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	<title>olhar crítico</title>
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	<description>Esse é um espaço para criticas, discussões e reflexões sobre temas variados.Participe você também.</description>
	<pubDate>Wed, 07 Jan 2009 02:45:45 +0000</pubDate>
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		<title>sobre bush</title>
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		<pubDate>Wed, 07 Jan 2009 02:37:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator>João Nunes da Silva</dc:creator>
		
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		<description><![CDATA[Bush conseguiu a proeza de manchar completamente a imagem dos EUA. Se houve alguém que conseguiu, como ninguém, ser a imagem da medíocridade e da mentira, George W Bush é o seu nome. Esse senhor, inventou uma guerra, afirmando prá todo o mundo que o Iraque estava construindo bomba, e que, por isso, merecia ser invadido, mesmo [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Bush conseguiu a proeza de manchar completamente a imagem dos EUA. Se houve alguém que conseguiu, como ninguém, ser a imagem da medíocridade e da mentira, George W Bush é o seu nome. Esse senhor, inventou uma guerra, afirmando prá todo o mundo que o Iraque estava construindo bomba, e que, por isso, merecia ser invadido, mesmo sem o apoio da ONU. O resultado disso todo nós já sabemos: a mentira foi escancarada; isto é, a única verdade dessa história é que não havia bomba coisa nenhuma. Com isso, Bush conseguiu complicar  mais ainda a situação do povo iraquiano.  Mas,  vou ficar por aqui. Para falar mais sobre Bush e o que ele representa, deixo com vocês nada  mais do que um texto primoroso da mãos de um dos maiores escritores de todos os tempos, José Saramago. VEJA.</p>
<h2>George Bush, ou a idade da mentira</h2>
<p>By José Saramago</p>
<p><em>Pergunto-me como e porquê Estados Unidos, um país em tudo grande, tem tido, tantas vezes, tão pequenos presidentes. George Bush é talvez o mais pequeno de todos eles. Inteligência medíocre, ignorância abissal, expressão verbal confusa e permanentemente atraída pela irresistível tentação do puro disparate, este homem apresentou-se à humanidade com a pose grotesca de um cowboy que tivesse herdado o mundo e o confundisse com uma manada de gado. Não sabemos o que realmente pensa, não sabemos sequer se pensa (no sentido nobre da palavra), não sabemos se não será simplesmente um robot mal programado que constantemente confunde e troca as mensagens que leva gravadas dentro. Mas, honra lhe seja feita ao menos uma vez na vida, há no robot George Bush, presidente dos Estados Unidos, um programa que funciona à perfeição: o da mentira. Ele sabe que mente, sabe que nós sabemos que está a mentir, mas, pertencendo ao tipo comportamental de mentiroso compulsivo, continuará a mentir ainda que tenha diante dos olhos a mais nua das verdades, continuará a mentir mesmo depois de a verdade lhe ter rebentado na cara. Mentiu para fazer a guerra no Iraque como já havia mentido sobre o seu passado turbulento e equívoco, isto é, com a mesma desfaçatez. A mentira, em Bush, vem de muito longe, está-lhe no sangue. Como mentiroso emérito, é o corifeu de todos aqueles outros mentirosos que o rodearam, aplaudiram e serviram durante os últimos anos.</em></p>
<p><em>George Bush expulsou a verdade do mundo para, em seu lugar, fazer frutificar a idade da mentira. A sociedade humana actual está contaminada de mentira como da pior das contaminações morais, e ele é um dos principais responsáveis. A mentira circula impunemente por toda a parte, tornou-se já numa espécie de outra verdade. Quando há alguns anos um primeiro-ministro português, cujo nome por caridade omito aqui, afirmou que “a política é a arte de não dizer a verdade”, não podia imaginar que George Bush, tempos depois, transformaria a chocante afirmação numa travessura ingénua de político periférico sem consciência real do valor e do significado das palavras. Para Bush a política é, simplesmente, uma das alavancas do negócio, e talvez a melhor de todas, a mentira como arma, a mentira como guarda avançada dos tanque e dos canhões, a mentira sobre as ruínas, sobre os mortos, sobre as míseras e sempre frustradas esperanças da humanidade. Não é certo que o mundo seja hoje mais seguro, mas não duvidemos de que seria muito mais limpo sem a política imperial e colonial do presidente dos Estados Unidos, George Walker Bush, e de quantos, conscientes da fraude que cometiam, lhe abriram o caminho para a Casa Branca. A História lhes pedirá contas.</em></p>
<p><strong><em>José Saramago</em></strong></p>
<p><strong>Para ver mais os escritos de Saramago, clique <a href="http://caderno.josesaramago.org/" title="blog Saramago">AQUI</a></strong></p>
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		<title>orquestra dos meninos</title>
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		<pubDate>Tue, 06 Jan 2009 15:16:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator>João Nunes da Silva</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Filmes]]></category>

