post Categoria: Comportamento post comentários (0) post19.11.2008

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Os últimos meses do ano são praticamente sinônimo de festa: Natal, Réveillon, formaturas, confraternizações e o tradicional amigo-secreto. Também é nessa época que se costuma planejar as férias.
A aproximação do novo ano leva a balanços dos meses que passaram e o planejamento para o ano seguinte. Além disso, com o calorzinho e o horário de verão, os happy hours e as caminhadas no parque ficam bem mais freqüentes.
Haja pique para tudo isso! Confira abaixo algumas dicas para não chegar em 2009 com a bateria totalmente descarregada:

Com a corda toda

Poupe sua bateria

Dê uma atenção extra à sua saúde. De que forma? Respeite os limites do corpo. Nada de querer ficar até o último minuto em cada uma das festinhas e happy hours. Escolha apenas as mais confirmadas e vá embora quando o cansaço bater. Manere no álcool e procure dormir bastante. Caso contrário, seu sistema imunológico pode falhar. E aí sim, pegando uma doença, você vai ser obrigada a sossegar.

Comece o dia bem

Para manter o pique até o fim do dia, experimente fazer um alongamento antes mesmo de levantar da cama. Peça dicas para aquela sua amiga que é formada em Educação Física, para o instrutor da academia ou a professora de laboral. Mais do que nunca, é importante beber 2 litros de água e se alimentar a cada três horas. Na atucanação, esses detalhes banais podem passar batidos.

Não abandone os exercícios físicos

Antes de usar a falta de tempo e a preguiça como desculpas para faltar a academia, lembre-se de que, nessa época, elas estão cheias de homens lindos. E pense naquele vestidinho lindo que você viu no shopping. Como ele ficaria em seu corpo em forma?

Pare na hora certa

Faça uma pausa de três minutos a cada hora enquanto estiver trabalhando. Estique o corpo, respire fundo e alongue o pescoço. Isso vai diminuir a tensão que é comum nessa época do ano.

Invista em aromas especiais

Sabe aqueles dias em que você chega em casa moída? Experimente um escalda-pés com óleos essenciais. Se é energia que você precisa, use tomilho, eucalipto, limão ou alecrim. Já quando quiser relaxar, tente laranja, lavanda, benjoim e ilangue-ilangue.

Use as cores a seu favor

Roupas e acessórios em tons quentes, como vermelho, a marelo e laranja, afastam a tristeza. Azul, lilás e roxo acalmam. Verde, branco e azul-turquesa trazem equilíbrio.

Namore ainda mais

Seu amado também deve ficar estressado nessa época do ano. Que tal relaxarem juntos? Façam um revezamento de massagens. Ou experimentem um banho juntos à meia-luz com sabonetes aromáticos. Tente também amassamentos nas pernas dele com um óleo vegetal.

