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	<title>Tecnologia e Negócios</title>
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	<description>A tecnologia gerando negócios.</description>
	<pubDate>Thu, 23 Apr 2009 23:42:34 +0000</pubDate>
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		<title>Sistema de Posicionamento Global - GPS</title>
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		<pubDate>Thu, 23 Apr 2009 23:42:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator>lucosta3347</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[tecnologia]]></category>

		<category><![CDATA[gps]]></category>

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		<description><![CDATA[O Sistema de Posicionamento Global, popularmente conhecido por GPS (do acrónimo/acrônimo do inglês Global Positioning System), é um sistema de posicionamento por satélite americano, por vezes incorretamente designado de sistema de navegação, utilizado para determinação da posição de um receptor na superfície da Terra ou em órbita. Existem atualmente dois sistemas efetivos de posicionamento por [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p align="justify"><font color="#000000">O <b>Sistema de Posicionamento Global</b>, popularmente conhecido por <b>GPS</b> (do acrónimo/acrônimo do inglês <i>Global Positioning System</i>), é um sistema de posicionamento por satélite americano, por vezes incorretamente designado de sistema de navegação, utilizado para determinação da posição de um receptor na superfície da Terra ou em órbita. Existem atualmente dois sistemas efetivos de posicionamento por satélite; o GPS americano e o Glonass russo; também existem mais dois sistemas em implantação; o Galileo europeu e o Compass chinês.</font>
<p align="justify"><font color="#000000">O sistema GPS foi criado e é controlado pelo Departamento de Defesa dos Estados Unidos da América, DoD, para uso exclusivo militar. Atualmente é aberto para uso civil gratuito, requerindo apenas um receptor capaz de captar o sinal emitido pelos satélites.</font>
<p align="justify"><font color="#000000">O DoD fornece dois tipos de serviços GPS: Standard e Precision.</font>
<p align="justify"><font color="#000000">O sistema está dividido em três partes: espacial, de controlo e utilizador. O segmento espacial é composto pela constelação de satélites. O segmento de controlo é formado pelas estações terrestres dispersas pelo mundo ao longo da Zona Equatorial, responsáveis pela monitorização das órbitas dos satélites, sincronização dos relógios atómicos de bordo dos satélites e actualização dos dados de almanaque que os satélites transmitem. O segmento do utilizador consiste num receptor que capta os sinais emitidos pelos satélites. Um receptor GPS <i>(GPSR)</i> descodifica as transmissões do sinal de código e fase de múltiplos satélites e calcula a sua posição com base nas distâncias a estes. A posição é dada por latitude, longitude e altitude, coordenadas geodésicas referentes ao sistema WGS84.</font></p>
<p> <a href="http://blogs.universia.com.br/contatonegocios/2009/04/23/sistema-de-posicionamento-global-gps/#more-64" class="more-link">(more&#8230;)</a></p>
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		<title>O uso da Internet</title>
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		<pubDate>Tue, 14 Apr 2009 20:08:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>lucosta3347</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Redes]]></category>

