Nosso Mundo

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Categoria: 'Perspectivas

Grande vitória para as focas!

Autor: thiagofbarros
05.05.2009

Resultado da caçada às focas no Canadá

 

Pessoal, hoje é um dia a ser celebrado!

 

Segue abaixo e-mail que recebi da “Humane Society of the United States - ProtectSeals”.

 

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Hoje é um dia para celebrar. A União Européia fechou as portas para o comércio dos produtos extraídos a partir do abate de focas.

 

O governo canadense usou todos os artifícios possíveis para contornar a proibição: lobbying em massa, informações incorretas e até mesmo ameaças de represálias comerciais. Mas a UE se manteve firme e honrou a oposição de seus cidadãos a esse comércio cruel. Com isso, a UE salvou milhões de focas de um destino fatal.

 

Todo ano, o grupo ProtectSeals enfrenta perigosas aventuras para documentar a caçada às focas. “Nós estamos comprometidos a mostrar ao mundo que o governo canadense mente quando afirma que a caçada às focas é ‘humana’.”

 

Nas viagens às geleiras, o grupo ProtectSeals tem trazido formadores de opinião como Paul McCartney e Carl Schlyter (representante da Suécia no Parlamento Europeu). Depois dessas viagens, ninguém se levantou para falar contra as focas.Depois dessa última viagem às geleiras, Schlyter rascunhou a primeira versão do atual caminho tomado pela UE. Nossa longa caminhada foi responsável por convencer o resto da UE a apoiar esse caminho. E me dá enorme satisfação saber que nao apenas documentamos a caçada, mas fizemos a história.

 

O que isso significa?

 

Esse é o começo do fim da cruel caçada canadense às focas. O governo canadense estima que as perdas no mercado primário custarão à indústria das focas US$6,6 milhões por ano. A caçada trouxe menos que US$7 milhões ano passado. Basta fazer as contas.

 

Só a promessa feita pela UE foi suficiente para decair o preço da foca a US$15 por cabeça - um decréscimo de 86% desde o ano 2006. Como resultado, muitos caçadores de foca ficaram em casa. Sem contar que, da cota permitida de 280.000 focas, menos que 60.000 foram efetivamente mortas.

 

Agora que a UE baniu o comércio de produtos oriundos da foca, um número incontável de focas terão suas vidas a salvo daqui em diante.

 

Manifestação do grupo PETA

 

Quais os próximos passos?

 

Os favoráveis à caçada de focas no Canadá ainda não se deram por vencidos. Como os subsídios do governo ainda estão mantidos, a indústria de focas assediarão novos mercados.

O grupo ProtectSeals está trabalhando para convencer todas as nações possíveis a seguirem o exemplo da UE.

 

Estamos mantendo as pressões contra o governo e a indústria de pesca do Canadá através do boicote mundial aos produtos marinhos advindos do Canadá. Desde que o boicote começou, a indústria de pesca no Canadá sofreu uma queda de US$750 milhões nas exportações de caranguejo para os Estados Unidos.

 

O senador canadense Mac Harb apresentou à nação o primeiro projeto de lei para acabar com a caça. A campanha do ProtectSeals está batalhando para convencer outros membros do Parlamento a apoiarem o projeto de lei.

 

Sim, ainda há muito o que fazer - e se você quiser ajudar, por favor visite  humesociety.org/protectseals para saber como. Mas no momento, junte-se a mim para celebrar essa vitória histórica. Obrigado por lutar comigo por todo esse tempo e tornar esse dia possível. As focas não poderiam falar por grandes aliados.

 

Preciso dizer mais alguma coisa?

 

Abraço a todos!

 

Thiago Barros

 



14.03.2009

Ola pessoal…

 

Depois de um longo periodo sem postar um artigo no blog (com justificativa, claro…), eu hoje torno a postar apos assistir um video que me chamou muita atencao, indignacao, enfim… Um video que com certeza prendera a atencao de todos aqueles que se preocupam com o futuro do planeta.

 

 Seguem alguns trechos em destaque:

 

“Ja se perguntou de onde vem todas as coisas que compramos e pra onde vao quando nos desfazemos delas?”

 

“E os livros diziam que as coisas se deslocam ao longo de um sistema: Da Extracao para a Producao, para a Distribuicao, para o Consumo, e para o Tratamento de Lixo. (…) Esta nao eh toda a historia. Falta muita coisa nessa explicacao. Em primeiro lugar, nesse sistema parece que esta tudo bem. Sem problemas! Mas, na verdade, eh um Sistema em Crise. (…) A vida real nao acontece numa pagina em branco, interage com sociedades, culturas, economias, o ambiente, e durante as suas etapas a vida vai se chocando contra os seus limites. Limites que aqui nao vemos porque o diagrama esta incompleto.”

