma grande parcela das crises e esta não é exceção, segundo ele.

Além disso, para o economista, o próprio Alan Greenspan, um regulador-chave, não acredita na regulação. “Nosso país sofreu as conseqüências de ter escolhido como regulador-chefe da economia alguém que não acreditava na regulação”, observa.

“Quando os excessos no sistema financeiro foram notados, eles apelaram para a auto-regulação, o que é um paradoxo.”Greenspan presidiu o Fed entre agosto de 1987 e janeiro de 2006.

Após o problema da bolha tecnológica, que levou ao corte de juros de 2001, e o aumento do preço do petróleo, decorrente da Guerra do Iraque, que fez com que o dinheiro que era gasto em bens americanos fosse para o exterior, o Fed, na tentativa de manter a economia funcionando, teria, na visão de Stiglitz, substituído a bolha tecnológica pela bolha da habitação.

“A poupança doméstica caiu para zero, ao nível mais baixo desde a Grande Depressão. O Fed conseguiu manter a economia, mas de maneira míope. Os Estados Unidos estavam sobrevivendo de dinheiro emprestado e de tempo emprestado”, avalia Stiglitz.

Quanto à culpa que cabe aos executivos das instituições financeiras, o caso seria relativamente simples e, talvez, óbvio: esses profissionais e seus empregadores eram premiados pelo desempenho de curto prazo, por meio de incentivos que não estavam alinhados com as necessidades da sociedade.

“Eles eram muito bem remunerados por administrar riscos e alocar capital, o que deveria aperfeiçoar a eficiência da economia de modo tal que justificasse sua generosa remuneração. Mas eles erraram ao alocar o capital e ao gerir o risco. Eles geraram riscos.”

Para Stiglitz, a estrutura de incentivos encorajava a assunção excessiva de riscos: “Construímos incentivos para o mau comportamento e atingimos o objetivo”.

Redefinindo o sistema regulatório

“Precisamos, claramente, não apenas de regulação, mas de uma redefinição do sistema regulatório”, defende o economista, não se furtando a apontar caminhos.

Para isso, Stiglitz considera um pré-requisito a atuação de políticos e criadores de políticas que acreditem na regulação.

JOSEPH STIGLITZ: SEM MEIAS PALAVRAS

Ele também postula que se deva implantar um sistema que possa lidar com a expansão dos instrumentos financeiros e das finanças.

Algumas de suas recomendações foram elencadas em seu artigo do site da rede CNN:

1. Corrigir os incentivos aos executivos, atenuando os incentivos por assunção excessiva de riscos e por foco no curto prazo. Bônus sobre retorno em cinco anos, por exemplo, em vez de sobre o retorno em um ano, contribuiriam para tanto.

2. Aperfeiçoar as informações aos acionistas a respeito da diluição do valor das cotas em função de opções de ações, pois as opções de ações encorajam a contabilidade desonesta e precisam ser freadas.

3. Criar uma comissão para a segurança do produto financeiro, de modo a garantir que os produtos comprados e vendidos pelos bancos, fundos de pensão etc. sejam seguros para o“consumo humano”.

4. Criar uma comissão de estabilidade dos sistemas financeiros, para monitorar o sistema financeiro como um todo, reconhecendo as inter-relações entre as diversas partes e evitando a alavancagem excessiva.

5. Impor outros controles para aperfeiçoar a segurança e a saúde do sistema financeiro, que atuem como radares limitadores dos empréstimos.

6. Melhorar leis de proteção ao consumidor, incluindo leis que impeçam o empréstimo predatório.

7. Melhorar leis de concorrência. A respeito da concorrência, Stiglitz não suaviza as tintas: “As instituições financeiras foram capazes de pilhar os consumidores devido à falta de concorrência. Não podemos nos ver em situações em que uma empresa ‘é muito grande para falir’.

Se é grande assim, deve ser dividida”.

Mais sobre Stiglitz e suas idéias

Joseph E. Stiglitz é professor de Economia da universidade da Colúmbia. Foi economista-chefe e vice-presidente do Banco Mundial na administração Clinton, além de presidente do Council of Economic Advisers, no mesmo período.

Hoje, apóia a candidatura de Barack Obama à presidência dos Estados Unidos. Stiglitz fez parte do grupo de especialistas em mudanças climáticas que compartilhou o PrêmioNobel da Paz em 2008.