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Você já viu, com certeza, daqueles filmes em que se emociona do começo ao fim. Com Orquestra dos meninos, certamente, você não vai tirar os olhos da tela e, também, vai precisar de um lenço para enxugar suas lágrimas; caso não tenha, pode passa levemente suas mãos pelo canto dos olhos.
Orquestra dos meninos foi protagonizado [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p align="center"><a href="http://blogs.universia.com.br/jnunes/files/2009/01/orquestrademeninos.jpg" title="orquestra dos meninos"><img src="http://blogs.universia.com.br/jnunes/files/2009/01/orquestrademeninos.jpg" alt="orquestra dos meninos" /></a></p>
<p>Você já viu, com certeza, daqueles filmes em que se emociona do começo ao fim. Com Orquestra dos meninos, certamente, você não vai tirar os olhos da tela e, também, vai precisar de um lenço para enxugar suas lágrimas; caso não tenha, pode passa levemente suas mãos pelo canto dos olhos.</p>
<p>Orquestra dos meninos foi protagonizado por Murilo Rosa, Priscila Fantin e Othon Bastos, como atores principais, mas o brilho mesmo ficou por conta dos meninos artistas da região; a direção é de Paulo Thiago.</p>
<p>Trata-se de um filme baseado em fatos reais e conta a história do músico Mozart Vieira e dos meninos do interior , cidade de São Caetano, fincada no agreste pernambucano.</p>
<p>É um exemplo de  amor, criatividade e de empreendedorismo social nunca visto antes. Sem dúvida, um filme emocionante, educativo e repleto de ensinamentos.</p>
<p>Para ver mais sobre o assunto, <a href="http://www.cinepop.com.br/filmes/orquestradosmeninos.htm"><font color="#800080">clique aqui</font></a>.</p>
<p>veja trailer.</p>
<p><object class="embed" width="425" height="350" type="application/x-shockwave-flash" data="http://www.youtube.com/v/qlVu-KdFDO8&amp;eurl"><param name="wmode" value="transparent" /><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/qlVu-KdFDO8&amp;eurl" /><em>You need to a flashplayer enabled browser to view this YouTube video</em></object></p>
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		<title>indiferença</title>
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		<pubDate>Tue, 30 Dec 2008 00:40:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator>João Nunes da Silva</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Geral]]></category>

		<category><![CDATA[indiferença]]></category>

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		<description><![CDATA[veja esse vídeo que trata da necessidade de percebermos as injustiças e tomar atitudes perante as barbaridades que ainda vivemos, tais como: desrespeito aos direitos humanos, exploração sexual, exploração no trabalho, torturas, discriminação, destruição do meio ambiente &#8230;
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			<content:encoded><![CDATA[<p>veja esse vídeo que trata da necessidade de percebermos as injustiças e tomar atitudes perante as barbaridades que ainda vivemos, tais como: desrespeito aos direitos humanos, exploração sexual, exploração no trabalho, torturas, discriminação, destruição do meio ambiente &#8230;</p>
<p><object class="embed" width="425" height="350" type="application/x-shockwave-flash" data="http://www.youtube.com/v/JmtnJOa8Eng&amp;eurl"><param name="wmode" value="transparent" /><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/JmtnJOa8Eng&amp;eurl" /><em>You need to a flashplayer enabled browser to view this YouTube video</em></object></p>
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		<title>EM MEMÓRIA DE CHICO MENDES</title>
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		<pubDate>Sat, 27 Dec 2008 18:04:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator>João Nunes da Silva</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Geral]]></category>