 

“O que leva as Corporacoes parecerem maiores que o governo eh porque elas sao maiores que o governo. Atualmente, entre as 100 maiores economias na Terra, 51 sao corporacoes. A medida que as corporacoes foram crescendo em tamanho e em poder, assistimos a uma pequena mudanca no governo, como se estivessem  mais preocupados com o bem-estar deles do que com o nosso.”

 

“Começaremos pela Extração, que é uma palavra pomposa para ‘exploração de recursos naturais‘, que, por sua vez, é uma palavra pomposa para ‘destruir o planeta‘. A verdade é que cortamos as árvores, arrebentamos as montanhas para extrair os metais, consumimos toda a água e exterminamos os animais. Aqui enfrentamos o nosso primeiro limite. Estamos ficando sem recursos naturais”

 

“Se todos consumissem ao ritmo dos Estados Unidos, precisaríamos de três a cinco planetas. E sabe uma coisa? Só temos um!”

 

“Neste sistema, quem não possuí nem compra muitas coisas não têm valor. A seguir, as matérias primas seguem para a Produção, aonde utilizamos energia para misturar químicos tóxicos com recursos naturais para produzir produtos contaminados com tóxicos.”

 

“Sabe qual é o alimento do topo da cadeia alimentar com nível mais elevado de químicos tóxicos? O leite materno. (…)A amamentação continua a ser o melhor e as mães devem amamentar, mas nós devíamos proteger esse ato! Eles (indicando as corporações/governos) deviam protegê-lo.”

 

“Passam por aqui, para a distribuição, o que significa vender todo o lixo contaminado com toxinas o mais rapidamente possível. Aqui, o objetivo é manter os preços baixos, com as pessoas comprando os produtos em constante movimento. Como eles mantêm os preços baixos? Pagam salários baixos aos trabalhadores das lojas e restringem o acesso aos seguros de saúde sempre que podem. Tudo se resume em exteriorizar os custos. O verdadeiro custo de produção não se reflete no preço. Em outras palavras, não pagamos aquilo que compramos.”

 

“Como $4.99 podem refletir o custo da produção e transporte deste rádio até ele chegar nas minhas mãos? (…) Foi assim que eu me apercebi que eu não paguei o valor do rádio. Então, quem pagou? Estas pessoas (indicando o terceiro mundo) pagaram com a perda do espaço dos seus recursos naturais. Estas,(indicando a fábrica) pagaram com a perda do ar puro, com o aumento de doenças como asma e câncer. As crianças do Congo pagaram com o seu futuro, pois 30% delas abandonam a escola para trabalhar nas minas de coltan, um metal que usamos em aparelhos eletrônicos baratos e descartáveis. Estas pessoas pagaram por não terem direito ao seguro de saúde. Ao longo deste sistema, pessoas contribuíram para que eu comprasse o rádio por $4.99. Mas essas contribuições não são registradas por nenhum contabilista.”

 

“E isso leva-nos até à seta dourada do Consumo. o coração do sistema, o motor que o impulsiona. É tão importante que proteger esta seta, quese tornou prioridade daqueles dois sujeitos. (o governo e as corporações) É por isso que após o 11 de Setembro, quando o nosso país estava em choque e o presidente Bush poderia ter sugerido fazer luto, rezar, ter esperança… Mas não… ele disse para fazermos compras! Compras! Nos tornamos numa nação de consumidores.”

 

“Mais bens de consumo? O nosso principal objetivo? Não é providenciar cuidados médicos,ou educação, ou transportes seguros, ou sustentabilidade ou justiça? Bens de consumo?!”

 

“Obsolescência planejada é uma outra forma de dizer “criado para ir para o lixo”. A obsolescência perceptiva nos convence a jogar fora coisas que ainda são perfeitamente úteis. Como fazem isso? Mudam a aparência das coisas.”

 

Reciclar nunca será suficiente, por duas razões: Primeiro, o lixo que vem de nossas casas é apenas a ponta do iceberg. Para cada saco de lixo que deixamos na esquina, 70 sacos de lixo são criados anteriormente só para fazer o lixo desse saco que deixamos na esquina. Assim, mesmo que pudéssemos reciclar 100% do lixo das nossas casas, não se chegaria ao coração do problema. Além disso, grande parte do lixo não pode ser reciclado.”

 

“Porque aquilo de que precisamos nos livrar é da antiga mentalidade de usar e jogar fora. Há uma nova escola de pensamento neste assunto, e é baseada em sustentabilidade e equidade. Química verde, zero resíduos, produção em ciclo fechado, energia renovável, economias locais vivas. Já está acontecendo. Há quem diga que é irrealista, idealista, que não pode acontecer. Mas eu digo que quem é irrealista são os que querem continuar pelo velho caminho.”

