O blog mais bonitinho do Campus Party Brasil :)
Último dia da Campus Party antes de arrumar as malas para ir embora. Evento que não dá pra perder DE VERDADE é a apresentação que Demi Getschko, diretor do Núcleo de Informação e Coordenação do NIC.Br e pai da internet comercial no Brasil, que rola às 12h00 no palco principal.

Antes disto, o espaço de Software Livre promove o Install Fest com a distribuição Ubuntu - ótima oportunidade pra quem estiver a fim de experimentar o sistema.
Durante todo o dia, a robótica concentrará as finais de campeonatos envolvendo robôs. Antes do meio-dia (se é que você vai acordar cedo assim), tem partida de futebol virtual entre robôs.
Após a palestra de Getschko, começa a bateria de batalhas - robôs se matam no sumô nas categorias autônomo com 500 gramas ou 3 quilos ou controlado por rádio com 3 quilos. No mesmo espaço, rola a premiação para os robôs mais criativos.
No meio da tarde, reserve um tempo pra ouvir Pollyana Ferrari ministrando oficina para blogs no Campus Blog, ao mesmo tempo em que o MOdding promove oficina para modificações de celulares e PDAs.
Às 15h30, Wagner Martins, o senhor Cocadaboa, fala sobre o seu blog no Campus Blog. Às 17h00, Gilson Schwartz, da USP, trata sobre seu projeto Cidade do Conhecimento. Terminada sua palestra, começa o minicurso que Manoel Lemos, do BlogBlogs, ministrará com dicas básicas para blogs.
O DJ Marcelinho da Lua faz show à partir das 19h30 no encerramento oficial da primeira Campus Party Brasil, que ainda tem debate com a atriz Leandra Leal e a autora Clarah Averbuck sobre o filme “Nome próprio“.
Depois, é sair pra beber ou subir pra arrumar a mala.
Na Campus Party Brasil, quem é seu melhor amigo? Para maioria, é o PC. Para quem não entende a restrição a álcool dentro da Bienal, são as garrafinhas d´água, os squeezes e as mochilas profundas. É ali que campuseiros escondem o álcool consumido entre barracas, nas mesas ou até nos restaurantes.
Simples: opaco, o squeeze esconde até mesmo whisky. Mais evidente, a garrafa d´água é um belo esconderijo para vodka e pinga. E mochilas podem trazer para a Bienal todas estas e mais outras bebidas, como a tão comum cerveja entre as barracas.
A fiscalização pouco rígida com o fundo de mochilas ou com o conteúdo das garrafas é uma mão na roda - este repórter viu e sentiu o cheiro de squeezes, garrafas térmicas e sacolas plásticas que enrolavam latas de cerveja, colocadas dentro da Bienal sem que o campuseiro passasse por qualquer nervosismo na frente de seguranças.
E onde eles as conseguem? De supermercados no Paraíso aos tradicionais vendedores de bebidas debaixo da marquise do Ibirapuera que, durante a noite, se movem para a saída do pavilhão para facilitar a compra de cerveja.
Com o cigarro, o stress é um bocado menor. Por mais que, teoricamente, seja proibido dentro do prédio, não foram poucos os campuseiros, frente ao micro ou mesmo andando timidamente pelos corredores, empunhando um cigarro na mão.

Criou-se até mesmo um fumódromo, no grande espaço vazio entre as bancada Campus Blog e Inclusão Digital, onde um cartaz toscamente pixado indica que, sim, ali você pode dar suas baforadas sem que ninguém venha lhe encher o saco.
Se isto impede fumo ou bebidas na bancada? Não, evidente que não.