		<category><![CDATA[computador]]></category>

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Educação
O uso das redes como uma nova forma de interação no processo educativo amplia a ação de comunicação entre aluno e professor e o intercâmbio educacional e cultural, desta forma, o ato de educar (com o auxílio da Internet), proporciona a quebra de barreiras, de fronteiras e remove o isolamento da sala de aula, acelerando [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h4>&nbsp;</h4>
<p><a name="Educa.C3.A7.C3.A3o"></a><br />
<h4 align="justify"><font color="#000000">Educação</font></h4>
<p align="justify"><font color="#000000">O uso das redes como uma nova forma de interação no processo educativo amplia a ação de comunicação entre aluno e professor e o intercâmbio educacional e cultural, desta forma, o ato de educar (com o auxílio da Internet), proporciona a quebra de barreiras, de fronteiras e remove o isolamento da sala de aula, acelerando a autonomia da aprendizagem dos alunos em seus próprios ritmos, assim a educação pode assumir um caráter coletivo e tornar-se acessível a todos (embora ainda exista a barreira do preço e o analfabetismo tecnológico).</font>
<p align="justify"><font color="#000000">Ao utilizar o computador no processo de ensino-aprendizagem, o mais importante a destacar é a maneira como esses computadores serão utilizados, quanto à originalidade, à criatividade, à inovação que serão empregadas em cada sala de aula.</font>
<p align="justify"><font color="#000000">Para o trabalho direto com essa geração, que anseia muito ter um “contato” direto com as máquinas, é necessário também um novo tipo de profissional de ensino. Que esse profissional não seja apenas reprodutor de conhecimento já estabelecido, que esteja voltado ao uso dessas novas tecnologias. Não basta que as escolas e o governo façam com a multimedia o que vem fazendo com os livros didáticos, tornando-os a panacéia da atividade do professor.</font>
<p align="justify"><font color="#000000">A utilização da Internet leva-nos a acreditar numa nova dimensão qualitativa para o ensino, através da qual se coloca o ato educativo voltado para a visão cooperativa. Além do que, o uso das redes traz para a prática pedagógica um ambiente atrativo onde o aluno se torna capaz, através da auto-aprendizagem e de seus professores, de poder tirar proveito dessa tecnologia para sua vida.</font>
<p align="justify"><font color="#000000">A preocupação de tornar cada vez mais dinâmico o processo de ensino e aprendizagem, com projetos interativos que usem a rede eletrônica mostra-nos que todos os processos são realizados por pessoas. Portanto elas são o centro de tudo, e não as máquinas. Consequentemente, não podemos perder isto de vista e tentarmos fazer mudanças no ensino sem passar pelos professores, e sem proporcionar uma preparação para este novo mundo que esta surgindo.</font>
<p align="justify"><font color="#000000">Aliar as novas tecnologias aos processos e atividades educativas é algo que pode significar dinamismo, promoção de novos e constantes conhecimentos, e mais que tudo, o prazer do estudar, do aprender, criando e recriando, promovendo a verdadeira aprendizagem e renascimento constante do indivíduo, ao proporcionar uma interatividade real e bem mais verdadeira, burlando as distâncias territoriais e materiais. Significa impulsionar a criança, enfim, o sujeito a se desfazer da persona da passividade.</font>
<p align="justify"><font color="#000000">Necessário se torna que educadores se apropriem das novas tecnologias, vendo nestas veículos de expressão de linguagens e espaço aberto de aprendizagens, crescimento profissional, e mais que isso, porta de inserção dos indivíduos na chamada sociedade da informação. Para isso deve a instituição escolar extinguir o &#8220;faz-de-conta&#8221; através da pura e limitada aquisição de computadores, para abrir o verdadeiro espaço para inclusão através do efetivo uso das máquinas e do ilimitado ambiente web, não como mero usuário, mas como produtor de novos conhecimentos.</font>
<p align="justify"><font color="#000000">O computador se tornou um forte aliado para desenvolver projetos, para trabalhar temas discutíveis. Ele é um instrumento pedagógico que ajuda na construção do conhecimento não só para os alunos, mas também aos professores. Entretanto é importante ressaltar que por si só o computador não faz nada. O potencial de tal será determinado pela teoria escolhida e pela metodologia empregada nas aulas. No entanto, importante lembrar que colocar computadores nas escolas não significa informatizar a educação, mas sim introduzir a informática como recurso e ferramenta de ensino, dentro e fora da sala de aula, isso sim se torna sinônimo de informatização da educação.</font>
<p align="justify"><font color="#000000">Sabe-se que a mola mestra de uma verdadeira aprendizagem está na parceria(aluno-professor) e a construção do conhecimento nesses dois sujeitos.Para que possa haver um ensino mais significativo que abranjam todos os alunos, as aulas precisam ser participativas, interativas, envolventes, tornando os alunos sempre “agentes” na construção de seu próprio conhecimento. Também é essencial que os professores estejam bem preparados para lidar com esse novo recurso. Isso implica um maior comprometimento desde a sua formação, estando este apto a utilizar, ter noções computacionais, compreender as noções de ensino que estão nos software utilizados estando sempre bem atualizados.</font>
<p align="justify"><font color="#000000"></font>&nbsp;
<p align="justify"><a name="Lazer"><font color="#000000"></font></a><br />
<h4 align="justify"><font color="#000000">Lazer</font></h4>
<p align="justify"><font color="#000000">A Internet vêm se tornando uma fonte de lazer desde antes do surgimento da World Wide Web, com experimentos sociais de divertimento como MUD e MOO sendo conduzidos em servidores de universidades, assim como grupos da Usenet relacionado à humor. Atualmente, vários fóruns de Internet possuem sessões destinadas à jogos, vídeos com situações engraçadas e animações em Adobe Flash.</font>
<p align="justify"><font color="#000000">As indústria de aposta (em forma de jogos eletrônicos) e pornografia também tiram proveito da popularidade da Internet. Outras grande área refere-se aos jogos multi-jogadores, uma forma de lazer que cria comunidades de jogadores pelo mundo.</font>
<p align="justify"><font color="#000000"></font>&nbsp;
<p align="justify"><a name="Marketing"><font color="#000000"></font></a><br />
<h4 align="justify"><font color="#000000">Marketing</font></h4>
<p align="justify"><font color="#000000">A Internet tornou-se um grande mercado para empresas, que fazem uso da natureza eficiente da publicidade com baixo custo e do comércio eletrônico. A rede mundial é a forma mais rápida de difundir informação simultaneamente para uma grande quantidade de pessoas. Com os recursos eletrônicos oferecidos pelo meio, e as informações que um anunciante pode obter do histórico do cliente, o marketing personalizado foi facilitado na Internet.</font>
