E o mundo não acabou

Quando menino acreditava em coisas do tipo estórias de Trancoso, personagens folclóricos, como a mula sem cabeça, o Saci Pererê, entre outros. Nesses últimos, incluo algumas coisas do tipo o fim do mundo, inclusive com data marcada e tudo. Isso me incomodava tanto que até chegava a não dormir, tamanha era a minha preocupação. Pois bem, veja que historia tenho para contar; é que lá em Campina grande, tinha uma seita conhecida como os “Borboletas Azuis”, nome esse que surgiu porque os seus fiéis se vestiam de azul e branco; usavam uma roupa, que nada mais era do que dois lençóis que cobriam o corpo, e se assemelhavam aquelas vestimentas do tempo de Jesus.

O fato mais interessante que sucedeu com esse grupo é que o líder desses religiosos afirmou ter recebido uma mensagem, diretamente de Nossa Senhora , isso mesmo, a mãe de Jesus, dizendo que o mundo ia se acabar, e que já tinha até mesmo o dia marcado para grande acontecimento, alem do que, seria com água; o dia seria 13 de maio de 1980.

Quando eu soube dessa história fiquei atônito, com mil perguntas que me surgiam e uma grande preocupação; é que era muito novo ainda e apesar de tudo, já sabia até o dia em que o mundo chegaria ao fim. Lembro que não tinha gozado praticamente nada na vida, até mesmo porque vivia trabalhando numa serigrafia; isso para ajudar a minha família.

A minha preocupação maior, é que não tinha televisão lá em casa; isso era uma coisa que me deixava inquieto, pois vivia na porta da casa de Dona Marlene ou na de Dona Dinda, somente para assistir os desenhos animados e os filmes de bang bang. Mas, saber que o mundo ia se acabar e não ter tido o prazer de ver uma TV em minha casa, era, sem dúvida, uma grande preocupação. Com essa história do fim do mundo, lembro ainda que algumas pessoas, embora não quisessem admitir, também ficaram com medo de morrer nesse dia, conforme profetizado por Roldão Mangueira, o líder do qual falei.

Outra história engraçada foi quando Roldão Mangueira, juntamente com alguns seguidores, dias antes do Juizo final profetizado, resolveu que iriam atravessar o Açude Velho, o maior açude da cidade; sim, mas era sem nada, somente por cima da água, conforme fez Jesus no dia da Tempestade que viveu com seus discípulos. Isso foi outra loucura que resultou em risadagem pela cidade. E, quanto ao Juízo final, sabe em que seu deu mesmo? Choveu um dia antes e outro depois do dia anunciado e nada do mundo se acabar. Finalmente pude ter uma TV em casa. Que maravilha!

Postado por João Nunes da Silva em 14.06.2009

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J. L. do Rego: Leitura indispensável

Ultimamente tenho me voltado, dentre outras coisas, para a leitura da obra de José Lins do Rego, escritor paraibano, de escrita primorosa e de grande fôlego. Deu-me uma vontade imensa, até mesmo inexplicável, de voltar a ler Menino de engenho, Fogo Morto, Água-mãe, entre outras obras desse escritor. Além dos meus compromissos, como preparar aula, produzir artigo científico, elaborar provas, não deixo, de forma alguma, de reservar um tempo para uma boa leitura, dessas que tiram a gente desse mundo, e que nos transporta para outros mundos, aqueles que não existem mais, mas que ficaram na memória e, por sua vez, nos torna mais humano. Melhor dizer que nos coloca rente ao chão, e nos faz perceber, ao mesmo tempo, a grandeza e a estupidez humana.