 

 O texto completo pode ser encontrado em: http://sununga.com.br/HDC/index.php?topico=texto

 

Segue abaixo o video:

 

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E agora, o que fazer? Aguardo comentarios!

 

Abraco a todos,

 

Thiago Barros

 



Olá pessoal…

é chegado o final do ano e, em todos os setores, é tempo de avaliar tudo o que se passou no ano e se preparar para corrigir, implementar, intensificar ou replanejar para o próximo ano. Quando o assunto é mudanças climáticas, a história não é diferente.

“Elaborada pela ONG Germanwatch, a pesquisa apresenta um ranking dos países que mais lutam contra as mudanças climáticas entre as 56 nações mais poluentes do planeta, responsáveis por 90% das emissões de CO2 lançadas à atmosfera. De acordo com o levantamento, o ranking é liderado pela Suécia, que desde 2007 tem uma ambiciosa política climática. O país pretende aumentar sua eficiência energética em 20% até 2020, reduzir o uso de gasolina e diesel em toda a frota em 50% e o consumo de óleo combustível na indústria em 25%-40%. As metas suecas equivalem a transformar-se em uma economia sem petróleo no final desse período.”

Claro que eu não poderia deixar de destacar o posicionamento do Brasil nesse relatório. Nosso país galgou a 8ª posição nesse ranking, atrás de Suécia, Alemanha, Islândia, México, Índia, Hungria e Reino Unido. No meu ponto-de-vista, não é uma posição nada ruim, considerando que são 56 nações avaliadas.

Por outro lado, dos países emergentes que lutam para alcançar o espaço que nós pleiteamos no mercado mundial, México (4º lugar) e Índia (5º lugar) estão, mais uma vez, na nossa frente. Ao passo que estamos melhor posicionados que muitos países desenvolvidos e que frequentemente são colocados como “exemplos” no mercado mundial, como Suíça, Bélgica e Noruega. Sem contar a Argentina, que é um país emergente, como o Brasil.

Estou disponibilizando um link próprio para o relatório anual (em inglês) para quem quiser conferir o relatório com todos os detalhes, onde será encontrado um mapa com os países mais poluidores, como é constituído o índice, a metodologia do cálculo, a finalidade do mesmo e todo o descritivo dos itens avaliados.

No mais um grande abraço a todos e até a próxima!

Thiago Barros

PS: Visite e participe da Comunidade “Nosso Mundo” no ORKUT!



06.08.2008

Hoje, ao ler a matéria a esse respeito no site Opinião e Notícia (http://www.opiniaoenoticia.com.br/interna.php?id=17845), confesso que fiquei imensamente contagiado.

 

Complementando a matéria, é válido saber que por volta de 97,5% de toda água do planeta é composta por água salgada. Do restante, pouco mais de 2% é de água doce de geleiras ou em lençóis subterrâneos e apenas 0,007% está em rios, lagos e outros, de onde são extraídas para o nosso consumo. Apenas 0,007%…

 

Se levarmos em conta que nosso corpo é composto por mais de 70% de água, que a população mundial é superior a 6 bilhões e meio de pessoas, o consumo de água no nosso planeta é extraordinário! E isso ajuda a explicar o porque que mais de 17% de toda a população mundial carece de água potável, o que significa dizer que mais de 1 bilhão de pessoas no mundo não têm acesso a essa fonte vital para nosso organismo: a água!

 

Com todos esses números, volto ao início do comentário, onde eu dizia que me sentia contagiado… quiçá eufórico! Já tinha conhecimento de estudos nessa área, mas que a tecnologia para dessalinização da água era muito cara. Ainda deve ser, mas já está comercializável… e esse é o maior passo, ao meu ver!

 

Quem tiver lido a matéria, ainda vai se deparar com outros 2 pontos: o primeiro é o de que a tecnologia e a patente são de 2 brasileiros… e aí você se pergunta: “O quê?!”… isso mesmo! De brasileiros! E cadê a mídia para divulgar isso?! Sem comentários…

 

O outro ponto é o da burocracia em “fazer a coisa funcionar” no nosso país… Os caras tiveram que comercializar nos EUA pois conseguiram regularizar o produto em 3 meses. Coisa que não conseguiram em 4 anos aqui no Brasil… um absurdo total… E depois falam em incentivar a pesquisa no Brasil… querem algo tão primordial e excepcional quanto esse?!

 

Leiam a matéria e comentem!

 

Abraço a todos!

 

 Thiago Barros



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