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	<title>GeoCotidiano</title>
	<link>http://blogs.universia.com.br/sousaraujo</link>
	<description>Temas da disciplina de Geografia para alunos do ensino médio da Escola Estadual Prof. Renê Rodrigues de Moraes</description>
	<pubDate>Sun, 21 Dec 2008 02:17:40 +0000</pubDate>
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	<language>en</language>
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		<title>Santa Catarina - Tragédia que se repete - parte 2</title>
		<link>http://blogs.universia.com.br/sousaraujo/2008/12/21/santa_catarina2/</link>
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		<pubDate>Sun, 21 Dec 2008 01:13:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator>sousaraujo</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Ambiental]]></category>

		<category><![CDATA[Geografia]]></category>

		<category><![CDATA[Geral]]></category>

		<category><![CDATA[santa catarina]]></category>

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		<description><![CDATA[Obs. Texto adaptado para minhas aulas de geografia em escola pública, baseado e reportagem publicada no jornal O Estado de São Paulo de 14 de dezembro de 2008 - &#8220;Ocupação errada amplificou o desastre&#8221; produzida por Lourival Sant&#8217;Anna, enviado especial a Ilhota - SC.
Leis ambientais e técnicas ignoradas
Tanto na zona rural quanto nas cidades, a [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h5>Obs. Texto adaptado para minhas aulas de geografia em escola pública, baseado e reportagem publicada no jornal O Estado de São Paulo de 14 de dezembro de 2008 - &#8220;Ocupação errada amplificou o desastre&#8221; produzida por Lourival Sant&#8217;Anna, enviado especial a Ilhota - SC.</h5>
<blockquote><p><font color="#0000ff"><strong>Leis ambientais e técnicas ignoradas</strong></font></p></blockquote>
<p>Tanto na zona rural quanto nas cidades, a falta de planejamento na ocupação do solo influi decisivamente de duas maneiras sobre a dimensão do desastre.  A primeira é relativamente óbvia: se não houvesse casas em lugares de risco, em caso de chuvas torrenciais - que historicamente ocorrem na região -  não haveria mortes nem prejuizos materiais. A segunda é mais técnica: a ocupação das encostas e dos pés dos morros tem, sim, causado sua instabilidade.</p>
<blockquote><p><font color="#0000ff"><strong>Granulitos arqueanos com manto de intemperismo (?)</strong></font></p></blockquote>
<p>Os morros atingidos por deslizamentos são cobertos por uma terra vermelha chamada de &#8220;granulitos arqueanos com manto de intemperismo&#8221;, são explicações do geólogo Luiz Fernando Scheibe, da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), durante inspeção no complexo do Baú, na zona rural de Ilhota, no Vale do Itajaí.</p>
<blockquote><p><font color="#0000ff"><strong>2,4 bilhões de anos</strong></font></p></blockquote>
<p>Há 2,4 bilhões de anos, esse material era rocha, que ao longo do tempo foi sendo pulverizada, tornando-se num material leve e poroso, com a propriedade de absorver água com facilidade - ideal para os bananais que cobrem vários morros da região.</p>
<blockquote><p><font color="#0000ff"><strong>Espessa camada</strong></font></p></blockquote>
<p>Esse tipo de material (terra) forma uma espessa camada, apoiada sobre a rocha, que pode ter 12 metros de profundidade. Quando chove muito, como ocorreu nesse período de novembro de 2008, com uma chuva de 500 milímetros (mm) em quatro dias, toda essa massa de terra funciona como uma esponja, encharcando-se até o seu limite, enquanto que o excesso se instalará entre essa camada e a rocha, provocando o deslizamento de toda a camada, similar a um grande tobogã.</p>
<blockquote><p><font color="#0000ff"><strong>Ciclo natural</strong></font></p></blockquote>
<p>É um fenômeno que sempre ocorreu e continuará ocorrendo, independente das condições da região, ou se, é um espaço natural, ou teve suas condições alteradas pela ação do homem. Quando ocorre em locais inabitados, é só um desastre natural, porém quando no local há habitações, que não deveriam estar lá, então torna-se uma tragédia.</p>