<p align="justify"><font color="#000000"></font>&nbsp;
<p align="justify"><a name=".C3.89tica_na_Internet"><font color="#000000"></font></a><br />
<h4 align="justify"><font color="#000000">Ética na Internet</font></h4>
<p align="justify"><font color="#000000">O acesso a um grande número de informações disponível às pessoas, com ideias e culturas diferentes, pode influenciar o desenvolvimento moral e social das pessoas. A criação dessa rede beneficia em muito a globalização, mas também cria a interferência de informações entre culturas distintas, mudando assim a forma de pensar das pessoas. Isso pode acarretar tanto uma melhora quanto um declínio dos conceitos da sociedade, tudo dependendo das informações existentes na Internet.</font>
<p align="justify"><font color="#000000">Essa praticidade em disseminar informações na Internet contribui para que as pessoas tenham o acesso a elas, sobre diversos assuntos e diferentes pontos de vista. Mas nem todas as informações encontradas na Internet podem ser verídicas. Existe uma grande força no termo &#8220;liberdade de expressão&#8221; quando se fala de Internet, e isso possibilita a qualquer indivíduo um pouco mal-intencionado publicar informações ilusórias sobre algum assunto, prejudicando, assim, a consistência dos dados disponíveis na rede.</font>
<p align="justify"><font color="#000000">Um outro fato relevante sobre a Internet é o plágio, já que é muito comum as pessoas copiarem o material disponível. &#8220;O plagiador raramente melhora algo e, pior, não atualiza o material que copiou. O plagiador é um ente daninho que não colabora para deixar a Internet mais rica; ao contrário, gera cópias degradadas e desatualizadas de material que já existe, tornando mais difícil encontrar a informação completa e atual&#8221;<sup>. </sup>Ao fazer uma cópia de um material da Internet, deve-se ter em vista um possível melhoramento do material, e, melhor, fazer citações sobre o verdadeiro autor, tentando-se, assim, ao máximo, transformar a Internet num meio seguro de informações.</font>
<p align="justify"><font color="#000000">Nesse consenso, o usuário da Internet deve ter um mínimo de ética, e tentar, sempre que possível, colaborar para o desenvolvimento da mesma. O usuário pode colaborar, tanto publicando informações úteis ou melhorando informações já existentes, quanto preservando a integridade desse conjunto. Ele deve ter em mente que algum dia precisará de informações e será lesado se essas informações forem ilusórias.</font>
<p align="justify"><font color="#000000"></font>&nbsp;
<p align="justify"><a name="Crime_na_Internet"><font color="#000000"></font></a><br />
<h4 align="justify"><font color="#000000">Crime na Internet</font></h4>
<p align="justify"><font color="#000000">Muitos crimes na internet estão associados à pedofilia, envolvendo a prostituição e a divulgação de fotos pornográficas de menores.</font>
<p align="justify"><font color="#000000">Também tem sido constantes os problemas sobre difamação em sites de relacionamento bem como a apologia de atos ilícitos e também a divulgação dos mais diversos tipos de preconceitos.</font>
<p align="justify"><font color="#000000">Outra questão importante refere-se aos crimes bancários e financeiros praticados na Internet. No Brasil, segundo o jornal O Globo, o quadro é preocupante.</font>
<p align="justify"><font color="#000000">Em 2004, foram registrado 4.015 casos, sendo 5,3% registrados no Cert.br (Centro de Estudos, Resposta e Tratamento de Incidentes de Segurança no Brasil) . Em 2005, o número de casos passou para 27.292, um aumento de 500% em relação a 2004. Estima-se que houve prejuízo de cerca de R$ 300 milhões sofrido pelos usuários, um aumento de 50% em relação a 2004. Desta vez, os registros de fraudes no Cert.br corresponderam a 40,13% do total.</font>
<p align="justify"><font color="#000000">Os crimes mais usuais na rede incluem o envio de e-mails com pedidos de atualização de dados bancários e senhas (phishing). Da mesma forma, e-mails referentes a listas negras ou falsos prêmios também são práticas comuns, bem como o envio de arquivos anexados. Especialistas indicam que é melhor não abrir arquivos com extensões consideradas perigosas, como &#8220;.exe&#8221;, &#8220;.scr&#8221; ou qualquer outra extensão desconhecida, por servirem de verdadeiras portas de entrada para vírus de computadores, os quais causam estragos ou roubam, via spywares, informações sobre os usuários. No entanto, é de senso comum que os chamados “cookies” são inofensivos, uma vez que o objetivo deles é reunir dados estatísticos (como sítios mais acessados), utilizados por sítios, como, por exemplo, o Alexa.</font>
<p align="justify"><font color="#000000">Ademais, em 2004, os prejuízos com perdas causadas por fraudes virtuais foram de 80% em relações às perdas por razões diversas.</font>
<p align="justify"><font color="#000000"></font>&nbsp;
<p align="justify"><a name="Nomenclatura"><font color="#000000"></font></a><br />
<h4 align="justify"><font color="#000000">Nomenclatura</font></h4>
<p align="justify"><font color="#000000">A palavra <i>Internet</i> é tradicionalmente escrita com a primeira letra em maiúsculo, como um nome próprio. Internet Society, Internet Engineering Task Force, ICANN, World Wide Web Consortium e várias outras organizações relacionadas usam essa convenção em suas publicações. Da mesma forma vários jornais, revistas e periódicos usam o mesmo termo, incluindo <i>The New York Times</i>, <i>Associated Press</i> e <i>Time</i>.</font>
<p align="justify"><font color="#000000">Outras organizações alegam que a primeira letra deve estar em minúsculo (<i>internet</i>), e que o artigo <i>&#8220;<b>a</b> internet&#8221;</i> é suficiente para distinguir entre <i>&#8220;<b>uma</b> internet&#8221;</i>, usada em outras instâncias. Publicações que usam essa forma estão ausentes no meio acadêmico, mas presentes em medias como <i>The Economist</i> e <i>The Guardian</i>.</font>
<p align="justify"><font color="#000000"><i>Internet</i> e <i>internet</i> possuem significados diferentes. Enquanto <i>internet</i> significa um conjunto de redes de computadores interligadas, a <i>Internet</i> refere-se a <i>internet</i> global e pública disponibilizada pelo Protocolo de Internet. Dessa forma, existem inúmeras <i>internets</i> espalhadas por redes particulares, seja interligando empresas, universidades ou residências. Entretanto, existe somente uma rede única e global, o conjunto de todas as redes.</font></p>
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		<title>Internet</title>
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		<pubDate>Sat, 11 Apr 2009 16:29:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator>lucosta3347</dc:creator>
		