		<category><![CDATA[CHICO MENDES]]></category>

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		<description><![CDATA[“No começo pensei que estivesse lutando para salvar as seringueiras, depois pensei que estava lutando para salvar a floresta amazônica. Agora, percebo que estou lutando pela humanidade”.
Essas palavras são de Francisco Alves Mendes Filho, mais conhecido por “Chico Mendes”. Nascido no Município de Xapuri, Acre, em 15 de dezembro de 1944, seringueiro, de família pobre, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>“No começo pensei que estivesse lutando para salvar as seringueiras, depois pensei que estava lutando para salvar a floresta amazônica. Agora, percebo que estou lutando pela humanidade”.</em></p>
<p>Essas palavras são de Francisco Alves Mendes Filho, mais conhecido por “Chico Mendes”. Nascido no Município de Xapuri, Acre, em 15 de dezembro de 1944, seringueiro, de família pobre, líder dos seringueiros, presidente sindical, Chico Mendes foi assassinado em 22 de dezembro de 1988. A causa de sua morte foi o orgulho, a ambição e a truculência do capital e dos velhos coronéis da região amazônica, cujo poder advém da exploração e da humilhação imposta aos vários trabalhadores.</p>
<p>Chico Mendes foi assassinado covardemente devido a sua coragem e audácia de ter lutado por melhores condições de vida dos seringueiros e pela preservação da Amazônia, a qual a cada minuto que passa tem suas reservas naturais destruídas em nome do capital e do progresso. Enquanto isso, perderemos todos nós, não só os moradores desta rica região, mas o planeta.</p>
<p>A luta de Chico Mendes deveria ser a de todos, pois, com a destruição cada vez mais vertiginosa do Meio ambiente, não é apenas a floresta amazônica que se vai, mas o ser humano e todos os demais seres vivos. Assim como aconteceu com Chico, a irmã Dorothy Stang foi encontrada morta pela mesma causa, “aos 73 anos de idade, no dia 12 de fevereiro de 2005, às sete horas e trinta minutos da manhã, em uma estrada de terra de difícil acesso, a 53 quilômetros da sede do município de Anapu, no Estado do Pará, Brasil”, coforme relatam os jornais da época.</p>
<p>Embora tenhamos perdido esses  grandes lutadores, que assim como fez Jesus, merreram por nós, a semente deixada por ambos germinou e se torna cada vez mais sólida, pois, no mundo inteiro os movimentos sociais em defesa da vida e do planeta, bem como pelos direitos humanos, tem se multiplicado e chamado a atenção de  milhares de pessoas.</p>
<p>Graças a luta desses mártires da terra, temos hoje uma maior sensibilidade por parte dos diversos setores da sociedade quanto a necessidade de preservar o nosso planeta e de garantir vida dígna para todos. É claro que ainda falta muito para mudar, mas, os exemplos se mostram significativos para que tenhamos um mundo melhor: o surgimento de ongs diversas à favor de uma vida melhor, movimentos sociais e lideranças sindicais combatentes, a participação de instituições religiosas, culturais  e juridicas as quais desenvolvem importantes ações na sociedade, são dados  que merecem ser destaques (Leia-se OAB, Ministerio do Trabalho, Comissão Pastoral da Terra, Centros de Defesa de Direitos humanos, entre outros similares).</p>
<p>Somados às lutas dos movimentos sociais, instituições e organizações citadas, continuam as ações contra o trabalho escravo, que ainda é uma chaga  na região amazônica, cujos estados que se destacam com essa pratica abominável e insidiosa são: Pará, Maranhão e Tocantins, além dos setores sucroalcooleiros do país.</p>
<p>Conforme o Jornal Estadão (26 de dezembro de 2008), “desde 2005, quando o presidente Lula lançou o primeiro Plano Nacional para Erradicação do Trabalho Escravo, pretendendo eliminar o problema até 2006, nada menos que 32.185 trabalhadores rurais foram encontrados nessas condições <em>[análogas às de escravos],</em> o que levou a 22.700 autuações, num valor de R$ 46,4 milhões em indenizações e multas” (grifo nosso).</p>
<p>  O principal legado de mártires como: Chico Mendes, da Irmã Dorothy, Padre Josimo, Margarida Maria Alves (lider sindical rural assasinada em 1983 por fazendeiros da Paraíba), dentre vários outros que deram a vida por um mundo mais justo, foi acender a chama da luta contra a ignorancia e em defesa da vida e da dignidade humana e contra a imposição do capital.</p>
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		<title>ZWEIG: UM APAIXONADO PELO BRASIL</title>
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		<pubDate>Sun, 14 Dec 2008 17:47:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator>João Nunes da Silva</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Geral]]></category>