É co-autor, com Linda Bilmes, de Three Trillion Dollar War: The TrueCosts of the Iraq Conflict.É um crítico severo do Fundo Monetário Internacional (FMI).

Afirma que a instituição pressionaos países pobres à concorrência internacional sem que antes tenham desenvolvido a devida proteção democrática aos seus cidadãos.

Em 2001, recebeu o Prêmio Nobel de Economia (junto com George Akerlof, da Universidade da Califórnia, e Michael Spence, da Universidade de Stanford) por uma teoria que chama a atenção para as desigualdades entre ricos e pobres e que põe por terra a teoria da mão invisível de Adam Smith:

“A razão pela qual a mão invisível é invisível é por que ela não existe ou, quando existe, está paralítica”, disse, em aula magna que ministrou ao receber o prêmio. Stiglitz é um pioneiro da teoria da informação assimétrica, que postula que as partes de uma transação não têm igualdade de informações.

Um dos lados estará em desvantagem, pois informação é poder. Essa idéia contradiz antigas teorias econômicas, que se baseiam na existência de informações perfeitas. A teoria da informação assimétrica põe em xeque a sabedoria do mercado e auxilia a compreender muitos fenômenos, inclusive o desemprego e o racionamento de crédito.

Fonte: HSM (Joseph Stiglitz, Prêmio Nobel de Economia falará exclusivamente com os participantes da ExpoManagement 2008, no dia 10 de novembro). Para maiores informações sobre a ExpoManagement - HSM, clique aqui

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Viva e aprenda

27.10.2008 por Sandra Maria Martini e Alfredo Passos

É com a experiência que as pessoas aprendem. O treinamento serve para concentrar um bocado de experiência em um breve espaço de tempo para tornar o pupilo mais produtivo mais depressa. Por que, então, há tanto treinamento que simplesmente não melhora o desempenho?

Parte do problema é a motivação. Mas há um segundo obstáculo, mais espinhoso.

Em “Gente de tino” (HBR Setembro 2004), Dorothy Leonard e Walter Swap abordam a tarimba que um funcionário vai conquistando ao lidar com situações complexas no decorrer dos anos.

É como diz o artigo: “É impossível transferir a grande sabedoria de seus melhores profissionais para uma série de slides ou para um banco de dados. É algo que precisa ser transmitido pessoalmente - devagar, com paciência e de forma sistemática”…

Fonte: Painel, Don Moyer, Harvard Business Review, Outubro 2008.

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Inteligência Competitiva em Seminário Internacional dia 27/10/2008

24.10.2008 por Sandra Maria Martini e Alfredo Passos

A Inteligência Competitiva coleta e administra dados sobre os concorrentes, clientes, parceiros e mercado e faz com que esse banco de informações se transforme em material valioso para qualquer tipo de corporação identificar oportunidades, aumentar a competitividade e antecipar ameaças. A IC contribui assim em agilidade e eficácia nas decisões essenciais para o crescimento da sua empresa. Para falar sobre esta ferramenta essencial para o crescimento do seu empreendimento, a InterNews reúne desta vez as principais autoridades dos Estados Unidos e do Brasil sobre IC como Leonard Fuld, Ben Gilad, Alfredo Passos e Elizabeth Gomes.

Muitas organizações já possuem grandes bancos de informações. Entretanto, sem um setor capacitado, dados importantes passam desapercebidos e a chance de geração de Inteligência se perde. Aprenda com os principais profissionais como implementar, desenvolver e aprimorar em sua empresa as melhores e mais eficazes ações de Inteligência Competitiva. Conheça também como mapear, reunir e interpretar da melhor forma a situação do mercado, para aumentar a competitividade de sua organização e evitar prejuízos.

Neste seminário internacional de IC, Leonard Fuld, o presidente e fundador de uma das empresas mais importantes sobre o tema - a norte-americana Fuld & Company, com sede em Cambridge, Massachusetts, mostrará como grandes dirigentes corporativos fazem o melhor proveito de Inteligência Competitiva e como melhor prover suporte a eles, informações que o conferencista obteve com trabalhos realizados com CEOs de algumas das principais empresas americanas (Motorola, Novartis, Campbell Soup, entre outras).

