Nosso Mundo

Não basta amá-lo… é preciso preservá-lo!

Amazônia: Pulmão do mundo?

Autor: thiagofbarros
28.04.2009

Pulmão do Mundo

 

Olá pessoal! Depois de um mês, trago mais uma notícia, inaugurando a seção “Meio Ambiente”, que considero importantíssima para conhecimento de todos…

 

Esse artigo é baseado numa matéria publicada no Estadão e de outros artigos publicados na internet, com meu toque pessoal.

 

O maior bioma do mundo, a maior floresta do mundo, o maior rio do mundo… até quando isso será uma realidade? Se queremos tanto preservá-la, até onde estamos dispostos a manter sua integridade? Se temos orgulho de tê-la em nosso território, até que ponto estamos dispostos a preservá-la? São perguntas que deixamos para que o governo responda, que as ONGs discutam, que a mídia comente… mas… e quanto ao nosso envolvimento?

 

Quando pensamos em Amazônia, nos lembramos do rótulo “pulmão do mundo”… Bem, não sei se seria bem o pulmão do mundo, mas do Brasil com certeza. Levando em consideração que a Amazônia tem capacidade de retirar da atmosfera, pela fotossíntese, até 2 bilhões de toneladas de dióxido de carbono, e que o Brasil emite 1,5 bilhão de toneladas, isso nos dá uma boa margem, mas levando em consideração que, apenas nos países ricos, a emissão de CO2 ultrapassa 20 bilhões de toneladas, constatamos rapidamente que precisaríamos de, pelo menos, mais uns 10 pulmões… rsrs

 

Amazônia

 

Brincadeiras à parte, o governo brasileiro até hoje não tomou uma direção sólida para tratar das questões da Amazônia. E somente uma política séria com recursos aplicados de forma consciente é que poderemos começar a ver os resultados. Entre 2000 e 2006, a exploração da mata atlântica só diminuiu, porém, quais foram os esforços reais do governo para que isso ocorresse?

 

Eu gostaria de acreditar que poderíamos reverter o quadro atual, porém teríamos que quebrar uma série de paradigmas antes que isso pudesse se tornar uma realidade. Conhecermos a real situação da floresta, das organizações que realmente lutam para preservá-la e os esforços e projetos do governo nesse sentido são fundamentais para que tomemos consciência das reais necessidades de preservação de uma área que ocupa praticamente metade de todo território brasileiro, mas que sua importância ultrapassa os limites da fronteira e é fonte de cobiça de muitos países do mundo.

 

Antes tarde do que nunca...

 

Façamos a nossa parte…

 

Abraço a todos!

 

Thiago Barros



14.03.2009

Ola pessoal…

 

Depois de um longo periodo sem postar um artigo no blog (com justificativa, claro…), eu hoje torno a postar apos assistir um video que me chamou muita atencao, indignacao, enfim… Um video que com certeza prendera a atencao de todos aqueles que se preocupam com o futuro do planeta.

 

 Seguem alguns trechos em destaque:

 

“Ja se perguntou de onde vem todas as coisas que compramos e pra onde vao quando nos desfazemos delas?”

 

“E os livros diziam que as coisas se deslocam ao longo de um sistema: Da Extracao para a Producao, para a Distribuicao, para o Consumo, e para o Tratamento de Lixo. (…) Esta nao eh toda a historia. Falta muita coisa nessa explicacao. Em primeiro lugar, nesse sistema parece que esta tudo bem. Sem problemas! Mas, na verdade, eh um Sistema em Crise. (…) A vida real nao acontece numa pagina em branco, interage com sociedades, culturas, economias, o ambiente, e durante as suas etapas a vida vai se chocando contra os seus limites. Limites que aqui nao vemos porque o diagrama esta incompleto.”

 

“O que leva as Corporacoes parecerem maiores que o governo eh porque elas sao maiores que o governo. Atualmente, entre as 100 maiores economias na Terra, 51 sao corporacoes. A medida que as corporacoes foram crescendo em tamanho e em poder, assistimos a uma pequena mudanca no governo, como se estivessem  mais preocupados com o bem-estar deles do que com o nosso.”

 

“Começaremos pela Extração, que é uma palavra pomposa para ‘exploração de recursos naturais‘, que, por sua vez, é uma palavra pomposa para ‘destruir o planeta‘. A verdade é que cortamos as árvores, arrebentamos as montanhas para extrair os metais, consumimos toda a água e exterminamos os animais. Aqui enfrentamos o nosso primeiro limite. Estamos ficando sem recursos naturais”

 

“Se todos consumissem ao ritmo dos Estados Unidos, precisaríamos de três a cinco planetas. E sabe uma coisa? Só temos um!”

 

“Neste sistema, quem não possuí nem compra muitas coisas não têm valor. A seguir, as matérias primas seguem para a Produção, aonde utilizamos energia para misturar químicos tóxicos com recursos naturais para produzir produtos contaminados com tóxicos.”

 

“Sabe qual é o alimento do topo da cadeia alimentar com nível mais elevado de químicos tóxicos? O leite materno. (…)A amamentação continua a ser o melhor e as mães devem amamentar, mas nós devíamos proteger esse ato! Eles (indicando as corporações/governos) deviam protegê-lo.”