		<category><![CDATA[zweig]]></category>

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		<description><![CDATA[Há poucos dias acabei de ler o livro BRASIL, UM PAÍS DE FUTURO, de Stefan Zweig. Sem sombra de dúvidas, trata-se de uma obra indispensável para conhecer o Brasil e seus contrastes a partir do olhar de um  verdadeiro apaixonado pelo Brasil, embora não seja brasileiro.
Zweig nasceu em Viena, Áustria, em 1881 e faleceu em [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Há poucos dias acabei de ler o livro BRASIL, UM PAÍS DE FUTURO, de Stefan Zweig. Sem sombra de dúvidas, trata-se de uma obra indispensável para conhecer o Brasil e seus contrastes a partir do olhar de um  verdadeiro apaixonado pelo Brasil, embora não seja brasileiro.</p>
<p>Zweig nasceu em Viena, Áustria, em 1881 e faleceu em 1942, juntamente com sua esposa, após uma crise de depressão que levou ao suicídio os dois.</p>
<p>Para quem quer conhecer o Brasil de maneira íntima, e somente pela leitura, a obra de Zweig é indispensável, assim como a dos escritores e estudiosos brasileiros tais como:Darcy Ribeiro, Celso furtado, Gilberto Freire, Sergio Buarque de Holanda, entre outros.</p>
<p>A peculiaridade zweiguiana está no profundo sentimento de amor com que descreve cuidadosamente suas andanças pelo no país. Com alma de poeta, o referido autor trata do Brasil desde a colonização, passando pelos principais momentos sociais, históricos e econômicos, até a década de 30.</p>
<p>Não escapam dos seus relatos o surgimento e crescimento das cidades como: São Paulo, Rio de Janeiro, Manaus, Belém, Belo Horizonte, Salvador (que o autor prefere chamar de Bahia) e as belezas e contradições de cada uma delas.</p>
<p>Conhecemos essas cidades a partir dos os ciclos econômicos  como: do ouro, café, cana-de-açúcar, cacau, borracha e a industrialização, principalmente com a força dos escravos, primeiramente, e, em seguida, pelos imigrantes,  detalhados magnificamente pelo escritor austríaco com uma beleza e ternura sem igual.</p>
<p>As principais fases econômicas e culturais são descritas de forma primorosa, o que conduz a uma excelente leitura como se o leitor, ao se deparar com seus relatos, estivesse viajando juntamente com esse magnífico escritor no Brasil desde os seus primeiros tempos ao seu apogeu.</p>
<p>No que diz respeito ao ciclo da borracha, o autor detalha aspectos pitorescos e formidáveis da descoberta da seringueira como fonte do látex para a produção industrial da borracha e que, por sua vez, alavancou a indústria automobilística não somente no Brasil, mas, em todo o mundo.</p>
<p>Por outro lado, Zweig não deixa de descrever as contradições desse período, especialmente quando se refere ao trabalho escravo instalado com o desenvolvimento do ciclo da borracha, enquanto que uma pequena parcela de comerciantes e industrial se enriqueciam à custa da miséria da maioria. Nesse caso, qualquer relação com o que temos hoje, especialmente no Norte do País, não é mera coincidência.</p>
<p>Não se pode esquecer também dos seus relatos sobre o Rio de Janeiro antigo ao seu desenvolvimento, assim como, das ruas comerciais e alegres e, também, de toda a efervescência de São Paulo, considerando sua colonização ao período de industrialização.</p>
<p>Sem dúvida, o autor, apaixonado pelo Brasil, especialmente pelo Rio de Janeiro, descreve essa &#8220;Cidade maravilhosa&#8221; como a mais bela que já conheceu. Não foi por acaso que escolheu para viver seus últimos anos no Rio de Janeiro, tendo, fincado moradia em Petrópolis, quando, em 1942, resolve se retirar da vida, após sentir-se sufocado pelos absurdos provocados com as guerras mundiais.</p>
<p>Confesso que de tão bela e agradável leitura, me senti mais um apaixonado pelo meu país e me perguntei, ao ler a ultima página, por que razão não havia conhecido a obra de Stefan Zweig antes, especialmente essa que se refere ao BRASIL: um país do futuro. </p>
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		<title>Obama: um novo tempo!</title>
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		<pubDate>Wed, 05 Nov 2008 14:27:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator>João Nunes da Silva</dc:creator>
		