Também significativo neste segmento e criador de técnicas de análises implantadas por mais de 500 companhias líderes no mundo - como Shell, IBM, e Ericsson - Ben Gilad, presidente e fundador da Academy of Competitive Intelligence, com sede em Boca Raton, Flórida, mostrará como implantar em sua organização estratégias de War Games e de Blind Spot, para desenvolver sua empresa e avaliar de forma correta, sem exageros e menosprezos, o seu concorrente.

Pioneiro em IC no Brasil, o sócio-diretor da Knowledge Management Company, Alfredo Passos, também conferencista deste seminário, avalia como uma ótima oportunidade a participação dos dois: “Leonard é o criador do termo Competitive Inteligence, então o pioneiro e um dos principais neste segmento. Já Ben Gilad é um visionário nesta área, exatamente porque iniciava a falar sobre o conceito de sistemas de alerta já no início do ano 2000”.

Participe deste seminário e conheça como transformar sua empresa em um empreendimento mais desenvolvido e competitivo.

PROGRAMA

08h30    Credenciamento

09h00    Como estruturar e gerir com eficiência a Inteligência Competitiva em sua empresa

Alfredo Passos
Sócio-diretor da Knowledge Management Company

10h00    Qual a metodologia de IC para obtenção de informações, seus alvos e sua inserção na empresa

Mauro Martins
Sócio-diretor da MKM Consulting

10h40    Coffee break

11h00    Business War Games e Business Blindspots

  • Como empresas de qualquer porte podem melhorar de forma significativa suas estratégias em IC e superar seus concorrentes
  • Desfazer mitos, crenças e afirmações desatualizadas sobre a realidade do mercado

Ben Gilad (videoconferência online)
Fundador da Academy of Competitive Intelligence e co-fundador da SCIP - Society of Competitive Intelligence Professionals

Esta palestra terá tradução simultânea

12h15    Almoço

14h00    Os segredos de “inteligência” que CEOs demandam (World Class Intelligence Secrets from CEOs)

  • Conheça como grandes dirigentes corporativos americanos fazem o melhor proveito de Inteligência Competitiva e como prover excelente suporte aos CEOs

Leonard Fuld (videoconferência online)
Presidente e fundador da norte-americana Fuld & Company, co-fundador da SCIP e Autor dos best-sellers “Competitor Intelligence”, “Monitoring the Competition” e “The New Competitor Intelligence”

Esta palestra terá tradução simultânea

15h00    Perspectivas da IC no Brasil: tendências e desafios

Júlio Reis
Presidente da Associação Brasileira dos Analistas de Inteligência Competitiva (Abraic)

16h00    Coffee break

16h20    Human Intelligence Network

  • Como capturar informações de campo e transformá-las em resultado, com apresentação do case Roche

Victor Acquaviva
Especialista de IC da Roche

17h10    Utilização de novas tecnologias para geração de Inteligência Competitiva

Elizabeth Gomes
Ph.D em Inteligência Competitiva e Gestão de Conhecimento pela UFRJ/Coppe e diretora de IC da TW Services

18h00    Encerramento

INFORMAÇÕES

Data
27 de outubro de 2008

Local
Caesar Business Paulista Hotel
Av. Paulista, 2.181
Centro - São Paulo- SP


INSCRIÇÕES

Você pode efetuar sua inscrição através dos telefones (11) 3751-3430 (SP) ou 0800-177707 (demais localidades), fax (11) 3751-3468, pelo e-mail atendimento@internews.jor.br, informando seu nome, cargo, empresa, endereço, telefone, fax ou on-line, clicando aqui.

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Mikhail Gorbachev e Mário Soares no Brasil

22.10.2008 por Sandra Maria Martini e Alfredo Passos

O ex-presidente da União Soviética, Mikhail Gorbachev, e ex-presidente de Portugal, Mário Soares, confirmaram a presença no evento itinerante internacional Diálogos da Terra no Planeta Água, que este ano será em Belo Horizonte nos dias 26, 27 e 28 de novembro.

Nesta edição, Diálogos da Terra propõe discutir os principais temas ambientais da agenda mundial e seus reflexos sobre os recursos naturais, especialmente os hídricos.Diálogos da Terra foi idealizado por Gorbachev quando fundou a ONG Green Cross International, em 1993, um ano depois da Rio-92. De lá para cá o evento foi realizado em Lyon (França), Barcelona (Espanha), Nova York (Estados Unidos) e Brisbane (Austrália).