 

“Passam por aqui, para a distribuição, o que significa vender todo o lixo contaminado com toxinas o mais rapidamente possível. Aqui, o objetivo é manter os preços baixos, com as pessoas comprando os produtos em constante movimento. Como eles mantêm os preços baixos? Pagam salários baixos aos trabalhadores das lojas e restringem o acesso aos seguros de saúde sempre que podem. Tudo se resume em exteriorizar os custos. O verdadeiro custo de produção não se reflete no preço. Em outras palavras, não pagamos aquilo que compramos.”

 

“Como $4.99 podem refletir o custo da produção e transporte deste rádio até ele chegar nas minhas mãos? (…) Foi assim que eu me apercebi que eu não paguei o valor do rádio. Então, quem pagou? Estas pessoas (indicando o terceiro mundo) pagaram com a perda do espaço dos seus recursos naturais. Estas,(indicando a fábrica) pagaram com a perda do ar puro, com o aumento de doenças como asma e câncer. As crianças do Congo pagaram com o seu futuro, pois 30% delas abandonam a escola para trabalhar nas minas de coltan, um metal que usamos em aparelhos eletrônicos baratos e descartáveis. Estas pessoas pagaram por não terem direito ao seguro de saúde. Ao longo deste sistema, pessoas contribuíram para que eu comprasse o rádio por $4.99. Mas essas contribuições não são registradas por nenhum contabilista.”

 

“E isso leva-nos até à seta dourada do Consumo. o coração do sistema, o motor que o impulsiona. É tão importante que proteger esta seta, quese tornou prioridade daqueles dois sujeitos. (o governo e as corporações) É por isso que após o 11 de Setembro, quando o nosso país estava em choque e o presidente Bush poderia ter sugerido fazer luto, rezar, ter esperança… Mas não… ele disse para fazermos compras! Compras! Nos tornamos numa nação de consumidores.”

 

“Mais bens de consumo? O nosso principal objetivo? Não é providenciar cuidados médicos,ou educação, ou transportes seguros, ou sustentabilidade ou justiça? Bens de consumo?!”

 

“Obsolescência planejada é uma outra forma de dizer “criado para ir para o lixo”. A obsolescência perceptiva nos convence a jogar fora coisas que ainda são perfeitamente úteis. Como fazem isso? Mudam a aparência das coisas.”

 

Reciclar nunca será suficiente, por duas razões: Primeiro, o lixo que vem de nossas casas é apenas a ponta do iceberg. Para cada saco de lixo que deixamos na esquina, 70 sacos de lixo são criados anteriormente só para fazer o lixo desse saco que deixamos na esquina. Assim, mesmo que pudéssemos reciclar 100% do lixo das nossas casas, não se chegaria ao coração do problema. Além disso, grande parte do lixo não pode ser reciclado.”

 

“Porque aquilo de que precisamos nos livrar é da antiga mentalidade de usar e jogar fora. Há uma nova escola de pensamento neste assunto, e é baseada em sustentabilidade e equidade. Química verde, zero resíduos, produção em ciclo fechado, energia renovável, economias locais vivas. Já está acontecendo. Há quem diga que é irrealista, idealista, que não pode acontecer. Mas eu digo que quem é irrealista são os que querem continuar pelo velho caminho.”

 

 O texto completo pode ser encontrado em: http://sununga.com.br/HDC/index.php?topico=texto

 

Segue abaixo o video:

 

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E agora, o que fazer? Aguardo comentarios!

 

Abraco a todos,

 

Thiago Barros

 



Olá pessoal…

é chegado o final do ano e, em todos os setores, é tempo de avaliar tudo o que se passou no ano e se preparar para corrigir, implementar, intensificar ou replanejar para o próximo ano. Quando o assunto é mudanças climáticas, a história não é diferente.

“Elaborada pela ONG Germanwatch, a pesquisa apresenta um ranking dos países que mais lutam contra as mudanças climáticas entre as 56 nações mais poluentes do planeta, responsáveis por 90% das emissões de CO2 lançadas à atmosfera. De acordo com o levantamento, o ranking é liderado pela Suécia, que desde 2007 tem uma ambiciosa política climática. O país pretende aumentar sua eficiência energética em 20% até 2020, reduzir o uso de gasolina e diesel em toda a frota em 50% e o consumo de óleo combustível na indústria em 25%-40%. As metas suecas equivalem a transformar-se em uma economia sem petróleo no final desse período.”

Claro que eu não poderia deixar de destacar o posicionamento do Brasil nesse relatório. Nosso país galgou a 8ª posição nesse ranking, atrás de Suécia, Alemanha, Islândia, México, Índia, Hungria e Reino Unido. No meu ponto-de-vista, não é uma posição nada ruim, considerando que são 56 nações avaliadas.

Por outro lado, dos países emergentes que lutam para alcançar o espaço que nós pleiteamos no mercado mundial, México (4º lugar) e Índia (5º lugar) estão, mais uma vez, na nossa frente. Ao passo que estamos melhor posicionados que muitos países desenvolvidos e que frequentemente são colocados como “exemplos” no mercado mundial, como Suíça, Bélgica e Noruega. Sem contar a Argentina, que é um país emergente, como o Brasil.