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		<category><![CDATA[politica e sociedade]]></category>

		<category><![CDATA[obama]]></category>

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		<description><![CDATA[ 
O dia 05 de novembro é, sem dúvida, um dia histórico, pois, marca a vitória de Barack Obama para Presidente dos EUA, o que  representa muito para todo o mundo. Após oito anos da desastrosa gestão de George W Bush; agora temos a possibilidade de um novo tempo para todos os americanos e, conseqüentemente, para [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><font face="Calibri"><a href="http://blogs.universia.com.br/jnunes/files/2008/11/obama.JPG" title="obama"></a></font><font face="Arial"><a href="http://blogs.universia.com.br/jnunes/files/2008/11/obama.JPG" title="obama"><img src="http://blogs.universia.com.br/jnunes/files/2008/11/obama.JPG" alt="obama" /></a> </font></p>
<p><font face="Calibri"><font face="Calibri">O dia 05 de novembro é, sem dúvida, um dia histórico, pois, marca a vitória de Barack Obama para Presidente dos EUA, o que  representa muito para todo o mundo. Após oito anos da desastrosa gestão de George W Bush; agora temos a possibilidade de um novo tempo para todos os americanos e, conseqüentemente, para o mundo. O fato do novo representante da Casa Branca ser um imigrante, negro e de origem pobre, sinaliza que os americanos têm, de alguma forma, repensado seus conceitos sobre política, questão do racismo, democracia, entre outros.</font></font></p>
<p><font face="Calibri"><font face="Calibri"> Agora temos um republicano na Casa Branca, cujos desafios não são dos menores, especialmente frente a uma crise econômica cujas conseqüências podem ser avassaladoras não só para os americanos, mas para todos os países. </font></font></p>
<p><font face="Calibri"><font face="Calibri">É verdade que não se tem praticamente nada concreto do que Obama fará frente a questões como: o caos financeiro, o desastre da inconseqüente  guerra do Iraque, os problemas  relacionados à saúde ( que é vergonhoso para um país que se coloca no topo do mundo), bem como não se sabe o que o novo Presidente americano fará frente a política belicista adotada até então pelos governos anteriores. </font></font></p>
<p><font face="Calibri"><font face="Calibri">Todavia, percebe-se que Obama se mostra sensível à realidade e, também, demonstra capacidade de dialogo, inteligência e abertura para discutir e tratar dos temas mais polêmicos possíveis. Enfim, a vitória de Obama marca a esperança para todos os povos. </font></font></p>
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		<title>doc debate meninas</title>
		<link>http://blogs.universia.com.br/jnunes/2008/10/28/doc-debate-2/</link>
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		<pubDate>Tue, 28 Oct 2008 12:19:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator>João Nunes da Silva</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Geral]]></category>

		<category><![CDATA[doc debate]]></category>

		<category><![CDATA[meninas]]></category>

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			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://blogs.universia.com.br/jnunes/files/2008/10/meninas1.jpg" title="meninas-divulgação"><img src="http://blogs.universia.com.br/jnunes/files/2008/10/meninas1.jpg" alt="meninas-divulgação" /></a></p>
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		<title>doc debate</title>
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		<pubDate>Tue, 28 Oct 2008 11:46:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>João Nunes da Silva</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Filmes]]></category>