Reler José Lins do Rego é passar a limpo a nossa vida, é perceber que a vida é feita , acima de tudo, de gente, de homens, mulheres e crianças; de gente arrogante e de gente humilde, no sentido mais próprio da palavra, que não significa simplesmente falar bonito para encantar e esconder nosso orgulho e preconceito. A obra de Lins do Rego é dividida em três momentos, são eles: a) o ciclo da cana-de-açúcar, cujas obras que compõem essa fase são: Menino de engenho (1932), Doidinho (1933), Bangüê (1934), Usina (1936) e Fogo morto (1943); b) o ciclo do cangaço, cujas obras tratam do cangaço, do misticismo e da seca, são elas: Pedra Bonita (1938) e Cangaceiros (1953) e c) as obras independentes, que são: O moleque Ricardo (1934), Pureza (1937) , Riacho doce (1939). 

Qualquer pessoa, que queira saber sobre o Nordeste, especialmente sobre aspectos centrais destacados nas obras relacionadas ao ciclo da cana e ao cangaço, não pode deixar de ler os livros de Zé Lins do Rego. Esse autor deixou sua marca registrada pela grandeza de suas obras, sua sensibilidade em retratar os momentos centrais da vida rural, com ênfase para o apogeu e a decadência dos engenhos. Fogo morto é considerada sua obra prima, cujo tema central é o fim do engenho, que dá lugar a modernidade, instalada com as usinas.

Sem dúvida, José Lins do Rego, paraibano, nascido em Pilar, em 1901, e falecido em 1957, nos deixou o legado de compreender como se faz a vida, principalmente em meio às turbulências. Não é por acaso que o autor nos proporciona uma viagem à ludicidade do campo, aos conflitos de classe, a luta diária dos trabalhadores e as contradições entre riqueza e pobreza que caminham juntas o tempo todo.

Postado por João Nunes da Silva em 29.04.2009

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O menino Jota

O dia começava logo cedo para Jota, pois, todas as manhãs, mais ou menos às 3: 30, ele acordava, levantava-se de sua rede e se preparava para sair. Tomava cuidado para não incomodar seus irmãos, que dormiam ao lado, e seus pais. Ao todo eram oito irmãos, dos quais apenas Jota, Nito e Nina, trabalhava. Seu pai era encostado pelo INPS, hoje INSS. As madrugadas eram frias, o que dava uma vontade imensa de continuar na rede, encolhidinho e sob a proteção de uma colcha de retalhos de tecidos que sobravam das encomendas de sua mãe; a colcha fora  obra de sua mãe, que era costureira e, com esse oficio, criava sozinha os seus filhos, uma vez que o marido não era de muita serventia prá essas coisas de ajudar em casa.

Jota não esquecia de desarmar a rede e de dobrar  a colcha de retalhos. Após essa tarefa, procurava algo prá comer: um pão ou alguma bolacha e o café que sua mãe deixava na garrafa térmica. Quando saia de casa era em torno das quatro horas, mas ele fazia de tudo para não se atrasar muito, uma vez que não podia chegar muito tarde para pegar o jornal ao lado da antiga Rodoviária. Fazia todo o percurso até a distribuidora de Jornal a pé mesmo, pois não tinha ônibus a essa hora da madrugada. Era de admirar ver o menino de apenas 9 anos fazer tudo isso. Trabalhava como gente grande, embora recebesse quase nada pelo que fazia. Os outros meninos da sua idade não precisavam de nada disso; estavam, a essa hora, dormindo, no melhor dos sonos, enquanto esperavam a hora de ir prá escola. Mas Jota estudava também. Toda tarde esse era o seu compromisso, coisa que ele nunca deixou de fazer.

O trabalho de Jota era vender jornais no centro da cidade de Campina Grande, na Paraíba, o que ele fazia diariamente e, muitas vezes, não reclamava nem um pouco, muito embora ficasse triste em alguns momentos, especialmente quando não conseguia vender todo jornal que tinha; era cerca de 20 jornais, os quais ficavam debaixo do seu braço direito. Nessa época não tinha essa história de assinatura de jornal, por isso o menino Jota era um dos que vendiam jornais nas ruas da cidade.