Após as palestras e debates sobre os principais temas da agenda, será elaborada a Carta de Minas Gerais, contendo propostas inovadoras para a redução do desperdício dos recursos hídricos, inclusive com indicadores concretos. Essas propostas do “Diálogos da Terra no Planeta Água” farão parte para o 5º Fórum Mundial da Água, a ser realizado em Istambul (Turquia), em 2009.

As inscrições para o evento são gratuitas e estão abertas no site, clique aqui.

Outras autoridades mundiais em temas relacionados ao meio ambiente que também já confirmaram presença são: Mohan Munasinghe, vice-presidente do IPCC (Painel Internacional para Mudanças Climáticas), dividiu o Prêmio Nobel da Paz 2007 com Al Gore; Lucka Kajfez Bogataj, Climatologista do IPCC; Benedito Braga, diretor colegiado da Agência Nacional de Águas - ANA, presidente do Programa Hidrológico Internacional da Unesco, responsável pelos Fóruns Mundiais da Água de Haia, Kyoto e México; Embaixador Sérgio Duarte, alto representante das Nações Unidas para Desarmamento; Max Fercondini, ator, piloto e idealizador do projeto “Nas Asas do Brasil”; Gerard e Margie Moss, idealizadores dos projetos Brasil das Águas e Sete Rios; Jan Kulçzyk, presidente do Conselho da Green Cross International e empresário; e François de Bernard: filósofo francês de mundialização.

Fonte: Link Comunicação, MG

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Técnicas e Modelos Analíticos em Inteligência de Mercado

21.10.2008 por Sandra Maria Martini e Alfredo Passos

Nesta quarta-feira, 22 de outubro de 2008, após a conferência “Inteligência de Mercado: Estruture as Informações Mercadológicas para Apoiar as Operações Comerciais Internacionais” acontece o workshop “Técnicas e Modelos Analíticos em Inteligência de Mercado” com Jorge Inafuco, Sócio-Diretor da Oficina de Negócios e Talentos, promovido pelo IBC.

Neste workshop, será apresentado porque o conteúdo e as fontes de informação dependem das técnicas e métodos utilizados para análise.

Ainda, nesta apresentação os participantes irão conhecer, como os analistas de mercado podem auxiliar os executivos na definição de estratégias corporativas e alinhar qualidade, preço e competitividade em seus mercados.

Conheça melhor a aplicação de cada metodologia de análise disponível e que são hoje utilizadas em grandes corporações. Defina critérios de escolha de acordo com suas necessidades e produza melhores resultados.

Local e data
22 de outubro de 2008
Hotel Tryp Paulista
Rua Haddock Lobo, 294 - São Paulo
Telefone: 11. 31236200

Mais informações sobre este workshop, clique aqui.

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Inovação 1

20.10.2008 por Sandra Maria Martini e Alfredo Passos

Em artigo publicado pela Revista Amanhã, setembro 2008, o Pró-reitor de pesquisa e pós-graduação da PUCRS, Jorge Luis Nicolas Audy, pergunta se estamos preparados para um salto tecnológico?

Qual sua opinião, estamos ou não preparados?

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Roda Viva leva ao ar entrevista com o Juiz Baltasar Garzón (20/10/2008)

17.10.2008 por Sandra Maria Martini e Alfredo Passos

baltasar.jpgA entrevista inédita e gravada com o juiz espanhol Baltasar Garzón, conhecido por ter decretado, em 1998, a prisão do ditador chileno Augusto Pinochet, acusado de ordenar centenas de execuções e torturas contra adversários políticos, irá ao ar nesta segunda-feira (20/10), a partir das 22h10, na TV Cultura, com apresentação de Lillian Witte Fibe.

(Esta edição estava prevista para ir ao ar na semana anterior, mas sua exibição foi cancelada e substituída pela reapresentação da entrevista com o norte-americano Paul Krugman, ganhador do Prêmio Nobel de Economia).

Desde 1988, Baltasar Garzón é um dos seis juízes da Audiência Nacional da Espanha que investigam crimes internacionais, inclusive os ocorridos fora do território espanhol, baseado no princípio de Justiça Penal Universal.

Ele atua no combate ao narcotráfico, terrorismo, lavagem de dinheiro e delinqüência econômica organizada.