		<category><![CDATA[Geral]]></category>

		<category><![CDATA[gravidez na adolescência]]></category>

		<category><![CDATA[meninas]]></category>

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		<description><![CDATA[Na próxima quinta-feira, 30 de outubro de 2008, teremos o Projeto Doc Debate, com a exibição do documentário Meninas. O evento será no auditório da Unitins, às 19 horas. Após o filme haverá um debate sobre grvidez na adolescencia, com a sexóloga Sãmia Ponciano G.Ghabo. O objetivo do evento, o qual acontece todo mês, é estimular [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Na próxima quinta-feira, 30 de outubro de 2008, teremos o Projeto Doc Debate, com a exibição do documentário <strong><em>Meninas</em></strong>. O evento será no auditório da Unitins, às 19 horas. Após o filme haverá um debate sobre grvidez na adolescencia, com a sexóloga Sãmia Ponciano G.Ghabo. O objetivo do evento, o qual acontece todo mês, é estimular discussão a partir de documentarios com temas relacionados a questão social.<a href="http://blogs.universia.com.br/jnunes/files/2008/10/meninas.jpg" title="meninas"> </a><strong> </strong></p>
<p>SINOPSE: MENINAS -  No dia em que completa 13 anos, Evelin descobre que está grávida de seu namorado, um rapaz de 22 anos que acaba de se desligar do tráfico de drogas para o qual trabalhava na Rocinha, Rio de Janeiro, onde vivem. A gravidez não a impede de continuar sendo a garota de sempre.<br />
A possibilidade de um aborto nem passou pela cabeça de Luana, 15 anos, quando ela descobriu que estava grávida. Órfã de pai, Luana vive com quatro irmãs e a mãe em uma casa onde só há mulheres. Desde cedo ajuda a mãe a criar as irmãs mais novas, e há meses vinha alimentando a idéia de ter um filho “só para ela”.<br />
Edilene não planejou nem evitou sua gravidez. Tampouco o fez sua mãe. Agora, mãe e filha estão grávidas. Edilene espera um filho de Alex, por quem é apaixonada. Alex engravidou ao mesmo tempo sua vizinha, Joice, de 15 anos. Edilene, aos 14 anos e grávida, já vai viver o drama de um triângulo amoroso.<font face="Calibri"> </font></p>
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		<title>a internet e seu uso</title>
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		<pubDate>Mon, 01 Sep 2008 00:07:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>João Nunes da Silva</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Geral]]></category>

		<category><![CDATA[internet]]></category>

		<category><![CDATA[web]]></category>

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		<description><![CDATA[A internet é uma realidade na vida de muitas pessoas, de modo que algumas não conseguem sequer passar um dia sem acessar seus sites preferidos, como é o caso dos jovens, os quais são os principais navegantes da rede. Há inclusive aqueles que não conseguem sair da frente do computador, pois sua vida parece conectada [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A internet é uma realidade na vida de muitas pessoas, de modo que algumas não conseguem sequer passar um dia sem acessar seus sites preferidos, como é o caso dos jovens, os quais são os principais navegantes da rede. Há inclusive aqueles que não conseguem sair da frente do computador, pois sua vida parece conectada unicamente ao mundo da web. Nesse caso, temos os webmaniacos.</p>
<p>Será que a internet deixa as pessoas alienadas, a ponto de esquecerem do mundo material no qual estão inseridas? Afinal, a internet é boa ou é má? Na opinião de Mark Bauerlein, professor da Universidade de Emory, nos Estados Unidos, a internet não é tão boa quanto se possa pensar, pois, ela tem deixado as pessoas mais burras.</p>
<p>O professor é taxativo, para ele , “é preciso tirar os jovens da rede para que passem mais tempo com os pais,  e, assim, fiquem mais inteligentes”. As considerações de Bauerleim, que não deixam de ser provocativas, são baseadas em dados como, por exemplo, “em 2001, 52% dos teens americanos não sabiam que a União Soviética foi aliada dos EUA na 2ª Guerra Mundial”. Outro dado é que o jovens de 15 a 24 anos lêem só  8 minutos por dia (será que no Brasil chegamos a isso? Se for já é considerável), mas passam 4 horas vendo TV.</p>
<p>Em sua opinião a realidade tem demonstrado que os jovens tem passado mais tempo na internet do que no convívio com a família, com isso ficam cada vez mais alienadas, tendo em vista que passam o tempo somente em site de relacionamentos, enquanto que   a leitura de livros, jornais e revistas é uma coisa rara, especialmente  entre os adolescentes.</p>
<p>A falta de convivência com os pais ou com outros adultos deixam os jovens internautas ignorantes frente à realidade que os cerca, alega o professor Bauerlein. Sem dúvida, a preocupação apontada pelo professor é importante, pois trata de algo que é concreto em nossos dias, isto é, muitos jovens tem trocado a família e a escola pela web, mais precisamente pelos sites de relacionamentos, como o Orkut, entre outros. A culpa , então, está na internet?</p>
<p>A questão não é considerar a internet como extremamente negativa. Assim como muitos pensavam que, no auge da televisão, por exemplo, a TV era um grande problema, também se faz o mesmo em relação à internet.</p>
<p>Portanto, colocar a culpa na web por tudo, não deixa de ser uma ignorância ou, no mínimo, ingenuidade. A questão é, como estamos usando a internet? E, em relação aos pais, será que não estão usando a internet como a nova babá dos seus filhos?Como diz um velho ditado popular, “tudo de mais é veneno”. Ou seja, deixar os adolescentes totalmente a mercê de suas vontades na web, sem que se faça nenhum acompanhamento, com certeza, os problemas virão. Não é por acaso que já foram pegos jovens utilizando a web para aplicar golpes, extorquir pessoas, além de outras ações criminosas.</p>
<p>Na sociedade da informação, na qual vivemos, a internet consiste numa importante ferramenta de relacionamentos, mas não somente para isso, pois, pesquisas importantes podem ser feitas com apenas um clique. Há uma gama de sites de institutos de pesquisas, revistas especializadas, artigos, eventos, entre outras oportunidades para ampliar o conhecimento; evidentemente que isto serve para quem estar interessado de fato em aprender.</p>
<p>Considerando a web como um meio de educação, não faltam opções para realização de estudos e de pesquisas na rede, todavia, percebe-se ainda que uma grande maioria prefere o famoso Control C e Control V para fazerem seus trabalhos escolares. Há inclusive uma variedade de sites picaretas os quais vendem trabalhos prontos na web, inclusive monografias. Quer dizer, assim como na sociedade de modo geral existem pessoas honestas e pessoas desonestas, na web não poderia ser diferente. Assim, cabe ao internauta fazer a filtragem do que considera sério para que não seja enganado.</p>
<p>Na verdade a web é um ambiente no qual muitos podem ganhar com comunidades e pesquisas. Não é o caso de condenar a internet, mas sim, de saber usá-la. Como afirma o filósofo David Weinberg (Superinteressante, edição 256, set 2008) “a internet permite que as pessoas discutam e, assim, compreendam melhor o mundo”.  </p>
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		<title>tortura e ditadura</title>
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		<pubDate>Tue, 12 Aug 2008 12:41:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator>João Nunes da Silva</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Geral]]></category>