<blockquote><p><font color="#0000ff"><strong>Leito secundário dos rios, desrespeitados</strong></font></p></blockquote>
<p>No Complexo do Baú, como em outras áreas atingidas, filas de casarios foram erguidas, contra a lei, no leito secundário dos rios, o que significa dizer que basta eles encherem para inundarem e arrastarem as casas.</p>
<blockquote><p><font color="#0000ff"><strong>Lençol suspenso temporário</strong></font></p></blockquote>
<p>É o espaço ocupado pela água quando a terra encharca, a água se espalha para além do leito do rio, e muitas casas são construidas nesse espaço pertencente ao rio. A ocupação ordenada signifcaria estudar esses fatores antes de aprovar a cosntrução de casas nessas áreas.</p>
<blockquote><p><font color="#0000ff"><strong>Fenômeno natural e cíclico</strong></font></p></blockquote>
<p>Inundações em Santa Catarina já ocorreram nos anos de 1974, 1983 e 1995, com número menor de mortes, porque havia menos pessoas e mais vegetação.</p>
<blockquote><p><font color="#0000ff"><strong>Ocupações e sua contribuição</strong></font></p></blockquote>
<p>Em muitas situações a ocupação não tem apenas uma função passiva, mas contribui  para os deslizamentos  e enchentes. No Morro do Baú, a Defesa Civil interditou uma fila de casas ao pé do morro, um local que havia sido desmatado e aplanaido para secagem de madeira.</p>
<blockquote><p><font color="#0000ff"><strong>Fendas no solo - sinal de perigo</strong></font></p></blockquote>
<p>Técnicos encontraram fendas no morro, que se abrem alguns centímetros a cada dia. O avanço é medido com um cordão atado por pregos a duas estacas, uma de cada lado da fenda. Marcado com cneta vermelha, o cordão vai deslizando à medida que a fenda se alarga.</p>
<blockquote><p><font color="#0000ff"><strong>Como desestabilizar uma encosta</strong></font></p></blockquote>
<p>Para se construir casas na encosta, faz-se um corte vertical e outro horizontal com máquinas de terraplanagem, formando um degrau. A área horizontal é ampliada com aterro. O corte desestabiliza o morro; o aterro torna a sustentação ainda mais precária. Quando o corte é feito no pé do morro ele perde seu &#8220;calço&#8221;, conforme explicação dos técnicos. Uma chuva excepcionalmente forte pode provocar o desabamento do morro.</p>
<blockquote><p><font color="#0000ff"><strong>Blumenau</strong></font></p></blockquote>
<p>Tanto bairros pobres quanto de classe média erguidos nas encostas foram arrastados por deslizamentos, muitas dessas casas foram construidas por famílias que moravam em partes baixas, alagadas em 1983. Se consideravam mais seguras ocupando as encostas dos morros. Uma síntese da ocupação sem planejamento.</p>
<blockquote><p><font color="#0000ff"><strong>Um exemplo que não deve ser seguido</strong></font></p></blockquote>
<p>Cidades como Brusque, a ocupação das encostas não é apenas tolerada, mas incentivada. Para atender a demanda dos imigrantes atraidos pela indústria da confecção, a prefeitura vem distribuindo terrenos nos morros, que se transformam em escadarias de casas dependuradas umas sobre as outras.</p>
<blockquote><p><font color="#0000ff"><strong>Um exemplo positivo</strong></font></p></blockquote>
<p>Depois da enchente de 1983, a prefeitura construiu uma avenida de mais de 6 quilômteros ao longo do rio Itajaí Mirim, que serve de &#8220;Canal extravasor&#8221;, aumentando a vazão e evitando o alagamento de áreas habitadas.</p>
<h6>adaptação: Silvio Araujo de Sousa - 20 dezembro de 2008</h6>
<blockquote></blockquote>
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		<item>
		<title>Santa Catarina - Tragédia que se repete</title>
		<link>http://blogs.universia.com.br/sousaraujo/2008/12/04/santacatarina/</link>
		<comments>http://blogs.universia.com.br/sousaraujo/2008/12/04/santacatarina/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 04 Dec 2008 18:56:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator>sousaraujo</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Ambiental]]></category>