 A rodoviária velha, a Rua Maciel Pinheiro, ou mesmo na frente do Hotel Ouro Branco, entre outros pontos eram os principais locais onde ele costumava ficar. Somente às onze horas é que ele podia prestar conta do que vendeu e, quando não conseguia vender todos, ficava triste, muito mais pelo fato de ter que suportar reclamações de Seu Pedro, o dono da distribuidora.  Aliás, tinha dia que não se vendia um sequer. Isso para Jota era o que mais o incomodava, além dos olhares de “pena” que faziam as pessoas com as quais encontrava na rua. Isso era triste, muito triste para o pequeno Jota, essa história das pessoas o terem como uma coisinha, um pobrezinho que nem tamanho tinha para segurar um Jornal, quisera para ser gente.

Certa manhã, quando voltava prá casa de ônibus, ele ficou preso na porta. Era daquelas portas que abria em duas e no meio tinha umas borrachas pretas, que abafavam o impacto da pancada quando fechava. Pois é, Jota ficou preso entre as duas partes e somente a sua cabeça ficou livre da pancada. Aquilo doeu tanto nele que se percebia lágrima descendo no canto de seus olhos. Doeu muito, principalmente na barriga e nas pernas, até que uma senhora que estava sentada perto gritou – motorista, o menino tá preso na porta, abra por favor. Enfim, o motorista, logo que percebeu, acionou o botão que ficava a sua esquerda e, finalmente, abriu a porta rapidamente. Nesse dia foi um sufoco para o menino, foi muito triste, mas triste mesmo era saber que as pessoas o olhavam com muita “pena”, com preconceito, como se fossem melhor do que aquele garoto, cuja preocupação era ajudar a mãe em casa. Felizmente que ele adorava estudar, o que nunca deixou.

Postado por João Nunes da Silva em 23.04.2009

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O problema na pesquisa

Em artigo anterior falei da necessidade de se fazer um projeto de pesquisa, caso o pesquisador pretenda alcançar seus objetivos científicos . Nesse caso, destaquei os itens centrais do projeto de pesquisa cientifica: problema, objetivos, justificativa, fundamentação teórica, metodologia, cronograma, orçamento e bibliografia. Pois bem, afirmei que sem problema não há pesquisa, uma vez que não se sabe o que de fato se quer pesquisar. Mas o que significa o problema, ou a problematização?  Por que é tão importante o problema? Como sabemos qual o problema da pesquisa.Em linguagem simples e direta, podemos considerar que o problema significa a pergunta central; isto é, aquela questão que orienta todo o processo da pesquisa, desde a elaboração do projeto até a coleta de dados, a análise e interpretação. Pensar num problema não significa necessariamente que você tem que encontrar um problema na comunidade ou grupo que pretende estudar. Trata-se de pensar no problema da pesquisa, ou seja, no fato gerador da pesquisa, pois, sem a pergunta central, não há a menor possibilidade de realização de uma pesquisa científica.

Considere o seguinte exemplo: digamos que você quer estudar sobre o trânsito em Palmas e define como questão central saber quais as causas de tanto acidente de trânsito na mais nova capital. A pergunta que vai orientar toda a pesquisa será, portanto: quais as causas de tanto acidente de trânsito em Palmas? Veja que é uma pergunta geradora, ou seja, o pesquisador parte da necessidade de saber o que leva a tantos acidentes de trânsito na mais nova capital. Quando digo que trata-se de uma pergunta geradora, é porque se parte de um fato, como acidentes de trânsito, para, em seguida, traçar os objetivos, as considerações sobre o problema: contextualização, índices de acidentes, principais discussões em torno do assunto.