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		<description><![CDATA[A Internet é um conglomerado de redes em escala mundial de milhões de computadores interligados pelo Protocolo de Internet que permite o acesso a informações e todo tipo de transferência de dados. A Internet é a principal das novas tecnologias de informação e comunicação (NTICs). Ao contrário do que normalmente se pensa, Internet não é [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p align="justify"><font color="#000000">A Internet é um conglomerado de redes em escala mundial de milhões de computadores interligados pelo Protocolo de Internet que permite o acesso a informações e todo tipo de transferência de dados. A Internet é a principal das novas tecnologias de informação e comunicação (NTICs). Ao contrário do que normalmente se pensa, Internet não é sinónimo de World Wide Web. Esta é parte daquela, sendo a World Wide Web, que utiliza hipermídia na formação básica, um dos muitos serviços oferecidos na Internet. De acordo com dados de março de 2007, a Internet é usada por 16,9% da população mundial (em torno de 1,1 bilhão de pessoas).</font></p>
<p align="justify"><font color="#000000"></font>&nbsp;</p>
<h4 align="justify"><font color="#000000">Tipos de conexão</font></h4>
<p align="justify"><font color="#000000">Métodos comuns de acesso doméstico à Internet incluem o acesso discado ou por banda larga por cabos (como ADSL, ISDN), rádio, acesso dedicado, sem fio (Wi-Fi), por satélite ou por telefones celulares 3G. Locais públicos para acesso à grande rede incluem bibliotecas e cyber cafés, nos quais computadores conectados são disponibilizados para uso temporário.</font>
<p align="justify"><font color="#000000">Existem também pontos de acesso em locais públicos, como aeroportos e cafés, acessíveis por meio de rede sem fio. Para isso, o utilizador deve possuir um dispositivo cliente de acesso, tal qual um PDA ou laptop. O acesso pode ser restrito por senhas, para a comercialização do tempo de uso.</font></p>
<p> <a href="http://blogs.universia.com.br/contatonegocios/2009/04/11/internet/#more-58" class="more-link">(more&#8230;)</a></p>
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		<title>C&#226;mera Digital</title>
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		<pubDate>Mon, 06 Apr 2009 13:36:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator>lucosta3347</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[tecnologia]]></category>

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		<description><![CDATA[A câmera ou câmara digital, seja ela máquina fotográfica ou de cinema, revolucionou o processo de captura de imagens, contribuindo para a popularização da fotografia ou da técnica cinematográfica digital. 