		<category><![CDATA[Geografia]]></category>

		<category><![CDATA[Geral]]></category>

		<category><![CDATA[ambiente]]></category>

		<category><![CDATA[aquecimento]]></category>

		<category><![CDATA[clima]]></category>

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		<description><![CDATA[Observações: Texto adaptado com finalidades pedagógicas para aplicação em minhas aulas de Geografia, em escola pública. Baseados em textos originias publicados pelo Jornal O Estado de São Paulo de 30 de novembro de 2008 - A conta da ocupação irracional  - José de Souza martins;  É preciso aprender com os erros e as tragédias- Bruno Paes [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h5 align="justify"><font color="#ff0000">Observações: Texto adaptado com finalidades pedagógicas para aplicação em minhas aulas de Geografia, em escola pública. Baseados em textos originias publicados pelo Jornal O Estado de São Paulo de 30 de novembro de 2008 - A conta da ocupação irracional  - José de Souza martins;  É preciso aprender com os erros e as tragédias- Bruno Paes manso , Vitor Hugo Brandalise, Renato Machado.</font></h5>
<p><strong><font color="#0000ff">Vulnerabilidade da região</font></strong></p>
<p>Não é a primeira vez que o Vale do Itajaí sofre inundações de grandes proporções. O Vale já passou por duas enchentes históricas, em 1983 e 1984, causando a morte de 43 pessoas, deixando claro a vulnerabilidade da região, fato que deve ser o foco da atenção de autoridades e pesquisadores.</p>
<p><strong><font color="#0000ff">Estudo do caso</font></strong></p>
<p>Nove especialistas, professores da Fundação Universidade Regional de Blumenau e da Universidade Estadula de Santa Catarina, se reinuram para discutir as causas prinipais da enchente deste ano e sugerir providências.</p>
<p><font color="#000000"><br />
</font></p>
<p><strong><font color="#0000ff">Características da região - Morfologia do Vale</font></strong></p>
<p>A região tem relevo altamente acidentado, formado por montanhas e encostas íngremes, principalmente ao sul de Blumenau.</p>
<p><strong><font color="#0000ff">Geologia</font></strong></p>
<p>As montanhas da região têm grande quantidade de terra sobre rocha e a espessura do solo é muito grande, suscetível a desmoronamento.</p>
<p><strong><font color="#0000ff">Clima</font></strong></p>
<p>Nos últimos meses, o enorme volume de chuvas que caiu sobre o Vale do Itajaí. No fim de semana da tragédia, choveu cerca de 1/3 do volume de água esperado para o ano todo e encharcou o solo, que, sem capacidade de absorver mais água, desceu montanha abaixo.</p>
<p><strong><font color="#0000ff">Pincipais causas</font></strong></p>
<p>A enchente na região é reflexo tanto de elementos da natureza, quanto de elementos humanos, e podem ser resumido em cinco principais causas.</p>
<ul>
<li>A quantidade de chuva na região</li>
<li>O local de concentração da chuva</li>
<li>O tipo de rocha do Vale do Iatajaí</li>
<li>A forma como vem sendo feita a ocupação desordenada do local</li>
<li>O desmatamento da vegetação local</li>
</ul>
<p><strong><font color="#0000ff">Chuva</font></strong></p>
<p>Em quatro dias choveu 500 milímetros (mm), esse índice pluviométrico tem o significado de 500 litros de água para cada metro quadrado da região, isto é mais do que o dobro da enchente de 1984, causada por uma chuva de 200 milímetros. Devemos considerar também que a média anula da região é de 1500 milímetros,  foi 1/3 da chuva de todo o ano, caindo em quatro dias. Essa quantidade de chuva seria uma tragédia em qualquer região habitada, desse país.</p>
<p><strong><font color="#0000ff">Chuva - não foi o único problema</font></strong></p>
<p>Historicamente, as enchentes ocorrem a partir do Alto do Vale do Itajaí, uma área de 8 mil quilômetros quadrados, formada por trinta cidades rurais, e, é nesta região que está concentrado o Sistema de alerta a enchentes, com monitoramento meteorológico e hidrológico. Quando chove no alto do Vale, a Defesa Civil tem pelo menos 24 horas para evitar o pior nas partes mais baixas.  Contudo neste ano a chuva se concentrou no médio do Vale Itajaí, na região de Blumenau e entorno, uma região em que não há sistema de alerta nos rios, logo não houve como se precaver.</p>
<p><strong><font color="#0000ff">Rochas</font></strong></p>