Estou disponibilizando um link próprio para o relatório anual (em inglês) para quem quiser conferir o relatório com todos os detalhes, onde será encontrado um mapa com os países mais poluidores, como é constituído o índice, a metodologia do cálculo, a finalidade do mesmo e todo o descritivo dos itens avaliados.

No mais um grande abraço a todos e até a próxima!

Thiago Barros

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16.11.2008

Como o tema que está em voga é o aquecimento global, não pude deixar de dar mais uma abertura a esse tema que eu considero tão importante nos dias atuais e que vem atraindo a atenção de cada vez mais pessoas que compreendem que a realidade atual, com temporadas de chuva e seca diferentes de uns tempos para cá, fenômenos naturais que nos surpreendem com violência e outras manifestações da natureza que se resumem em uma expressão: Aquecimento Global.

Esse vídeo busca nos trazer de volta e nos ajuda a compreender a nossa realidade acerca desse tema.

Segue o vídeo:

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Abraço a todos!

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29.10.2008

Pessoal…

 

Desculpem a demora no post dessa matéria, mas realmente o meu tempo anda muito escasso.

 

Em primeiro lugar, o vídeo:

 

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Há muito tempo desejo comentar algo sobre a caça predatória as focas no Canadá. Esse é um assunto amplamente discutido na internet, e não tem como fugir muito da questão principal: A caca, conforme ela é feita, é irracional e não há o mínimo de misericórdia. Isso torna essa caça algo tórrido, frio é um ato totalmente desumano, que nos leva a refletir sobre o tipo de seres que somos e qual a nossa relação com os seres que compartilham do nosso meio.

 

Não vou comentar o assunto por completo, apenas focar no problema, em suas causas… por enquanto, claro! O governo canadense autoriza a caça as focas desde os anos 50, aproximadamente. O principal motivo dessa liberação é que as focas são os maiores predadores do bacalhau. E, o aumento do numero de focas, conseqüentemente, diminuiria a população de bacalhaus.

 

Porém, o que justificaria tanta matança a ponto de quase colocarem a foca no hall de animais em extinção? Será que o numero de focas havia aumentado a tal ponto, de verdade? Como controlar a matança, sendo que quanto mais se mata, mais se ganha? Por que liberarem a caça de bebes foca?

 

Há vinte anos atrás, 1 a cada 3 bebes focas foram mortos devido a caca predatória… as focas quase entraram em extinção… Esse ano, mais de 350 mil focas deverão ser mortas pelos hakapiks (garrotes com um gancho na ponta utilizados para caça). O triste não é apenas imaginar esse montante de focas mortas, mas saber que esse numero aumenta a cada ano… E que as principais ONGs que poderiam combater esse problema, já não o consideram primordial… Com quem contar?

 

Mobilizar a sociedade em prol de uma vida plena, uma morte justa… Esse dever não é somente nosso, mas de todos aqueles que estão no nosso ecossistema.

 

Abraço a todos!

 

Thiago Barros

 

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Meia Amazônia Não!

Autor: thiagofbarros
07.08.2008

 Meia Amazônia Não!

 

Existe um Projeto de Lei tramitando na Câmara dos deputados que, se aprovado, vai autorizar a derrubada de 50% da mata nativa em propriedades privadas e legalizar todo o desmatamento ocorrido nos últimos 40 anos, o que significa cerca de 700.000 km², ou quase 3 vezes o Estado de São Paulo!!!O Greenpeace lançou a Campanha “Meia Amazônia Não”, que pode ser acessada pelo site http://www.meiamazonianao.org.br/

 

Lá, existem muitas outras informações, além de, todo o cadastro que é feito, é enviado um e-mail automático a todos os deputados de protesto contra esse Projeto de Lei. Como o site, a todo o momento ressalta, o importante é participar, cobrar, defender esse patrimônio que todos nós queremos preservar, mas que pouco é feito para que isso efetivamente ocorra.

 

Portanto, entrem no site, participem, e postem aqui seus comentários e votos de apoio a essa campanha. Eu fiz a minha parte, e você? Já fez a sua?

 

Veja o Módulo de Tramitação desse Projeto de Lei na íntegra: http://www.camara.gov.br/sileg/Prop_Detalhe.asp?id=310397

 

Veja matéria publicada pelo site da Rede de Educação Cidadã: http://www.recid.org.br/index2.php?option=com_content&do_pdf=1&id=672



O Brasil que queremos ser…

Autor: thiagofbarros
04.08.2008

O Brasil que queremos ser…

Creio que a imagem já diga tudo… recebi fresquinho no e-mail e já vai como meu primeiro post, inaugurando a seção “Faça sua Parte!”, a qual eu pretendo dar maior ênfase, justamente no intuito de promover a mobilização da sociedade em prol de um mundo melhor…

 

Não consegui acessar as páginas internas do site, dava um erro… de qualquer forma depois eu edito esse post.

 

Abraço a todos,

 

Thiago Barros



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