Ao invés de utilizar a película fotossensível (filme) para o registro das imagens, que requer, posteriormente à aquisição das imagens, um processo de revelação e [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p align="justify"><font color="#000000">A <b>câmera</b> ou <b>câmara digital</b>, seja ela máquina fotográfica ou de cinema, revolucionou o processo de captura de imagens, contribuindo para a popularização da fotografia ou da técnica cinematográfica digital. </font>
<p align="justify"><a href="http://blogs.universia.com.br/contatonegocios/files/2009/04/camera-digital-compacta.jpg"><img border="0" alt="camera_digital_compacta" src="http://blogs.universia.com.br/contatonegocios/files/2009/04/camera-digital-compacta-thumb.jpg" width="254" height="194"></a>
<p align="justify"><font color="#000000">Ao invés de utilizar a película fotossensível (filme) para o registro das imagens, que requer, posteriormente à aquisição das imagens, um processo de revelação e ampliação das cópias, a câmara digital registra as imagens através de um sensor que entre outros tipos podem ser do tipo CMOS ou do tipo CCD, armazenando as imagens em cartões de memória. Uma câmara pode suportar um só ou vários tipos de memória, sendo os mais comuns: CompactFlash tipos I e II, SmartMedia, MMC e Memory stick e SD (os dois mais usados). </font>
<p align="justify"><font color="#000000">Estas imagens podem ser visualizadas imediatamente no monitor da própria câmara, podendo ser apagadas caso o resultado não tenha sido satisfatório. Posteriormente são transferidas através de e-mail, álbum virtual, revelação digital impressa ou simplesmente apresentadas em telas de TV. </font>
<p align="justify"><font color="#000000">Uma das características mais exploradas pelos fabricantes de câmaras digitais é a resolução do sensor da câmara, medida em megapixels.</font></p>
<p> <a href="http://blogs.universia.com.br/contatonegocios/2009/04/06/cmera-digital/#more-57" class="more-link">(more&#8230;)</a></p>
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		<title>Mem&#243;ria Flash</title>
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		<pubDate>Thu, 26 Mar 2009 20:23:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>lucosta3347</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[tecnologia]]></category>

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		<category><![CDATA[memória]]></category>

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		<description><![CDATA[ 
Memória flash é uma memória de computador do tipo EEPROM (Electrically-Erasable Programmable Read-Only Memory), desenvolvida na década de 1980 pela Toshiba, cujos chips são semelhantes ao da Memória RAM, permitindo que múltiplos endereços sejam apagados ou escritos numa só operação. Em termos leigos, trata-se de um chip re-escrevível que, ao contrário de uma memória [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.cantogauderio.com.br/blog_images/MemriaFlash_F3AB/memoria_flash.jpg"><img height="154" alt="memoria_flash" src="http://www.cantogauderio.com.br/blog_images/MemriaFlash_F3AB/memoria_flash_thumb.jpg" width="204" border="0"></a> </p>
<p align="justify"><font color="#000000">Memória flash é uma memória de computador do tipo EEPROM (Electrically-Erasable Programmable Read-Only Memory), desenvolvida na década de 1980 pela Toshiba, cujos chips são semelhantes ao da Memória RAM, permitindo que múltiplos endereços sejam apagados ou escritos numa só operação. Em termos leigos, trata-se de um chip re-escrevível que, ao contrário de uma memória RAM convencional, preserva o seu conteúdo sem a necessidade de fonte de alimentação. Esta memória é comumente usada em cartões de memória, flash drives USB (pen drives), MP3 Players, dispositivos como os iPods com suporte a vídeo, PDAs, armazenamento interno de câmeras digitais e celulares.</font>
<p align="justify"><font color="#000000">Memória flash é do tipo não volátil o que significa que não precisa de energia para manter as informações armazenadas no chip. Além disso, a memória flash oferece um tempo de acesso (embora não tão rápido como a memória volátil DRAM utilizadas para a memória principal em PCs ) e melhor resistência do que discos rigídos. Estas características explicam a popularidade de memória flash em dispositivos portáteis. Outra característica da memória flash é que quando embalado em um &#8220;cartão de memória&#8221; são extremamente duráveis, sendo capaz de resistir a uma pressão intensa, variações extremas de temperatura, e até mesmo imersão em água.</font>
<p align="justify"><font color="#000000">Uma limitação é que a memória flash tem um número finito de modificações (escrita/exclusão).Porém este efeito é parcialmente compensado por alguns chip firmware ou drivers de arquivos de sistema de forma dinâmica e escreve contando o remapeamento dos blocos, a fim de difundir as operações escritas entre os setores.</font>
<p align="justify">&nbsp;</p>
<p> <a href="http://blogs.universia.com.br/contatonegocios/2009/03/26/memria-flash/#more-50" class="more-link">(more&#8230;)</a></p>
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		<title>Blu-ray Disc - BD</title>
		<link>http://blogs.universia.com.br/contatonegocios/2009/03/24/blu-ray-disc-bd/</link>
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		<pubDate>Tue, 24 Mar 2009 15:52:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>lucosta3347</dc:creator>
		