<p>As rochas que formam a encosta do Vale são antigas, de 600 milhões a 2,4 milhões de anos. Na região, não existem mais rochas sãs - são intemperizadas, decompostas  ao longo dos anos e, com o tempo, se tornaram porosas e viraram barro. Além disso, esses solos são profundos, com 30 a 40 metros de espessura, sujeitos a se movimentar facilmente, situação que se potencializa por causa da inclinação das encostas, que chega a 70º de declive.</p>
<p><strong><font color="#0000ff">A presença humana e a transformação do espaço</font></strong></p>
<p>Cortes nos morros: se a declividade acentuada já não bastasse, as construções a tornam ainda mais vulneráveis por causa dos cortes feito nas montanhas para a cosntrução de casas. Os assentamentos usam a terraplanagem para deixar o terreno liso adequado a construção de moradias. Esse retalhamento aumenta a instabilidade do solo. Tanto morar em cima quanto em baixo torna-se arriscado.</p>
<p><strong><font color="#0000ff">Ricos e pobres</font></strong></p>
<p>Na tragédia deste ano, desabaram casas de ricos e pobres, algumas construções com mais de 50 anos de existência. Observações aéreas feita pelos professores das Universidades, pode-se constatar o problema da ocupação desenfreada e do desmatamento. Um fato que mostrou uma combinação de fatores como a força da água e a vulnerabilidade do solo, é que, houve desabamentos inclusive em áreas com mata nativa. Mas a proporção de avalanches foi incomparavelmente maior onde havia loteamentos e desmatamento.</p>
<p><strong><font color="#0000ff">Matas Ciliares</font></strong></p>
<p>Por causa do declive acentuado das encostas, a ocupação do Vale do Itajaí ocorreu primeiramente nas margens e várzeas dos rios, o que causou o desmatamento de 90% das matas ciliares(1) da região.</p>
<ul>
<blockquote><p> (1) Matas Ciliares, é um tipo de vegetação existem nas margens dos rios, protegendo-o da ação erosiva das águas, pois reduz a velocidades de escoamento, evitando enxurradas e os desbarrancamento das margens, o que levaria ao assoreamento(2) do rio. Existe legislação que rege sobre essa questão da ocupação das margens dos rios.</p></blockquote>
</ul>
<p><strong><font color="#0000ff">Mata Atlântica</font></strong></p>
<p>As enscostas do Vale, cobertas por vegetação de Mata Atlântica, passaram a ser ocupadas ao longo do século passado, depois do adensamento da várzea. Nesta região a  Mata Atlântica é um tipo de vegetação relativamente abundante, quando comparada ao restante do país. O desmatamento dessa área para ocupação das encostas foi suficiente para aumentar a vulnerabilidade do solo, já bastante acentuada em função de características locais.</p>
<p><strong><font color="#0000ff">A natureza e os interesses imobiliários</font></strong></p>
<p>Todas as cidades do Médio Vale Itajaí fizeram planos diretores, porém as limitações impostas pela natureza não são reconhecidas. Durante muito tempo em Blumenau, políticos eram loteadores, o resultado disso, é que, o interesse imobiliário  acaba sendo priorizado. Atualmente metade da população do Vale do Itajaí vive nas encostas dos morros.</p>
<p><strong><font color="#0000ff">Observações adicionais</font></strong></p>
<p>As falhas apontadas nessa tragédia em Santa Catarina, envolvem elementos que estão presentes na maioria das cidades brasileiras, principalmente nas grandes regiões metropolitanas. Alguns  fenômenos da natureza é até possível prevê-los, cabe as homens apenas se antecipar para minimizar as consequências.</p>
<p>Vamos repassar as principais falhas:</p>
<ul>
<li>Desmatamento e ocupação das encostas</li>
<li>Destruição das matas ciliares</li>
<li>Ocupação de áreas de várzea</li>
<li>Ocupação de áreas de mananciais</li>
<li>Aterramento e ocupação de áreas de manguezais</li>
<li>Obras sem avaliação dos impactos ambientais</li>
<li>Invasão de áreas de risco.</li>
</ul>
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		</item>
		<item>
		<title>Tecnologia Flex Fuel e o Meio Ambiente</title>
		<link>http://blogs.universia.com.br/sousaraujo/2008/11/16/flex/</link>
		<comments>http://blogs.universia.com.br/sousaraujo/2008/11/16/flex/#comments</comments>
		<pubDate>Sat, 15 Nov 2008 23:45:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator>sousaraujo</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Ambiental]]></category>