Veja, portanto, que não me referi ao problema dos acidentes de transito, pois, evidentemente que isso é um dos grandes problemas da nossa cidade, mas sim, me referi ao problema-questão, ou seja, a pesquisa parte do problema destacado em forma de questão. Se você quisesse saber o que dizem os estudiosos sobre o problema do trânsito em Palmas, por exemplo, observe que o problema cientifico é a pergunta geradora, todavia, não significa que seja um problema se ter estudiosos sobre o trânsito; percebeu então  a diferença entre problema científico e problema real?  Por isso que afirmei anteriormente que um problema de pesquisa não significa necessariamente um problema numa comunidade ou num grupo a ser estudado. O importante é elaborar uma pergunta central, a qual pode partir de um fato concreto, como no caso de acidentes de trânsito, ou pode ser uma questão teórica, a partir de algum dado ou elemento que permita uma problematização. Por exemplo, pode-se partir de estudos sobre algum assunto, das idéias ou teorias, de forma que se tenha claro o que se pretende estudar.

Num projeto de iniciação científica geralmente se pede, no problema, que aponte apenas a pergunta central. Mas, em projetos para estudos mais aprofundados, como para mestrados e doutorados, há a necessidade de se estabelecer uma discussão ou contextualização do que se pretende estudar. Dessa forma, a pergunta, muitas vezes, está implícita na discussão, de forma que se percebe claramente o que se pretende pesquisar; o que não significa ser prolixo ou “enrolação”. Falarei ainda sobre os demais itens do projeto de pesquisa.  

Postado por João Nunes da Silva em 13.04.2009

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Pesquisa científica: desafios e responsabilidades

A pesquisa é uma condição indispensável para o crescimento intelectual do ser humano e para as universidades, ou mesmo para as escolas. Pensar em pesquisa é, primeiramente ter em conta a necessidade de descobrir o que pode explicar as causas de determinados fenômenos. É também ter coragem de se debruçar sobre uma infinidade de obras, as quais possam auxiliar no estudo do objeto escolhido para alcançar os objetivos definidos para a realização da pesquisa.

A pesquisa deve começar desde a escola e não parar enquanto se tem algo para descobrir. Na Universidade, por exemplo, a pesquisa é a condição para o seu desenvolvimento e para a sua contribuição na resolução dos problemas vivenciados pelos indivíduos, grupos e instituições sociais. Não se pode pensar numa Universidade sem pesquisa; é como se negasse a necessidade de água e de oxigênio para a vida.Isso parece estranho, mas é a pura realidade, tendo em vista que é por meio das pesquisas que a humanidade aos poucos segue o seu processo evolutivo, pelo menos do ponto de vista material e tecnológico. Digo isto pelo fato de que a ciência, por natureza é positivista, tende a tornar o ser humano em mero objeto para estudos e para a manipulação em prol de interesses vinculados a racionalidade industrial e aos interesses dos grandes grupos econômicos em detrimento das necessidades humanas na sua forma mais ampla.

Investir em pesquisa significa, também, que demanda recursos humanos, materiais e financeiros, além, evidentemente, de questões ideológicas, políticas e culturais, as quais, muitas vezes, impõem determinadas condições para a realização das pesquisas cientificas de interesse das populações. É nesse ponto que as pesquisas, que necessárias e urgentes para a sociedade e para as pessoas em geral, que é preciso pensar seriamente quando se pretende realizá-las  de forma científica. Dessa forma, é fundamental que o estudante e o professor, no caso, os pesquisadores, tenham a clareza da responsabilidade que assumem perante a sociedade e perante os diversos segmentos sociais, políticos e econômicos.Não se deve pensar em pesquisa como uma simples tarefa, como se não demandasse nenhuma necessidade de conhecimentos básicos e teóricos, além da necessidade de coleta de dados e da análise e interpretação do que conseguiu coletar. É por tais necessidades que surgiu o projeto de pesquisa científica, o qual consiste no detalhamento de todos os passos a serem dados desde a definição do objeto de estudo, a disposição em fazer o levantamento bibliográfico e a contextualização e fundamentação teórica do objeto, a problematização, justificativa, metodologia, cronograma, orçamento e as referencias bibliográficas.