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		<description><![CDATA[
Blu-ray, também conhecido como BD (de Blu-ray Disc) é um formato de disco óptico da nova geração de 12 cm de diâmetro (igual ao CD e ao DVD) para vídeo de alta definição e armazenamento de dados de alta densidade. 
É o sucessor do DVD e capaz de armazenar filmes até 1080p Full HD de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p align="justify"><a href="http://www.cantogauderio.com.br/blog_images/BlurayDiscBD_B413/Bluray.png"><img height="244" alt="Bluray" src="http://www.cantogauderio.com.br/blog_images/BlurayDiscBD_B413/Bluray_thumb.png" width="244" border="0"></a>
<p align="justify"><font color="#000000">Blu-ray, também conhecido como BD (de Blu-ray Disc) é um formato de disco óptico da nova geração de 12 cm de diâmetro (igual ao CD e ao DVD) para vídeo de alta definição e armazenamento de dados de alta densidade. </font>
<p align="justify"><font color="#000000">É o sucessor do DVD e capaz de armazenar filmes até 1080p Full HD de até 4 horas sem perdas. Requer obviamente uma TV de alta definição (Plasma ou LCD) para exibir todo seu potencial e justificar a troca do DVD. </font>
<p align="justify"><font color="#000000">Sua capacidade varia de 25 (camada simples) a 50 (camada dupla) Gigabytes. O disco Blu-Ray faz uso de um laser de cor azul-violeta, cujo comprimento de onda é 405 nanometros, permitindo gravar mais informação num disco do mesmo tamanho usado por tecnologias anteriores (o DVD usa um laser de cor vermelha de 650 nanometros). </font>
<p align="justify"><font color="#000000">Blu-ray obteve o seu nome a partir da cor azul do raio laser (&#8221;blue ray&#8221; em inglês significa &#8220;raio azul&#8221;). A letra &#8220;e&#8221; da palavra original &#8220;blue&#8221; foi eliminada porque, em alguns países, não se pode registrar, para um nome comercial, uma palavra comum. Este raio azul mostra um comprimento de onda curta de 405 nm e conjuntamente com outras técnicas, permite armazenar substancialmente mais dados que um DVD ou um CD. A Blu-ray Disc Association (BDA) é responsável pelos padrões e o desenvolvimento do disco Blu-ray e foi criado pela Sony e Panasonic. Disputou uma guerra de formatos com o HD-DVD e em 2008 venceu com o apoio exclusivo da Warner Bros., MGM, Fox e Columbia Pictures. </font>
<p align="justify"><font color="#000000"></font>&nbsp;</p>
<p> <a href="http://blogs.universia.com.br/contatonegocios/2009/03/24/blu-ray-disc-bd/#more-49" class="more-link">(more&#8230;)</a></p>
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		<title>Sistemas de busca na internet</title>
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		<pubDate>Mon, 23 Mar 2009 15:43:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>lucosta3347</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Redes]]></category>

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		<category><![CDATA[tecnologia]]></category>