		<category><![CDATA[Geografia]]></category>

		<category><![CDATA[Geral]]></category>

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		<description><![CDATA[Texto original de Herton Escobar publicado no Jornal O Estado de São Paulo de 9 outubro de 2008 - Adaptado com finalidades pedagógicas para aplicação em escola pública. 
Tecnologia Flex Fuel
A tecnologia flex fuel, é que permite o uso de álcool ou gasolina no mesmo motor, foi lançada no mercado automotivo brasileiro em março de 2003.
Preferência [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h6>Texto original de Herton Escobar publicado no Jornal O Estado de São Paulo de 9 outubro de 2008 - Adaptado com finalidades pedagógicas para aplicação em escola pública. </h6>
<p><font color="#0000ff"><strong>Tecnologia Flex Fuel</strong><br />
</font>A tecnologia flex fuel, é que permite o uso de álcool ou gasolina no mesmo motor, foi lançada no mercado automotivo brasileiro em março de 2003.<br />
<strong><font color="#0000ff">Preferência dos Consumidores</font> </strong><br />
Rapidamente, a tecnologia ganhou prefência dos consumidores e da indústria, de modo que, hoje 25% da frota circulante e mais de 70% dos veículos que saem das montadoras no país são do tipo flex, segundo dados da Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores - Anfavea.<br />
<font color="#0000ff"><strong>Produção de Álcool - Etanol</strong><br />
</font>A produção de etanol combustível avançou no vácuo dos motores, com uma produção de 14,8 bilhões de litros na safra de cana de 2004, alcançou 22,4 bilhões de litros na safra de 2008, conforme dados da Unão da Indústria de Cana-de-açúcar -Única. Na próxima colheita, a expectativa é produzir 27 bilhões de litros de etanol, o que evitará a emissão de 53 milhões de toneladas de CO<sub>2</sub>, comparado ao que seria emitido com o uso de gasolina. É mais ou menos o que a Suécia emite em 1 ano, de acordo com dados das Nações Unidas.<br />
<font color="#0000ff"><strong>Matriz Energética</strong><br />
</font>Matriz energética é uma representação quantitativa da oferta de energia, ou seja, da quantidade de recursos energéticos oferecidos por um país ou por uma região.<br />
<strong><font color="#0000ff">A Cana-de-açúcar na Matriz Energética</font></strong><br />
No Brasil a cana-de-açúcar já supre 16% das necessidades energéticas do país.<br />
<strong><font color="#0000ff">O Ciclo do Álcool</font> </strong><br />
O álcool é um tipo de combustível renovável porque quase todo o CO<sub>2</sub> emitido por ele é reabsorvido pelas lavouras de cana que estão em crescimento, através do processo da fotossíntese. Só uma pequena parcela correspondente a 3% permanece na atmosfera. Nos 5 anos em que a tecnologia flex fuel foi introduzida, o Brasil deixou de emitir para a atmosfera 42,5 milhões de toneladas de CO<sub>2</sub> - dióxido de carbono.<br />
<img src="http://blogs.universia.com.br/sousaraujo/files/2008/11/alcool_gasolina.jpg" alt="alcool_gasolina.jpg" /></p>
<table border="0" align="left" width="100" cellPadding="0" cellSpacing="0">
<tr>
<td></td>
</tr>
</table>
<p><strong><font color="#0000ff">Álcool (etanol) - Outras Vantagens Ambientais</font> </strong><br />
A fumaça produzida pela combustão do etanol é bem menos tóxica do que a dos derivados de petróleo, contém pouquíssimo enxofre e nenhum benzeno.<br />
<strong><font color="#0000ff">Uma economia quase inútil</font> </strong><br />
Toda essa redução das emissões de CO<sub>2</sub> , com o uso do álcool, perde o seu valor, porque em um único mês de emissões por desmatamento e queimadas na amazônia, corresponde a mesma quantidade economizada por 5 anos com a tecnologia flex fuel. Pesquisadores estimam que cada quilômetro quadrado de floresta derrubada e queimada na amazônia libera para a atmosfera em média, 44 mil toneladas de CO<sub>2</sub>. Em 2007 por exemplo, forma derrubados 11.532 km2 de floresta amazônica, segundo dados oficiais do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais - Inpe. Isso dá uma média de 42,3 milhões de toneladas de CO<sub>2</sub> por mês - quase que os mesmos 42,5 milhões de toneladas evitadas pelo uso dos motores flex em cinco anos.<br />
<font color="#0000ff"><strong>A Única Saida</strong><br />
</font>Os números mostram que não há saida para o Brasil. Se o país quiser mesmo contribuir para reduzir as mudanças climáticas, Só reduzindo o desmatamento.</p>
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		</item>
		<item>
		<title>IDH (índice de Desenvolvimento Humano) para os Estados Brasileiros (2008)</title>
		<link>http://blogs.universia.com.br/sousaraujo/2008/09/18/idh_estados/</link>
		<comments>http://blogs.universia.com.br/sousaraujo/2008/09/18/idh_estados/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 18 Sep 2008 03:35:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>sousaraujo</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Ambiental]]></category>