 O projeto de pesquisa cientifica se refere ao planejamento de todas as ações a serem desenvolvidas para a execução da pesquisa. É por meio desse instrumento que o pesquisador pode ter uma maior garantia do que precisa fazer e dos desafios e perspectivas que vai encontrar em todo o percurso da pesquisa. Cada item do projeto deve estar perfeitamente sintonizado com o objeto, objetivos e o problema da pesquisa. O problema, significa a questão fundamental que vai orientar toda a pesquisa; sem problema não há projeto e, conseqüentemente, não há pesquisa. Em suma, pesquisar é buscar, de forma sistemática, respostas para um problema. Em outra oportunidade trataremos mais desse assunto.

Postado por João Nunes da Silva em 20.03.2009

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Emigrantes: em busca de vida

A questão da emigração é, sem embargo, um dos principais problemas que encontramos hoje. Evidentemente que é necessário levar em conta quais os motivos que levam tantas pessoas e de diferentes países saírem de suas terras para outras tão distantes. Não é conveniente julgar àqueles que arriscam suas vidas em busca de um lugar ao sol em outros países. A primeira análise, por mais comum que seja, já nos leva a um a noção básica de que o que motiva a emigração são as necessidades, que se traduzem em necessidade de tudo: emprego, moradia digna, saúde, educação, segurança, paz, por exemplo. Veja esse vídeo que trata  de jovens emigrantes encontrados mortos há vinte metros da costa Teguise, na Espanha. Veja, se emocione e reflita.

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Postado por João Nunes da Silva em 19.02.2009

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Foto premiada 2008

Foto Premiada

Foto ganhadora do primeiro lugar na categoria “Notícias Gerais” do World Press Photo of the Year. De autoria do brasileiro Luiz Vasconcelos, do jornal “A Crítica”, a imagem mostra uma mulher tentando impedir o despejo de seu povoado em Manaus, no Brasil, dia 10 de março de 2008. Faça seu comentário. Para saber mais Clique Aqui.

Postado por João Nunes da Silva em 13.02.2009

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Crescimento da ead

Veja a entrevista com o secretário de Educação a distância que trata do crescimento dessa modalidade de ensino, destacando os seus principais aspectos. É uma importante oportunidade para aprofundar sobre o assunto e tirar algumas dúvidas.

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Postado por João Nunes da Silva em 07.02.2009

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o crescimento da ead e os desafios da educação

O ensino a distância no Brasil (EAD) já é uma realidade inexorável. É cada vez maior o numero de ofertas de cursos em EAD, bem como,de pessoas que procuram essa modalidade.O crescimento da oferta de cursos em EAD tem gerado varias discussões e suscitado um acompanhamento criterioso por parte do Ministério da Educação - MEC, no sentido de fiscalizar todas as instituições de ensino superior que ofertam os diferentes cursos no país.

 Segundo dados do sítio: <http://www.universia.com.br/materia/materia.jsp?materia=17067>, acesso em 05 de janeiro de 2009, hoje “o sistema de EAD (Educação a Distância) tem atualmente 760.599 alunos matriculados em 109 instituições”. Isso demonstra a relevância da EAD para uma grande parcela da nossa sociedade, bem como, a necessidade, evidentemente de um processo de avaliação contínua para a garantia de um ensino de qualidade para todos.

Para ler a materia completa, CLIQUE AQUI.

Postado por João Nunes da Silva em 06.02.2009

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Sobre EAD

Em matéria publicada no dia 01 de dezembro de 2008, o sítio universia trata da questão do ensino a distancia, especialmente sobre a situação atual das instituições que oferecem essa modalidade de curso. De forma bastante respeitosa, destacam-se as IES que apresentam a necessidade de regularização no que diz respeito aos pólos presenciais, após avaliação feita pelos representantes do MEC. Veja matéria na integra  CLICANDO AQUI.

Postado por João Nunes da Silva em 06.02.2009

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