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		<description><![CDATA[Webmasters e responsáveis dos portais de conteúdo começaram a otimizar seus sites para os sistemas de busca em meados de -1990s, porque os primeiros motores de busca estavam iniciando a indexação do conteúdo na World Wide Web. No início, os webmasters precisavam enviar o endereço do site aos vários sistemas de busca existentes na Rede, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p align="justify"><font color="#000000">Webmasters e responsáveis dos portais de conteúdo começaram a otimizar seus sites para os sistemas de busca em meados de -1990s, porque os primeiros motores de busca estavam iniciando a indexação do conteúdo na World Wide Web. No início, os webmasters precisavam enviar o endereço do site aos vários sistemas de busca existentes na Rede, para que programas como spiders, pudessem &#8220;mapear&#8221; o site e armazenar as informações coletadas. O padrão e suporte das Máquinas de Busca era mapear uma página da web inteira e selecionar as chamadas palavras relacionadas na busca; então uma página com muitas palavras diferentes ampliavam a combinação de resultados, e uma página da web contendo uma relação de palavras como um dicionário teria como resultado um grande número de combinações, consequentemente limitando os resultados somente a nomes únicos. Os sistemas de busca então classificavam a informação por tópicos, muitas vezes exibindo como resultado das buscas páginas já expiradas, não existentes ou de conteúdo diferente ao que estava armazenado. Como o número crescente de documentos online, e vários webmasters trabalhando para aumentar o valor nos resultados em busca orgânica, os sistemas de buscas mais populares começaram a classificar as páginas de resultados mais relevantes em primeiro. Isto era o início de um atrito entre Sistemas de Busca e webmasters que continua até hoje.</font></p>
<p> <a href="http://blogs.universia.com.br/contatonegocios/2009/03/23/sistemas-de-busca-na-internet/#more-48" class="more-link">(more&#8230;)</a></p>
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		<title>Otimiza&#231;&#227;o de Sites</title>
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		<pubDate>Fri, 20 Mar 2009 18:51:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator>lucosta3347</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Redes]]></category>

		<category><![CDATA[buscadores]]></category>

		<category><![CDATA[internet]]></category>

		<category><![CDATA[seo]]></category>

		<category><![CDATA[site]]></category>

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		<description><![CDATA[Otimização de Sites é o conjunto de estratégias com o objetivo de potencializar e melhorar o posicionamento de um site nas páginas de resultados naturais (orgânicos) nos sites de busca. O termo SEO (do inglês, Search Engine Optimization, Acrônimo SEO) também se refere a indústria de consultoria, que trabalha na otimização de projetos e websites [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p align="justify"><font color="#000000">Otimização de Sites é o conjunto de estratégias com o objetivo de potencializar e melhorar o posicionamento de um site nas páginas de resultados naturais (orgânicos) nos sites de busca. O termo SEO (do inglês, Search Engine Optimization, Acrônimo SEO) também se refere a indústria de consultoria, que trabalha na otimização de projetos e websites de seus clientes. Alguns comentaristas, e também alguns profissionais de SEO, dividiram os métodos usados por seus praticantes em categorias como os &#8220;SEO de White Hat&#8221; (geralmente utilizam métodos aprovados pelos sistemas de busca, como a prática de construção de conteúdo relevante e melhoria da qualidade do site), ou &#8220;SEO de Black Hat&#8221; (utilizam truques como &#8220;cloaking&#8221;, que é a camuflagem do conteúdo real da página, e spamdexing). O termo &#8220;spamdexing&#8221; (originado da fusão de spam e indexing) refere-se a pratica de Spam direcionada aos motores de busca.</font></p>
<p> <a href="http://blogs.universia.com.br/contatonegocios/2009/03/20/otimizao-de-sites/#more-47" class="more-link">(more&#8230;)</a></p>
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		<title>O que &#233; Engenharia Social?</title>
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		<pubDate>Sun, 15 Mar 2009 13:59:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator>lucosta3347</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[tecnologia]]></category>

		<category><![CDATA[informação]]></category>

		<category><![CDATA[segurança]]></category>

		<category><![CDATA[spam]]></category>

		<category><![CDATA[vírus]]></category>

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		<description><![CDATA[Em Segurança da informação, chama-se Engenharia Social as práticas utilizadas para obter acesso a informações importantes ou sigilosas em organizações ou sistemas por meio da enganação ou exploração da confiança das pessoas. Para isso, o golpista pode se passar por outra pessoa, assumir outra personalidade, fingir que é um profissional de determinada área, etc. É [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p align="justify"><font color="#000000">Em Segurança da informação, chama-se <b>Engenharia Social</b> as práticas utilizadas para obter acesso a informações importantes ou sigilosas em organizações ou sistemas por meio da enganação ou exploração da confiança das pessoas. Para isso, o golpista pode se passar por outra pessoa, assumir outra personalidade, fingir que é um profissional de determinada área, etc. É uma forma de entrar em organizações que não necessita da força bruta ou de erros em máquinas. Explora as falhas de segurança das próprias pessoas que, quando não treinados para esses ataques, podem ser facilmente manipuladas.</font></p>
<p align="justify"><font color="#000000"></font>&nbsp;</p>
<h4 align="justify"><font color="#000000">Entendendo a Engenharia Social</font></h4>
<p align="justify"><font color="#000000">Engenharia social compreende a inaptidão dos indivíduos manterem-se atualizados com diversas questões pertinentes a tecnologia da informação, além de não estarem conscientes do valor da informação que eles possuem e, portanto, não terem preocupação em proteger essa informação conscientemente. É importante salientar que, a engenharia social é aplicada em diversos setores da segurança da informação independente de sistemas computacionais, software e ou plataforma utilizada, o elemento mais vulnerável de qualquer sistema de segurança da informação é o <b>ser humano</b>, o qual possui traços comportamentais e psicológicos que o torna suscetível a ataques de engenharia social. Dentre essas características, pode-se destacar:</font></p>
<p> <a href="http://blogs.universia.com.br/contatonegocios/2009/03/15/o-que-engenharia-social/#more-46" class="more-link">(more&#8230;)</a></p>
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		<item>
		<title>Bluetooth</title>
		<link>http://blogs.universia.com.br/contatonegocios/2009/03/14/bluetooth/</link>
		<comments>http://blogs.universia.com.br/contatonegocios/2009/03/14/bluetooth/#comments</comments>
		<pubDate>Sat, 14 Mar 2009 03:16:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator>lucosta3347</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Redes]]></category>