post Categoria: Comportamento post comentários (0) post17.11.2008

No reino animal, a atração sexual é intrinsecamente ligada a reprodução. Isto é um mecanismo natural básico para assegurar a sobrevivência das espécies.
Incontestavelmente, o homem ainda possui o estímulo instintivo primitivo para acasalar-se e reproduzir-se. Mas, no homo sapiens foram acrescentadas duas novas dimensões: a emocional e a espiritual. E, a partir dessas dimensões tão humanas, é possível separar o ato sexual da inevitabilidade da reprodução.
A sexualidade humana pode ser vista tanto em seu significado emocional e espiritual, quanto como instrumento para a perpetuação da espécie. Uma vida sexual feliz e plena é uma importante fatia da felicidade e da totalidade da natureza humana. Para que a sexualidade seja agradavelmente completa, o sexo precisa ser emocional e esteticamente prazeroso e fisicamente competente.
Seres humanos expressam sua emoção em objetos afetivamente significativos. Somos animais relacionais por excelência, devido às nossas características biológicas. E essa expressão se manifesta através de gestos, movimentos, olhares e, talvez o mais importante, a manifestação através de toques e carícias, particularmente nos complexos jogos que antecedem o ato da união e dos vínculos.
Mas o seu sistema nervoso evoluiu e no seu cérebro desenvolveu-se a neocórtex, permitindo ao homo sapiens a comunicação simbólica, através do uso de palavras.
E o aprendizado de suas experiências aventurosas foi-se acumulando nos diferentes povos, de diferentes regiões, em contextos denominados “culturas”.
A realidade que se organizou, então, naturalmente, foi: somos animais grupais, porém avaliadores, culturalizados e quase sempre teatrais, vivendo papéis, estigmatizados pelo sistema e pela matriz social. Podemos concluir dizendo: somos uma relação.”
Quem define quais os estímulos que têm conotação sexual é, predominantemente, a cultura, mais do que nossa biologia básica.
Em alguns grupos étnicos, certos fatores ou situações são considerados sexualmente excitantes, enquanto em outros os mesmos fatos e situações são neutros ou até desestimuladores.
Existe também uma certa divisão de gênero, nesses fatores motivacionais.
O homem pode apresentar uma divisão entre afeto e sexualidade genital e tende a ser mais fragmentado nos seus estímulos. Por apresentar um mapa erótico focalizado principalmente nos músculos e no pênis, sua tendência é a de projetar esse mesmo mapa na mulher, ou seja, em uma parte do corpo (seio, coxas, nádegas etc.).
A mulher, por apresentar uma libido mais generalizada, constrói seu mapa erótico mais amplamente, unindo a emoção e o afeto com a sexualidade genital. Todo o seu corpo e uma grande área erógena, ou seja, as mulheres erotizam seus pés suas pernas, suas coxas, seu genital, sua pelve, suas mãos, seus braços, sua boca, seu rosto e seu cabelo.
Daí, a tendência é naturalizar esse sentimento e projetá-lo no seu objeto de estímulo, o homem, que é visto por ela não pelo seu pênis ou pelo seu bíceps mas, sim, pelo que ele representa no seu mundo afetivo, social e, finalmente, sexual.
É evidente que, em nível de estrutura psicológica e social, esses dois indivíduos também têm histórias diferentes que facilitam à mulher a integração ampla do afeto e do corpo e dificultam, ao homem, essa mesma integração.
Mas, estamos falando da grande universalidade do mundo feminino e do mundo masculino. Assim, é evidente que existem exceções que podem seguir roteiros diferentes.
Outro detalhe importante que não pode ser negligenciado que, com o decorrer da idade e do tipo de relacionamento, os estímulos motivadores vão-se modificando.
Isto significa saúde mental, pois o desenvolvimento e a elaboração de pequenos, médios ou grandes conflitos vão modificando as pessoas e seus respectivos anseios amorosos e sexuais. O patológico é a paralisia e a fixação, quando não existe evolução do indivíduo em seu crescimento pessoal.
A conclusão é que não podemos analisar a resposta sexual humana sem observar uma série de fatores que, inter-relacionados, fazem parte da totalidade da natureza humana.

post Categoria: Comportamento post comentários (0) post14.11.2008


Um estudo realizado pela Universidade da Califórnia, nos Estados Unidos, revelou que baixos níveis de testosterona podem aumentar as chances de morte entre homens acima de 50 anos. A pesquisa, que analisou 800 participantes entre 50 e 91 anos, estima que os que têm baixas doses do hormônio masculino têm até 33% mais chances de morrer num período de 18 anos, do que os que apresentaram os níveis normais.

Em encontro na The Endocrine Society, onde o estudo foi apresentado, os pesquisadores disseram que 29% dos analisados registraram baixas doses de testosterona, responsável pelo desenvolvimento das características masculinas, entre elas a libido. A quantidade do hormônio diminui normalmente com a idade, mas que um estilo de vida saudável pode ajudar a manter a testosterona em alta e aumentar a longevidade.