		<category><![CDATA[Geografia]]></category>

		<category><![CDATA[Geral]]></category>

		<category><![CDATA[desenvolvimento]]></category>

		<category><![CDATA[economia]]></category>

		<category><![CDATA[idh]]></category>

		<category><![CDATA[social]]></category>

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		<description><![CDATA[ IDH - O que é? 
O IDH é um índice criado pelo PNUD - Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento e calculado para diversos países desde 1990. Originalmente proposto para medir a diferença entre países, foi adaptado para ser aplicado também a Estados e municípios.
O Índice (De 0 até 1)
O índice vai de 0 [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img border="0" align="right" width="1" src="http://blogs.universia.com.br/sousaraujo/files/2008/09/estados_idh.jpg" alt="Brasil - Melhores e piores no IDH" height="1" /><img border="0" align="right" width="1" src="http://blogs.universia.com.br/sousaraujo/files/2008/09/estados_idh.jpg" alt="Brasil - Melhores e piores no IDH" height="1" /> <strong><font color="#0000ff">IDH - O que é?</font> </strong></p>
<p align="justify">O IDH é um índice criado pelo PNUD - Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento e calculado para diversos países desde 1990. Originalmente proposto para medir a diferença entre países, foi adaptado para ser aplicado também a Estados e municípios.</p>
<p><strong><font color="#0000ff">O Índice (De 0 até 1)</font></strong></p>
<p align="justify">O índice vai de 0 a 1 - quanto mais perto do 1, maior é o desenvolvimento humano ou seja, melhor é a qualidade de vida . Em nível mundial, a Noruega e Islândia (Europa) têm IDH de 0,968 numa posição intermediária o Brasil com IDH de 0,800 e no final da tabela, Serra Leoa na África com IDH de 0,336. O IDH tem como objetivo expressar a qualidade de vida nos países e locais em que é calculado.</p>
<p><strong><font color="#0000ff">O cálculo</font></strong></p>
<p align="justify">É feito pela média simples de três componentes:</p>
<p align="justify">IDH Longevidade: indicador de longevidade, medida pela esperança de vida ao nascer.<br />
IDH Educação: indicador de nível educacional, medido pela combinação da taxa de alfabetização de pessoas de 15 anos ou mais (com peso 2) e da taxa bruta de matrículas nos três níveis de ensino (fundamental, médio e superior) em relação à população de 7 a 22 anos de idade (com peso 1). Para regiões, Estados e municípios do Brasil, usa-se a taxa de freqüência.<br />
IDH Renda: indicador de renda, medido pelo PIB real <em>per capita</em> em dólares, segundo o critério de Paridade do Poder de Compra. Para regiões, Estados e municípios do Brasil, usa-se a renda familiar <em>per capita</em>.</p>
<p><strong><font color="#0000ff">Metodologia</font></strong></p>
<p align="justify">Para analisar a variação dos níveis de desenvolvimento humano nos Estados brasileiros e no país como um todo, o relatório calculou os dados do IDH de 1991 a 2005. O resultado, porém, é fruto de uma metodologia diferente da usada pelo PNUD nos <a href="http://www.pnud.org.br/rdh/">Relatórios de Desenvolvimento Humano</a> e no <a href="http://www.pnud.org.br/atlas/">Atlas do Desenvolvimento Humano no Brasil</a>. O cálculo é feito com base na PNAD (Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios), um levantamento socioeconômico feito anualmente pelo IBGE. </p>
<p><strong><font color="#0000ff">Do Norte para o Sul</font> </strong></p>
<p align="justify"><img src="http://blogs.universia.com.br/sousaraujo/files/2008/09/estados_idh1.jpg" alt="estados_idh1.jpg" />Os números mostram uma clara divisão do IDH. Estados do Norte e nordeste (piores IDH), estados do Sul, sudeste e centro-oeste (melhores IDH). Brasília no Centro-oeste ocupa a primeira colocação com um IDH de 0,874, superior ao de países como a Argentina e Emirados Árabes Unidos.</p>
<p><strong><font color="#0000ff">Explicação Geográfica</font></strong></p>
<p align="justify">Essa condição, mostrando  um país em que o IDH é menor nas regiões norte/nordeste e aumenta na direção sudeste/centro-Oeste/sul  tem explicação na geografia econômica do Brasil, onde a produção, atividade econômica e renda ainda  estão muito mais concentrada nestas regiões.</p>
<p><font color="#0000ff"> <strong>Maiores IDH&#8217;s</strong></font></p>
<p align="justify">Brasília no Centro-oeste ocupa a primeira colocação com um IDH de 0,874, O segundo lugar no IDH é de Santa Catarina (o Estado que mais melhorou no <em>ranking</em> de 1991 até 2005, ganhando três posições), com 0,840. Em seguida vem São Paulo (que registrou o segundo menor crescimento desde 1991), com 0,833.</p>
<p><strong><font color="#0000ff">Menores  IDH&#8217;s</font></strong></p>
<p align="justify">Alagoas, que tinha o pior IDH em 1991, continuou na mesma posição em 2005, com 0,677. Da mesma forma, Maranhão, Piauí e Paraíba não deixaram de ser o segundo, terceiro e quarto piores, respectivamente.</p>
<p><strong><font color="#0000ff">Lenta Melhora</font></strong></p>
<p align="justify">Entre 1991 e 2005, o IDH de todas as unidades da Federação melhorou. A região Nordeste, que registra os piores números desde a década passada, foi a que teve também o maior crescimento do índice: 16,3%. Depois vêm Sudeste e Centro-Oeste, ambos com 10,9%. O Sul, que mantém os seus três Estados entre os seis primeiros IDHs também desde a década passada, foi o que menos evoluiu no indicador: 8,5%. Dos dez Estados com maior variação no índice, nove são nordestinos. Os de melhoria mais forte foram Paraíba, Piauí e Bahia.</p>
<p><strong><font color="#0000ff">Educação - Fator de Evolução do IDH</font></strong></p>
<p align="justify">O vetor da melhoria recente está, segundo o relatório, na educação. Das três dimensões do IDH (renda, educação e longevidade), o destaque foi a elevação da instrução. Em todas as unidades da Federação o índice de educação foi o que mais cresceu entre 1991 e 2005. A evolução do IDH-Educação - e, de modo menos pronunciado, do IDH-Longevidade - contribuiu para que diminuísse consideravelmente a diferença (&#8230;) entre os níveis de desenvolvimento das regiões brasileiras.</p>
<p><strong><font color="#0000ff">Deslocamento do Eixo Produtivo</font></strong></p>
<p align="justify">Mesmo que de forma lenta, mas há uma certa desconcentração geográfica do processo produtivo em curso. Setores como o calçadista,  de automóvel, estão se expandindo tanto da região metropolitana para o interior quanto do Sul/Sudeste para o Nordeste. Isso leva a aumento de renda <em>per capita</em>, de exigência por mão-de-obra qualificada (o que influi na educação) e, conseqüentemente, a maior atendimento público de saúde - o que influi na longevidade.</p>
<p>Fonte: Relatório <a href="http://www.pnud.org.br/arquivos/arqui1220877382.zip">Emprego, Desenvolvimento Humano e Trabalho Decente - A experiência brasileira recente</a>, lançado por três agências da ONU: CEPAL (Comissão Econômica para América Latina e Caribe), OIT (Organização Internacional do Trabalho) e PNUD. Relatório publicado em 8 de setembro de 2008.</p>
<p>Sites relacionados: <a href="http://br.geocities.com/sousaraujo/idh_lista.htm">http://br.geocities.com/sousaraujo/idh_lista.htm</a></p>
<p> <a href="http://br.geocities.com/sousaraujo/idh.htm">http://br.geocities.com/sousaraujo/idh.htm</a> (17/09/2008)</p>
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		<title>Antártida - Buraco na Camada de Ozônio Reaparece</title>
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		<pubDate>Sun, 31 Aug 2008 20:31:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator>sousaraujo</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Ambiental]]></category>