O convidado dessa semana do programa Roda Viva ficou conhecido no mundo como o juiz que mandou prender o ex-ditador chileno Augusto Pinochet, mas Baltasar Garzón também investigou a participação de militares argentinos no desaparecimento de cidadãos espanhóis durante a ditadura no país e coleciona inimigos, que renderam a ele inúmeras ameaças de morte.

Na Espanha, ele mandou prender terroristas do ETA e perseguidores do grupo separatista basco.

Em 2001, Baltasar Garzón envolveu-se eu outro caso polêmico ao pedir permissão ao Conselho da Europa para processar o primeiro-ministro italiano Silvio Berlusconi. Em janeiro de 2003, ele declarou-se contra a Guerra do Iraque e criticou o governo dos Estados Unidos de violação dos direitos humanos pela detenção ilegal de suspeitos de pertencerem ao grupo terrorista Al Qaeda na Base de Guantánamo, em Cuba.

A bancada será formada por Claudia Antunes, editora do caderno Mundo do jornal Folha de S. Paulo; Walter Maierovitch, desembargador aposentado e presidente do Instituto Brasileiro Giovanni Falcone; Carlos Marchi, repórter e analista de política do jornal O Estado de S. Paulo; e a jornalista Jan Rocha, ex-correspondente da BBC e do jornal inglês The Guardian, no Brasil. Também é uma das fundadoras do Grupo de Direitos Humanos Clamor.

Fonte: TV Cultura

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J. M. G. Le Clézio: Prêmio Nobel de literatura

16.10.2008 por Sandra Maria Martini e Alfredo Passos

jmgleclezio.jpgO escritor francês Jean-Marie Gustave Le Clézio ganhou o prêmio Nobel de literatura 2008.  

Ao anunciar o prêmio, a Academia Sueca o definiu como “um escritor da ruptura, da aventura poética e do êxtase sensual; um investigador da humanidade”.  

A cerimônia de entrega do prêmio (10 milhões de coroas suecas) será no dia 10 de dezembro.  

J. M. G. Le Clézio nasceu em Nice, no Sul da França, em 1940, e formou-se em letras no Institut d’Études Littéraires dessa cidade. Seu primeiro romance, Le procés-verbal, de 1963, rendeu-lhe o prestigioso prêmio francês Renaudot.

Le Clézio viveu durante quatro anos entre os índios do México e da América Central, experiência que, segundo ele, transformou profundamente sua vida e suas idéias sobre o mundo da arte. Hoje vive entre Albuquerque, no Novo México, a ilha Maurício e Nice.  

De sua autoria, a Companhia das Letras publicou os romances A quarentena e Peixe dourado. 

quarentena.jpgA Quarentena 

Este é um livro sobre o mar. Um romance de aventuras, uma meditação sobre a natureza, uma fábula sobre a potência do amor.  

Terminada a leitura, estamos esvaziados, como se tivessem nos submetido a uma misteriosa provação física - privilégio das grandes obras, que nos dão a verdadeira medida de uma experiência literária.  

A quarentena é o período que um grupo de europeus é obrigado a passar numa ilha, onde estarão entregues a si mesmos, à doença, ao medo, à incompreensão e ao ódio.

A ilha, lugar fechado e aberto ao mesmo tempo, figura clássica da utopia política, será para eles a antecipação do inferno. Mas será também o berço da intimidade em êxtase e do delírio amoroso. 

livro200810.jpgPeixe Dourado

Best-seller na França, Peixe dourado conta a vida de Laila, uma menina roubada da família no Saara ocidental, espancada a ponto de perder parcialmente a audição e vendida no Marrocos a Lalla Asma, velha judia de origem espanhola.  

A compradora se torna para a menina ao mesmo tempo dona e avó. Quando a velha morre, oito anos depois, Laila se vê solta no mundo e pode voltar para casa, mas um par de brincos em forma de meia-lua é tudo o que a liga a seu povo.

Não sabe nem o nome que lhe deram ao nascer. No caminho em busca de suas origens, Laila encontra sempre quem se disponha a ajudá-la, mas por uma razão ou por outra a “ajuda” se torna sufocante.

Obrigada a fugir, Laila encontra cada vez mais agressões, mais abandono: “Não havia um lugar tranqüilo no mundo, em nenhum lugar”. A busca a leva à França, aos Estados Unidos e de volta à África, o ponto de partida, onde a vida pode então recomeçar.   

Fonte: Companhia das Letras

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