		<category><![CDATA[bluetooth]]></category>

		<category><![CDATA[comunicação]]></category>

		<category><![CDATA[rede]]></category>

		<category><![CDATA[tecnologia]]></category>

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		<description><![CDATA[O Bluetooth é uma tecnologia que permite uma comunicação simples, rápida, segura e barata entre computadores, smartphones, telefones celulares, mouses, teclados, fones de ouvido, impressoras e outros dispositivos, utilizando ondas de rádio no lugar de cabos. Assim, é possível fazer com que dois ou mais dispositivos comecem a trocar informações com uma simples aproximação entre [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p align="justify"><font color="#000000">O <b>Bluetooth</b> é uma tecnologia que permite uma comunicação simples, rápida, segura e barata entre computadores, smartphones, telefones celulares, mouses, teclados, fones de ouvido, impressoras e outros dispositivos, utilizando ondas de rádio no lugar de cabos. Assim, é possível fazer com que dois ou mais dispositivos comecem a trocar informações com uma simples aproximação entre eles. Que tal saber um pouco sobre como o Bluetooth funciona e conhecer mais algumas de suas características? É o que você verá nas próximas linhas.</font>
<p align="justify"><font color="#000000"></font>&nbsp;<br />
<h5 align="justify"><font color="#000000">O que é Bluetooth</font></h5>
<p align="justify"><font color="#000000">Bluetooth é um padrão global de comunicação sem fio e de baixo consumo de energia que permite a transmissão de dados entre dispositivos compatíveis com a tecnologia. Para isso, uma combinação de </font><a href="http://www.infowester.com/bluetooth.php#"><font color="#000000">hardware</font></a><font color="#000000"> e software é utilizada para permitir que essa comunicação ocorra entre os mais diferentes tipos de aparelhos. A transmissão de dados é feita através de radiofreqüência, permitindo que um dispositivo detecte o outro independente de suas posições, desde que estejam dentro do limite de proximidade.</font>
<p align="justify"><font color="#000000">Para que seja possível atender aos mais variados tipos de dispositivos, o alcance máximo do Bluetooth foi dividido em três classes:</font>
<p align="justify"><font color="#000000"><b>Classe 1:</b> potência máxima de 100 mW, alcance de até 100 metros;<br /><b>Classe 2:</b> potência máxima de 2,5 mW, alcance de até 10 metros;<br /><b>Classe 3:</b> potência máxima de 1 mW, alcance de até 1 metro.</font></p>
<p align="justify"><font color="#000000">Isso significa que um aparelho com Bluetooth classe 3 só conseguirá se comunicar com outro se a distância entre ambos for inferior a 1 metro, por exemplo. Neste caso, a distância pode parecer inutilizável, mas é suficiente para conectar um fone de ouvido a um telefone celular pendurado na cintura de uma pessoa. É importante frisar, no entanto, que dispositivos de classes diferentes podem se comunicar sem qualquer problema, bastando respeitar o limite daquele que possui um alcance menor.</font>
<p align="justify"><font color="#000000">A velocidade de transmissão de dados no Bluetooth é baixa: até a versão 1.2, a taxa pode alcançar, no máximo, 1 Mbps. Na versão 2.0, esse valor passou para até 3 Mbps. Embora essas taxas sejam curtas, são suficientes para uma conexão satisfatória entre a maioria dos dispositivos.</font></p>
<p> <a href="http://blogs.universia.com.br/contatonegocios/2009/03/14/bluetooth/#more-45" class="more-link">(more&#8230;)</a></p>
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