		<category><![CDATA[Geografia]]></category>

		<category><![CDATA[Geral]]></category>

		<category><![CDATA[antártida]]></category>

		<category><![CDATA[ozônio]]></category>

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		<description><![CDATA[O buraco na camada de Ozônio reapareceu sobre a Antátida, anunciou em 29/08/2008 a Organização Mundial de Meteorologia (OMM).  De acordo com a entidade, o fenômeno acontece todos os anos entre agosto e dezembro. Em 2008, o buraco deverá atingir &#8220;níveis médios&#8221;, superiores a 2007, mas menores que o recorde registrado em 2006. A OMM  [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a rel="attachment wp-att-41" href="http://blogs.universia.com.br/sousaraujo/2008/08/31/ozonio/camada-de-ozonio/" title="Camada de Ozônio"></a><a rel="attachment wp-att-42" href="http://blogs.universia.com.br/sousaraujo/2008/08/31/ozonio/camada-de-ozonio-2/" title="Relatório da OMM"><img src="http://blogs.universia.com.br/sousaraujo/files/2008/08/ozone1_20081.jpg" alt="Camada de Ozônio" /></a>O buraco na camada de Ozônio reapareceu sobre a Antátida, anunciou em 29/08/2008 a Organização Mundial de Meteorologia (OMM).  De acordo com a entidade, o fenômeno acontece todos os anos entre agosto e dezembro. Em 2008, o buraco deverá atingir &#8220;níveis médios&#8221;, superiores a 2007, mas menores que o recorde registrado em 2006. A OMM  afirmou ainda que o buraco continuará existindo durante várias décadas por causa da concentração de gases na atmosfera.</p>
<p>Para mais informações (em inglês)</p>
<p><a href="http://www.wmo.int/pages/prog/arep/WMOAntarcticOzoneBulletins2008.html">http://www.wmo.int/pages/prog/arep/WMOAntarcticOzoneBulletins2008.html</a><P></p>
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		<title>Serra do Mar - A Serra que não é Serra</title>
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		<pubDate>Fri, 04 Apr 2008 04:06:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator>sousaraujo</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Geografia]]></category>

		<category><![CDATA[escarpas]]></category>

		<category><![CDATA[planalto]]></category>

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		<description><![CDATA[
Serra do Mar ( a Serra que não é Serra ). Sob o ponto de vista geomorfológico, o termo SERRA é impróprio para designar as Serras do Mar e da Mantiqueira, que, na verdade , constituem escarpas de planalto ou escarpas de falha.  Morfológicamente uma serra é formada por duas vertentes . A &#8220;Serra&#8221; do [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><font size="2"><font face="Verdana"><img border="0" align="right" width="300" src="http://blogs.universia.com.br/sousaraujo/files/2008/04/guar_altitude.gif" alt="Mapa Neotectônico do Brasil" height="200" /></p>
<p>Serra do Mar ( a Serra que não é Serra ). Sob o ponto de vista geomorfológico, o termo SERRA é impróprio para designar as Serras do Mar e da Mantiqueira, que, na verdade , constituem escarpas de planalto ou escarpas de falha.  Morfológicamente uma serra é formada por duas vertentes . A &#8220;Serra&#8221; do Mar, por exemplo, possui, de um lado, uma vertente com desnível abrupto - um verdadeiro paredão voltado para o oceano - e, de outro, uma fraca inclinação. No Brasil o  vocábulo &#8220;serra&#8221; é usado  com sentido amplo na linguagem corrente. Qualquer elevação com forte desnível é assim chamada. Mas para a Geomorfologia ( ciência que integra a Geografia e que procura explicar a gênese das formas de relevo terrestre ) existem distinções e explicações para as variadas formas de relevo. (MELHEM,Adas; Panorama Geográfico do Brasil; Ed Moderna - pág 89 )<font color="#0000ff"> </font></font></font></p>
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		<title>Terremotos no Brasil</title>
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		<pubDate>Sun, 09 Mar 2008 14:12:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator>sousaraujo</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Geografia]]></category>