		<category><![CDATA[politica e sociedade]]></category>

		<category><![CDATA[crimes]]></category>

		<category><![CDATA[ditadura]]></category>

		<category><![CDATA[tortura]]></category>

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		<description><![CDATA[Na folha de São Paulo de hoje, 12-08-2008, destaca-se uma importante reportagem acerca dos crimes cometidos pelos militares, na época da Ditadura, instalada de 1964 a 1985. Trata-se de uma discussão que já vem a muito tempo, que é a abertura dos arquivos da ditadura e a punição dos torturadores.
A tortura foi institucionalizada e praticada com [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Na folha de São Paulo de hoje, 12-08-2008, destaca-se uma importante reportagem acerca dos crimes cometidos pelos militares, na época da Ditadura, instalada de 1964 a 1985. Trata-se de uma discussão que já vem a muito tempo, que é a abertura dos arquivos da ditadura e a punição dos torturadores.</p>
<p>A tortura foi institucionalizada e praticada com todo o rigor pelos militares e por aqueles que a apoiavam na época. Assim, nada mais justo do que discutir essa questão e colocá-la a limpo</p>
<p>O Brasil é um país em que os crimes de tortura até hoje não tiveram  punição; é como se tudo o que fizeram: assassinatos, torturas, estupros, humilhações, desaparecimentos de presos políticos, não significasse nada. Como destacam os juízes que defendem a abertura e a discussão do caso, &#8220;Crimes de tortura não são crimes políticos e sim, crimes de lesa-humanidade.&#8221;</p>
<p>É preciso que todos saibam o que fizeram os militares em nome da lei e da ordem, de modo que, para isso, é necessário urgentemente que os arquivos da ditadura sejam abertos.  O País não pode ser conivente com crimes contra os direitos humanos.</p>
<p>Se  defendem a não discussão da questão, evidentemente que não se demonstram arrependimentos, isto é, aqueles que alardeiam contra essa discussão estão, na verdade, demonstrando o apoio a toda prática horrenda instituída pelos militares golpistas. Para ler a matéria, clique <strong><a href="http://www1.folha.uol.com.br/folha/brasil/ult96u432319.shtml"><font color="#800080">AQUI.</font></a>  <a href="http://nunes.silva.zip.net/arch2007-09-01_2007-09-30.html#2007_09-01_20_15_59-9580827-0" title="sobre ditadura e tortura">Clique também aqui para ver mais sobre o assunto.</a></strong></p>
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