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		<category><![CDATA[Brasil]]></category>

		<category><![CDATA[geologia]]></category>

		<category><![CDATA[tectônica]]></category>

		<category><![CDATA[terra]]></category>

		<category><![CDATA[terremotos]]></category>

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		<description><![CDATA[Terra Treme no Ceará.  
Na realidade a terra treme em várias regiões do Brasil e em virtude de sua grande extensão territorial e grandes áreas inabitadas esses fatos não chegam a gerar um grande problema. Estes fenômenos ocorrem  em virtude de a superfície terrestre não ter uma formação contínua e sim ser formada por placas [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img border="0" align="right" width="398" src="http://blogs.universia.com.br/sousaraujo/files/2008/03/falhas1.jpg" alt="Mapa Neotectônico do Brasil" height="520" />Terra Treme no Ceará.  <br />
Na realidade a terra treme em várias regiões do Brasil e em virtude de sua grande extensão territorial e grandes áreas inabitadas esses fatos não chegam a gerar um grande problema. Estes fenômenos ocorrem  em virtude de a superfície terrestre não ter uma formação contínua e sim ser formada por placas (placas tectônicas), por sua vez essas placas possuem em suas formação falhas (falhas geológicas), pesquisas efetuadas já mostraram que a Placa Sul Americana sob a qual esta o território brasileiro possue várias falhas geológicas, cujo processo de acomodação resulta em tremores de baixa a média intensidade. <br />
O Instituto de Geociências da UFMG - Universidade Federal de Minas Gerais localizou 48 falhas geológicas no território brasileiro, locais onde potencialmente podem ocorrer tremores - em seis delas, de fato já foram registrados sismos (tremores),  o mapa mostra várias falhas tectônicas na região nordeste inclusive no Ceará. O trabalho resultou no Mapa Neotectônico do Brasil, que localizou as falhas na chamada placa Sul-Americana, durante muitos anos o Brasil conviveu com a crença de que em nosso território não ocorre terremotos, mas na realidade faltavam pesquisas sobre a dinâmica das placas tectônicas e suas falhas geológicas.<br />
Portanto, professores tem a missão de mostrar que o Brasil é sim um país que esta sujeito a terremotos em seu território, mesmo que de baixa intensidade.<br />
Fonte: Geografia Geral  e do Brasil, Lúcia Marina e Tércio, ed. ática pág 52.<br />
<a href="index.php?p=11">Veja também, terremoto no litoral de São Paulo no dia 22 de abril de 2008</a></p>
<p><strong><font color="#ff0000">11 de novembro de 2008 -</font></strong>  </p>
<h3><font color="#ff0000">Caxias do Sul - Especialistas apontam duas hipóteses para tremores na Serra</font></h3>
<h4>Fenômeno do dia 10/11/2008  durou cinco segundos e embora de magnitude leve assustou moradores em Caxias</h4>
<p>Efeito da infiltração da água sobre rochas subterrâneas e movimento das placas tectônicas que formam a Terra. As duas hipóteses são apontadas por especialistas como possíveis causas do tremor que acordou e assustou os caxienses por volta das 5h de ontem. Geólogos e geógrafos são unânimes em afirmar: o fenômeno é normal, pode se repetir e não oferece perigo.</p>
<p>O movimento do solo durou cerca de cinco segundos e afetou principalmente as zonas norte e oeste da cidade. Segundo a Coordenadoria Estadual de Defesa Civil, houve um evento sísmico formado no interior da crosta, com epicentro não-localizado, entre 3 e 3,9 graus na escala Richter.</p>
<p><strong>Outra teoria</strong></p>
<p>O geógrafo e professor da Universidade de Caxias do Sul Siclerio Ahlert tem outra explicação. Segundo ele, a região está sobre falhas geológicas e o tremor teria ocorrido devido a um fenômeno hidrogeológico.</p>
<p> Para a professora Mônica Von Huelsen, da UnB, o movimento deve ter atingido quatro pontos na escala de Mercalli (mede a intensidade), que vai até 12:<br />
Na escala Richter (mede a magnitude), o fenômeno chegou próximo a três, segundo ela.</p>
<p>- É o segundo desse tipo na cidade. Temos de começar a olhar com mais atenção para essa região - disse Mônica, lembrando dos tremores de 1984, um intervalo de apenas 24 anos.</p>
<p>ZERO HORA</p>
<p>http://www.clicrbs.com.br/pioneiro/jsp/default.jsp?uf=1&amp;local=1&amp;action=noticias&amp;id=2289655&amp;section=Geral</p>
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